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  • Como funciona a castidade masculina?

    O que é exatamente a castidade masculina? Bom, você já deve ter lido acima que se trata de um cinto, mas é muito mais do que isso, na verdade, o pênis do homem é preso e trancado por um cadeado… O quê? Acha que leu errado? Pois muito que bem, te confirmo que é isso mesmo! Seus olhos não te enganaram nem um pouco com essa informação. Uma pequena capa rígida envolve o membro masculino inteiro até a região da virilha, onde se encontra uma espécie de anel que suporta o cadeado, trancando o pênis. O cinto tem uma função mais erótica ao impossibilitar o orgasmo, tanto para mulheres quanto para homens. Logo, a castidade masculina é um brinquedo que oferece muitos benefícios para o prazer sexual. Como usar o cinto? Para usar é muito simples, basta ficar atento a algumas dessas dicas: Na hora da compra, escolha o tamanho certo e apropriado com relação ao pênis, uma vez que uma castidade masculina apertada pode causar sérios problemas e uma muito larga pode estragar a brincadeira; A chave deve permanecer com o parceiro dominante, a liberdade vem apenas quando o outro quiser, o que tornará o jogo de vocês mais excitante; Deixe a área limpa, se depile antes de começar a utilizar o aparelho, muitos homens relatam que a experiência pode ser bem dolorida quando os pelos pubianos se prendem ao brinquedo erótico; É mais indicado que o objeto seja utilizado nas preliminares, porque ajuda a aumentar o prazer pré-relação, entretanto, muitos casais optam por deixar o acessório o dia inteiro, porque é o que funciona para o prazer deles. Convém conversar bastante com o outro antes de iniciar o uso; Como já dito anteriormente, a castidade masculina tem um orifício para a urina, portanto, não se preocupe com suas necessidades fisiológicas, não há dificuldades na hora de utilizar o banheiro; Para não ter problemas com infecção, sempre lave e deixe tudo muito bem limpo antes de colocar o cinto novamente; Pesquise técnicas para aproveitar ainda mais a castidade, mas sempre tenha em mente que o que funciona para alguns, pode não dar certo com vocês. Os prazeres da castidade masculina Será que você faz ideia de quantas maneiras a castidade masculina pode te oferecer prazer? Não? Então, presta atenção no que é dito a seguir, porque, com certeza, isto vai te fazer querer experimentar esse brinquedinho nas suas relações. Aumento da libido A libido de um homem, ou seja, seu tesão, vai crescendo gradualmente ao longo do tempo, tendo seus momentos de pico. Quando você utiliza o cinto de castidade, a sua libido aumenta de forma que o pico seja muito melhor que o habitual, isto porque quando o homem é privado do orgasmo, seus hormônios começam a agir de outra maneira, fazendo com que qualquer estímulo seja mais prazeroso até o momento do seu ápice com a ejaculação, que pode até ser mais longa e duradoura em alguns casos. Masturbação interrompida É fato que a masturbação é muito saudável para a vida sexual de uma pessoa, ela ajuda a relaxar e nos faz conhecer nosso próprio corpo e nossos mais profundos prazeres. Porém, quando não é permitido que você se masturbe por conta de um objeto, os seus momentos fugazes de prazer também são interrompidos, fazendo com que os hormônios fiquem a flor da pele, por assim dizer, e aumente o seu desejo no momento da libertação. A expectativa Se você, como casal, decidir que a castidade masculina ficará no pênis o dia inteiro até que todas as vontades do portador da chave sejam feitas e então este resolva te libertar, isto pode te ajudar a ter um prazer intenso e prolongado. Acontece que quando você sabe que eventualmente será solto para aproveitar uma noite de sexo, mas apenas sob a condição de esperar pela aprovação do outro, você cria grandes expectativas e os desejos aumentam até o momento da ejaculação, fornecendo uma noite ótima aos dois. A negação Sabe aquela criança que se joga no chão do mercado e grita a plenos pulmões por um chocolate que lhe foi negado? Então, a lógica é praticamente a mesma: basicamente, nós seres humanos, gostamos de ter as coisas sempre na hora, assim que isso nos é proibido, ficamos com mais vontade ainda. Quando o dominador te prende, te excita e então recusa a sua libertação por mais um dia, o desejo aumenta tanto que o momento da ejaculação será espetacular.

  • EXPERIMENTE ALGO INTENSO: MUMIFICAÇÃO

    O que é mumificação? Mumificação é a prática de enrolar e embrulhar uma pessoa por completo, de forma que ela fique com seus movimentos completamente restritos. Você pode usar uma variedade de materiais para isso, desde fita do tipo silvertape e papel filme até ataduras médicas e sacos bondage próprios para mumificação. O Submisso é mumificado por sua domme, já que para muitos, isso significa renunciar o máximo de controle possível. Outra razão pela qual a mumificação é tão popular é a experiência sensorial que ela propicia. Privação sensorial é o ato de se retirar alguns sentidos (como toque, visão, som etc.) com o propósito de aguçar os outros sentidos do sub. A sensação do toque é bastante diferente através de uma grossa camada de plástico ou fita, e algumas pessoas gostam tanto que sempre pedem mais. A sua domme pode optar por deixar algumas partes de seu sub a mostra enquanto está mumificando, para que seja possível outras práticas durante a sessão. Alguns subs gostam de ter a cabeça coberta ou mumificada durante o ato, o que aumenta a intensidade da experiência de privação sensorial. Recomendações de segurança A mumificação pode exigir muito do corpo e da mente, especialmente na primeira vez que você experimenta, mas mesmo os praticantes experientes precisam ter cuidado. Primeiramente, a mumificação não é recomendada se você for claustrofóbico. Se você está indeciso, tente começar restringindo somente algumas partes de seu corpo. Se você sentir que a prática passou do ponto e você não consegue mais suportá-la, use a palavra ou som de segurança para sinalizar que você quer terminar a brincadeira. Portanto estar com sua Dominadora em quem você confie é muito importante. Seu corpo estará totalmente sobre o controle dela, então é necessário que ela tenha experiência. Dicas importantes para a mumificação • Se você não está acostumado com privação sensorial, tente não se privar de muitos sentidos de uma só vez. Isso poderá te deixar em pânico. Comece com mumificação parcial e mantenha sua cabeça descoberta até que você esteja confortável com a situação. • Tente materiais diferentes para sentir como eles são. Ataduras médicas dão uma sensação diferente comparadas com fita silvertape. Veja quais sensações você gosta mais e combine suas favoritas para uma estimulação extra. • Pode levar algum tempo para se criar resistência para a prática da mumificação, então não fique desanimado se suas primeiras sessões forem um pouco curtas.

  • BDSM: O QUE É?

    Você conhece o Universo BDSM? Já parou para entender o que de fato esse Universo significa e como ele pode melhorar as suas relações e sua sexualidade? Neste artigo você entenderá os fundamentos principais do BDSM, então leia até o final. BDSM: O QUE É? O BDSM é um acrônimo que expressa as nomenclaturas Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo, ou Sadomasoquismo. A sigla descreve um grupo de padrões referentes ao comportamento sexual do ser humano representado pelos subgrupos: FUNDAMENTOS DO BDSM O BDSM possui como fundamento básico a verdade nas relações, cenas e práticas vividas entre as pessoas que estão dispostas a viverem uma dinâmica de hierarquia em seus mais variados níveis de práticas, sensações e sentimentos. Baseado na hierarquia entre os praticantes, existe a figura do TOP ou Dominante, aquele que se posiciona no topo e por isso é a pessoa responsável por dominar, estabelecer regras e reger a relação, bem como existe a figura do BOTTOM ou submisso, representado pela pessoa que sente prazer em se submeter ao outro e que na relação está à disposição para servir, obedecendo as regras que o TOP estabelece com base nos limites já constituídos. As relações BDSM, além de focarem na verdade e na hierarquia, também focam no SSC, que significa Sanidade, Segurança e Consensualidade, uma tríade que possibilita uma interação consciente, saudável e livre entre os praticantes. A Sanidade versa sobre a mentalidade e muitas das vezes abrange sobre a idade das pessoas envolvidas, pois como bem dizemos: “o BDSM é um jogo para adultos”, considerando que as interações serão realizadas entre adultos. A Segurança diz respeito as práticas, cenas e D/s (relação de dominação e submissão), prezando sempre pelo bem estar dos praticantes em todo ou qualquer momento. Já a Consensualidade trata do consenso de ambos os praticantes, ou seja, nada pode ser feito contra o consentimento dos praticantes, pois se não houver o consentimento de algum dos praticantes, as práticas podem passar a ser consideradas como abuso e crime, devendo ser denunciado. A Dominação Psicológica é o ponto chave que determina a interação entre um TOP e um BOTTOM, pois se baseia nos atos de dominação e submissão capazes de moldar a mente dos envolvidos, provocando sentimentos, emoções e sensações que vão do mais comum ao mais complexo. Sendo assim, o BDSM não se restringe apenas a dominação física, mas abrange todo um complexo contexto de dominação psicológica. LIMITES, NEGOCIAÇÃO E PALAVRAS DE SEGURANÇA Os limites de cada praticante dizem respeito ao quanto o mesmo está disposto a mergulhar em uma determinada prática e o quanto certas situações e momentos podem afeta-lo ao ponto de se transformar em uma experiência negativa. Assim, todas as práticas que forem tratadas como limites irão determinar aquilo que o praticando aceita ou não fazer. É muito importante compreender que certos limites podem ser definidos pelo medo do desconhecido e por isso tendem a deixar de ser limites com o tempo, no entanto, existem limites rígidos dos quais em hipótese alguma serão modificados, ficando a cargo da pessoa que o definiu mudar ou não. A negociação entra em um limiar que denominamos de acordos fechados previamente sobre uma determinada interação, práticas e fetiches que sejam aplicados e vividos. É feita pelos praticantes para que seja assegurada a consensualidade nas práticas, assim como a segurança e a sanidade, o que não interfere em uma nova negociação sempre que for necessário. E por fim, a palavra de segurança carrega um peso e um significado muito grande, ao qual são representadas por nomes ou gestos simbólicos que determinam o desejo da pessoa de parar uma determinada pratica que já tenha chegado ao limite ou que, por algum motivo, tenha tido um efeito diferente do esperado, moderando a sessão ou cena.

  • Pig play – O sexo sem limites

    Muita gente no mais “obscuro” de seu interior tem alguma fantasia que te deixe excitado(a) e te de tesão. Mesmo sem saber, pode ser que a pessoa seja pig, mas não saiba disso, pois nunca buscou a devida informação ou aceitou o real desejo “obscuro” sobre seus fetiches sexuais. Pig play é uma prática muito conhecida no mundo gay, tanto quanto BDSM, e também bastante utilizada por esse mesmo público, no entanto, alguns hétero sexuais também fazem bastante uso dessa prática para realizar seus fetiches. Isso consiste em fazer sexo “sem limites”, onde as pessoas se deixam levar pela excitação e se sentem realizadas por usarem de fluídos corporais, entre outras coisas não comuns no sexo “baunilha”, o que as fazem sentir prazer. Vale ressaltar também que as sessões pig não necessitam de um ato sexual para serem realizadas, pois o prazer geralmente não vem do sexo em si. Golden Shower Golden Shower é a prática em que a pessoa sente tesão em mijo. O tesão é tanto de quem faz, quanto de quem recebe. Alguns praticantes chegam a beber a urina, já outros apenas brincam com o líquido na boca, cuspindo logo em seguida. Podolatria Podolatria é a prática de quem curte pés, meias, chulé, etc. Essa é uma prática tbm de dominação e subimissão, pois nas sessões podo, sempre tem o Dom ou Domme e o sub. Há quem goste de servir um pezão, como há quem goste de ter seus pés servidos. Axilismo e sarilofilia Essa são as práticas em que a pessoa sente tesão em axilas e suor. Geralmente uma pessoa passa o dia cultivando o seu cheiro para que seu/sua sub venha a usufruir do cecê e lamber suas axilas, o que para alguns é uma zona erógena. Essas mesmas pessoas adoram um corpo suado e grudando, exalando o cheiro também nas roupas.

  • Castigo / Punição o adestramento necessário!

    Castigo, Punição e Adestramento em Dinâmicas de Dominação/Submissão Em dinâmicas D/s (Dominance/submission), castigo/punição e adestramento (treinamento/condicionamento) são ferramentas poderosas de poder, controle, intimidade e reforço de papéis. Eles não são “malvadeza gratuita”, mas sim elementos estruturados que servem para: Reforçar a autoridade da Dominante Corrigir comportamentos indesejados Moldar o submisso(a) para melhor servir Aprofundar a conexão emocional e erótica 1. Diferença entre Punição e Adestramento Aspecto Punição / Castigo Adestramento / Treinamento Objetivo principal Corrigir erro ou desobediência Moldar comportamento desejado a longo prazo Frequência Reativa (acontece após falha) Proativa e contínua Tom emocional Geralmente mais severo, humilhante ou doloroso Pode ser firme, mas também recompensador Exemplo Chicotada por falar sem permissão Ficar de quatro horas treinando postura Muitos casais misturam os dois: usam punição para correção imediata e adestramento para construção de hábitos. 2. Princípios Essenciais (não negociáveis) Consenso total – Tudo deve ser discutido antes (hard limits, soft limits, safeword). Aftercare – Após qualquer sessão intensa de castigo ou adestramento, é obrigatório carinho, verificação emocional e cuidados físicos. Proporcionalidade – O castigo deve ser proporcional à “falta” e ao nível de experiência do submisso. Consistência – A Dominante deve ser previsível: mesma regra = mesma consequência (ou escala clara). Segurança – Nunca cause dano permanente, nunca em estado alterado (álcool/drogas), conheça anatomia. 3. Tipos de Castigo / Punição Comuns Físicos (dor): Spanking, caning, flogging, palmadas Pinças de mamilo, weights Figging (gengibre no ânus) Ice play ou hot wax (com cuidado) Psicológicos / Humilhação: Corner time (ficar de frente para a parede) Escrita de linhas (“Escreverei 100x: ‘Não falo sem permissão’”) Negação de orgasmos (edging + ruína) Uso de coleira + coleira de choque (baixa intensidade) Servir como móvel ou objeto Restritivos: Chastity cage (gaiola de castidade) Bondage prolongado Privação sensorial (venda + fones) Tarefas / Adestramento: Postura (joelhos, mãos atrás das costas, olhar baixo) Protocolos de fala (“Sim, Senhora”, “Como desejar, Mistress”) Treinamento de plug anal progressivo Orgasm control / denial training Domestic service (limpeza, massagem, servir refeição de forma ritualizada) 4. Como Estruturar um Bom Sistema de Adestramento Regras claras – Escreva um contrato ou lista de regras (pode ser revisado). Sistema de pontos – Bom comportamento = pontos (prêmios). Falta = pontos negativos (castigo). Ritual diário – Posição de apresentação, inspeção, journal (submisso escreve reflexões). Escada de intensidade – Comece leve e aumente conforme confiança. Recompensas – Tão importante quanto castigo. Orgasmos liberados, elogios, mimos, cenas favoritas. 5. Dicas Práticas para Dominantes Comece devagar, especialmente se for novata. Use o castigo como ferramenta de intimidade, não de raiva real. Mantenha um “castigo favorito” do submisso (aquele que ele odeia mas aceita) para correções sérias. Após punição forte, faça positive reinforcement logo em seguida para não quebrar o submisso emocionalmente. Palavras de afirmação: “Boa menina por aceitar seu castigo” reforça submissão. Safeword sempre ativo. Mesmo em dinâmicas 24/7, o submisso deve poder parar tudo se realmente necessário. Quer que eu monte um modelo básico de contrato com regras + sistema de punições? Ou prefere ideias específicas para algum fetiche (pet play, maid training, disciplina corporal, humilhação pública leve, etc.)? Diga o nível de intensidade que você pratica ou deseja (leve, moderado, hard) que eu personalizo.

  • EXISTEM LIMITES NO BDSM?

    A base de qualquer relação BDSM está na negociação. Nenhuma Dominadora séria faria uma sessão com um (a) sub antes de uma negociação que deve concluir num contrato (que pode ser escrito, formal, ou apenas oral). O mais importante tanto da negociação quanto do contrato é a questão dos limites. BDSM é o oposto do abuso, o oposto da violência doméstica. Isso significa que a dominadora nunca fará algo que o submisso (a) não queira. Um marido abusador que bate na esposa está pouco interessado se ela quer ou não. Uma dominadora pode dar uma surra muito maior na seu (a) submisso (a), mas não irá machucá-la porque ela saberá o que ela estará fazendo e como ela estará fazendo, de uma forma segura e consensual (além de, claro, ter todo o cuidado com a saúde dele (a), que um abusador não teria). BDSM E SEUS LIMITES Mas como relacionar isso com o fato de que, numa sessão quem manda é a dominadora? Simples: o submisso (a) não diz o que se vai fazer na sessão. Ele (a) diz o que não se pode fazer. Ele (a) estabelece os limites. Tudo que não é limite é permitido, o que dá uma ampla variedade de opções para o dominador sem que ele fira o princípio da consensualidade. Existem limites normais e limite estritos. Limites normais: são as atividades que a sub tem dificuldades, mas pode vir a experimentar. Limites estritos: são as coisas que o submisso (a) nunca faria. Limites normais podem ser ultrapassados pela dominadora, mas com calma e paciência, com cuidado. Se o sexo anal é um limite normal, ele pode tentar alguma brincadeira anal aos poucos, mas sempre pronto a parar caso seja necessário (para isso existe a safe – palavra de segurança). Mas no caso dos limites estritos, uma dominadora de verdade jamais tentaria ultrapassá-los. Seria ótimo se todas as relações, mesmo as baunilhas fossem pautadas pelos princípios do dialógo e da consensualidade.

  • Base do BDSM: SSC - São, Seguro e Consensual

    Sigla de um dos Fundamentos primordiais do Universo BDSM que é um jogo de gente grande. Daí a extrema necessidade de se ter o conceito do S.S.C. bem claro e enraizado na mente, pois é a partir dele que tudo fica viável dentro do BDSM e ao parar para pensar bem, dentro de qualquer tipo de relação. É bom ter encerrada em apenas três palavrinhas mágicas toda a sabedoria que dá condições de se viver BDSM, tanto pelo prazer quanto como estilo de vida... e ser feliz. A sigla S.S.C. é formada pelas palavras São, Seguro e Consensual. Dentro do BDSM tem o seguinte significado: São - Referência aqui à sanidade da relação, ou seja, o que acontece na relação não pode afetar outros aspectos da vida da pessoa, como família, trabalho e amigos. As relações BDSM são caracterizadas pela sua profundidade e intensidade, ficando fácil se perder psicologicamente falando. Os sentimentos ocorrem em fluxo, e com entrega e confiança na mistura, fazendo com que fácil e rapidamente atinjam níveis muito altos, coisa muito boa de ser vivida no momento, mas que causa tombos e estragos imensos em caso de colapso da relação. Seguro - Esta é a área que trata especificamente dos riscos físicos envolvidos no processo. O Universo BDSM é formado em sua essência apenas de hierarquia e verdade, mas para o consumo do fluxo de poder, utilizam múltiplas técnicas, posturas e procedimentos de outros universos no intuito de enfatizar a distância hierárquica. São usadas para isso as mais diversas formas de se provocar prazer, dor e desconforto com o objetivo de aumentar a intensidade das sensações, incluindo vibradores, consolos, chicotes, palmatórias, agulhas, velas, cordas, correntes e até chegando ao extremo do uso elástico de dinheiro e grampos de cabelo. A segurança tem a ver diretamente com a capacitação e o cuidado no uso destes recursos. Pode acreditar que até uma tapinha, quando aplicado sem técnica e/ou de forma irresponsável, pode além de doer, causar grandes estragos. Consensual - É parte do estar de acordo com o que está acontecendo, e pode tudo desde que todas as partes envolvidas no processo estejam de acordo. É nesta região onde são definidos os limites de cada um e onde temos a segurança de que tudo o que vai acontecer dentro de parâmetros previamente definidos. Vale lembrar que a responsabilidade maior cabe aos Dominantes, pois estes detêm o poder dado a si pelos que se submetem. É o Dominante que tem o controle da relação e de tudo o que acontece com seu submisso. Sair dos limites do S.S.C. é sair do BDSM e colocar em risco real o parceiro

  • O que é SAFEWORD? Sua palavra de SEGURANÇA!

    Safe (ou safeword) é uma palavra de segurança combinada entre a dominadora e o submisso (a) para ser usada por exemplo, quando a ultrapassou o limite do suportável ou, no caso de um castigo ou bondage, a posição se tornou excessivamente incômoda. A safe dá o submisso (a) um poder total sobre a cena: ao dizê-la, a sessão acaba imediatamente. A existência da safe é relacionada tanto à necessidade de garantir a saúde os limites do (a) quanto de deixar claro que a situação não faz parte do jogo. Há jogos, por exemplo, em que o submisso pede para que a dominadora pare, quando na verdade não quer. SEGURANÇA FAZ PARTE DO JOGO DE REPRESENTAÇÃO É o caso, por exemplo, do ageplay, em que um submisso (a) interpreta um aluno (a) apanhando de uma professora. É óbvio que ele (a) irá reclamar, pedir para que ele pare, levar a mão à bunda. Tudo isso faz parte do jogo, e torna a cena ainda mais erótica. Assim, é necessária uma outra palavra, fora do contexto, que deixe claro que realmente o limite do (a) submisso (a) foi ultrapassado. Essa palavra pode ser mais convencional, como “vermelho”. O importante é que ela esteja bem estabelecida entre as duas partes e, principalmente, que o dominador pare imediatamente tudo que está fazendo assim que a safe é dita. A palavra safe tem um significado importante: simboliza que o submisso (a) está a salvo, protegido, não só por uma palavra, mas principalmente pelo carinho e atenção de sua dona para com ele (a). Quando o submisso estiver amordaçado ele irá precisar se comunicar de uma outra forma, então é sempre bom deixar algum objeto do lado que ele possa segurar com os pés, mãos ou até mesmo fazer algum gesto para demostrar a SAFEWORD.

  • O que é o Orgasmo de Verdade Para a Mulher?

    Quantas mulheres você já soube que tiveram orgasmo? Pergunte às suas amigas, quantas delas podem dizer com certeza que já experimentaram a sensação? Muitas delas podem ficar em dúvida e, as que ficarem em dúvida foi porque nunca sentiram realmente, pois fala-se muito que quem já teve de verdade tem certeza disso, sabe o que é o orgasmo sem pensar duas vezes. A melhor forma de descobrir realmente se uma mulher teve orgasmo em sua vida é perguntar sobre o que sentiu no momento. Se você começar a tentar comparar a sensação com alguma outra coisa como andar de montanha russa, saltar de paraquedas ou qualquer outra atividade esportiva que traga adrenalina, o caso é pior do que se imaginava. O orgasmo dificilmente pode ser comparado com isso, pois é uma sensação única de frisson e bem estar que faz com que a mulher saia do corpo por alguns segundos e volte à consciência logo depois, se sentindo extasiada. Dificuldade em ter orgasmo Porém, não é preciso se envergonhar se você não sabe o que é o orgasmo por nunca ter sentido um, isso não significa que a culpa é sua necessariamente ou do seu parceiro, pois estudos já identificaram através de pesquisas que a mulher sente muita dificuldade em chegar lá. Diferente dos homens, a mulher é muito mais sensível e suscetível ao ambiente, ou seja, vários fatores podem influenciar e fazer com que ela tenha ou não orgasmo e não simplesmente o estímulo sexual como ocorre com os homens. Para os homens é tudo mais simples, basta manter um estímulo frequente e movimentos repetitivos na região do pênis para que ele ejacule e tenha orgasmo, já a mulher não. Para a mulher existem alguns detalhes importantes como ter confiança em seu parceiro, estar satisfeita com seu próprio corpo, estar relaxada sem preocupações exteriores e ter conhecimento sobre seu próprio corpo e as áreas que mais a deixam excitada. Muitas mulheres podem ter realmente um distúrbio sexual, que é o caso daquelas que não sentem prazer sexual. A falta de desejo pode existir em alguns casos e uma mulher só saberá disso se for diagnosticada após uma consulta ao ginecologista. Alguns outros fatores como o tabagismo, menstruação, álcool, dependência química, uso de tranquilizantes e anticoncepcionais de baixa dosagem, doenças como diabetes, endometrioses, miomas e doenças vasculares, além da menopausa, podem fazer com que a mulher perca o desejo sexual. Obviamente, as causas podem ter origem psicológica também como quando uma mulher sofreu algum abuso na infância, foi estuprada na fase adulta ou tem alguns tabus devido à religião ou outros fatores. Assim, isso pode criar barreiras e impedir a liberdade sexual e, consequentemente, a chegada ao orgasmo. Vamos conhecer abaixo alguns mitos e verdades para você entender exatamente o que é o orgasmo e se inteirar mais sobre este assunto. 1. A culpa é sempre do parceiro FALSO! Na maioria das vezes cada pessoa é responsável pelo seu próprio orgasmo. Claro que alguma exceções existem e o homem pode ser realmente péssimo em estimular a mulher e ser egoísta na cama, mas a mulher precisa saber que partes mais a excitam e passar a informação ao parceiro. Nenhum homem pode adivinhar isso, talvez na sorte ele possa acabar descobrindo, mas ter conhecimento do seu próprio corpo ajuda (e isso aliás é possível através da masturbação) e é essencial para que você chegue lá. Lembre-se de estar bem relaxada também, alivie todas as tensões e entregue-se por completo, sem medo de ser feliz. 2. O orgasmo é muito intenso FALSO! A ideia de que o orgasmo tem que ser uma sensação intensa como se estivesse saindo do chão, vendo estrelas, fazendo uma viagem astral, sentindo uma euforia inexplicável e tudo mais, não passa de mito. As sensações do orgasmo podem variar de pessoa para pessoa e em algumas mulheres não é tão intenso, mas sempre causa uma sensação plena de satisfação e certa inconsciência por alguns segundos. Quando sentir uma situação crescente de excitação que chega ao clímax, você vai entender o que é o orgasmo. Alguns fatores que diferenciam os orgasmos nas mulheres são as emoções, sentimentos, lembrança de orgasmos anteriores, tempo, ambiente e parceria sexual. 3. Existe uma receita para o orgasmo FALSO! Como mencionado acima, a sensação sobre o que é o orgasmo é diferente para cada mulher. Portanto, a busca pelo orgasmo também é, por isso não existe uma receita de bolo para chegar lá. Cada mulher é um ser único, subjetivo e a fórmula que funciona para uma mulher pode não funcionar para outra. Cada uma deve descobrir a chave do sucesso para seu próprio orgasmo e guardar isso para si mesma, pois os seus gostos sexuais nunca serão iguais de suas amigas. A única forma de descobrir é praticando muito e de formas diferentes. 4. O tempo de orgasmo é igual para homem e mulher FALSO! O processo de orgasmo da mulher é bem mais lento e vai crescendo gradualmente. A mulher tem a diferença anatômica de precisar estar bem lubrificada para ser penetrada sem dor ou desconforto, já o homem, assim que estiver ereto, já está pronto para a prática e para gozar. Porém, em certos momentos o orgasmo da mulher pode ser rápido, se ela estiver realizando alguma fantasia, por exemplo. Isso varia de acordo com a situação e emoções, mas o orgasmo do homem costuma ser mais rápido. 5. Preliminares longas causam orgasmos mais intensos FALSO! Como mencionado acima, a mulher pode ter orgasmos logo no início da atividade sexual apenas se estiver muito excitada e estimulada mentalmente. Se já houver um tesão prévio e um estímulo mental muito forte relacionado a fantasias, a mulher pode ter orgasmos sem muito esforço. Aliás, existem mulheres que têm orgasmos sem contato nenhum, apenas com a força do pensamento. 6. Toda mulher pode ter orgasmo VERDADEIRO! Exceto aquelas que sofrem distúrbios que comprometem a resposta sexual, mas toda mulher tem a capacidade e todos os aparatos biológicos necessários para ter um orgasmo. Nenhuma mulher nasce sabendo o que é o orgasmo ou com esse dom/privilégio de ter orgasmo. Todas podem ter, a diferença é que umas conseguem descobrir como mais facilmente e outras podem levar uma vida inteira. 7. Mulheres também ejaculam HÁ CONTROVÉRSIAS! Algumas experiências comprovaram que algumas mulheres podem ejacular um líquido quando estão muito excitadas. Por algum tempo achava-se que era urina, mas o líquido é branco, diferente da coloração do xixi. Alguns vídeos mostram o acontecimento, inclusive vídeos pornô, mas existe uma polêmica sobre esse assunto, pois algumas cenas são muito forçadas e acredita-se que isso é “produzido” apenas para filmagens pornográficas. Porém, sabe-se que a mulher produz um líquido lubrificante, mas isso geralmente é liberado ao longo da relação sexual e não de uma única vez em um jato. 8. Orgasmos múltiplos existem VERDADEIRO! Ter orgasmos múltiplos é um fato possível, isso depende da estimulação e do grau de excitação da mulher. Algumas mulheres podem ter predisposição para orgasmos múltiplos e isso não quer dizer que é melhor do que um único orgasmo. Na verdade, um único orgasmo pode ser mais intenso, enquanto que vários podem ser mais curtos e menos intensos, porém mais prolongado. São sensações distintas e ambas prazerosas. 9. Não existe orgasmo sem envolvimento afetivo FALSO! O orgasmo pode acontecer até mesmo com um completo desconhecido. Muitas pessoas não conseguem separar sexo de amor, mas isso é possível sim. A excitação sexual pode estar atrelada a um relacionamento afetivo ou não. Independente disso, a mulher pode chegar lá se estiver com muito tesão, seja com um parceiro de anos ou uma aventura sexual com um desconhecido. Tudo depende da sintonia sexual e o grau de excitação de ambos durante a atividade. 10. Orgasmo vaginal e clitoriano são iguais VERDADEIRO! O orgasmo é um só, independente do estímulo, que pode ser vaginal, clitoriano ou anal. Enfim, não interessa o estímulo, a sensação do orgasmo é a mesma. Algumas mulheres podem precisar de estímulo clitoriano para gozar, enquanto outras o fazem apenas com a penetração, não interessa o estímulo, a sensação ao final será exatamente igual, assim como a sensação de bem estar.

  • Cuckquean o prazer em ver o parceiro com outra!

    Cuckquean (ou cuckqueaning) é o termo para o fetiche em que uma mulher sente excitação sexual ao ver, imaginar ou saber que o seu parceiro (homem) está tendo relações sexuais com outra mulher. É a versão feminina do cuckold (onde o homem gosta de ver a parceira com outro homem). Enquanto o cuckold é mais conhecido e discutido, o cuckquean é menos visível, mas segue o mesmo princípio psicológico: prazer no voyeurismo, na humilhação erótica (consensual), na comparação, na submissão ou na excitação da "infidelidade controlada". O que gera o prazer? As razões variam de pessoa para pessoa, mas os principais gatilhos psicológicos e sexuais costumam ser: Voyeurismo: Excitação ao assistir ou ouvir o parceiro dando prazer a outra mulher. Humilhação erótica (humiliation kink): Sentir-se "inferior", "substituída" ou "não suficiente" de forma consensual e excitante. Comparação: Ver o parceiro mais excitado, mais dominado ou dando mais atenção à outra. Compersão invertida: Prazer no prazer do parceiro (compersion), mas misturado com ciúme erótico. Submissão: Entregar o parceiro para outra mulher como ato de entrega total. Tabu e quebra de monogamia tradicional: A excitação vem da violação controlada da exclusividade sexual. Muitas mulheres cuckquean relatam que o ciúme inicial se transforma em excitação intensa (o famoso "ciúme bom"). Como funciona na prática? Consenso total e comunicação Tudo deve ser 100% consensual. Conversas longas, limites claros (hard/soft limits), safeword e aftercare são essenciais. Definir regras: pode beijar? Penetração? Cumshot? Overnight? Namoro paralelo? Etc. Formas mais comuns de praticar Assistir ao vivo: A mulher fica no quarto, assiste ou fica escondida. Ouvir: O parceiro transa com outra e a cuckquean fica no outro cômodo ouvindo. Relato detalhado (reclaim sex): O parceiro volta e conta tudo com detalhes enquanto transa com ela. Hotwife reversa: A mulher escolhe a outra mulher, prepara o encontro, filma, etc. Denial + cleanup: A cuckquean fica sem sexo enquanto o parceiro transa com outra, depois limpa (creampie cleanup) ou assiste ao reclaim. Vixen + Stag com elemento cuckquean: Às vezes a mulher também participa, mas o foco emocional é na submissão ao prazer dele com outra. Papéis comuns Cuckquean: a mulher que sente o fetiche. Bull (ou Vixen): a outra mulher (pode ser dominante com a cuckquean ou apenas focada no homem). Hot Husband / Stag: o parceiro que desfruta da liberdade. Diferenças importantes Não é traição: é combinado. Não é necessariamente BDSM, mas costuma andar junto com dominação, humilhação, chastity, etc. Pode ser ocasional (uma fantasia) ou estilo de vida (poly + kink). Dicas de quem pratica Comece devagar: fantasias durante o sexo, pornô do tema, roleplay. Escolha a "outra" com cuidado (preferencialmente alguém que entenda o kink e respeite a relação principal). Aftercare forte: muita reconexão emocional depois, para não machucar a autoestima. Ciúme real x ciúme erótico: é normal sentir os dois. O segredo é transformar o ciúme em combustível sexual. Se você está explorando isso como cuckquean, como parceiro de uma, ou só por curiosidade, o mais importante é a comunicação honesta e o consentimento entusiástico de todos envolvidos. Quer que eu explique alguma variação específica (como cuckquean extremo, com humilhação pesada, cleanup, etc.) ou como introduzir o tema no relacionamento?

  • Alimentos Afrodisíacos Existem?

    Quando se fala em alimentação e sexo, uma das primeiras coisas que vem à cabeça das pessoas é sobre alimentos afrodisíacos. Quem nunca ouviu falar sobre algum alimento que poderia ajudar em momentos de intimidade? Existem diversas teorias de que alimentos como Maca Peruana, Tribulus terrestris, Ostras, entre muitos outros, são benéficos para a relação sexual. Mas, será que isso é verdade? Mitos e verdades sobre os Alimentos Afrodisíacos Romã Por causa da grande quantidade de sementes, a romã era associada à fertilidade na antiguidade. Ela tem um forte poder antioxidante e pode ter benefícios cardiovasculares, o que é muito positivo na sexualidade. Mas não se pode afirmar que é afrodisíaca. Ostras As ostras são ricas em magnésio, o que poderia explicar a sua atribuição afrodisíaca. Os níveis de magnésio parecem estar ligados aos níveis de testosterona. A deficiência de magnésio pode aumentar inflamação, por isso, é importante manter uma ingestão adequada deste mineral. Baixos níveis de magnésio estão associados a ejaculação precoce. Contudo, o magnésio pode ser encontrado em maior quantidade em outros alimentos como: sementes de abóbora, espinafre e quiabo. Tamarindo É utilizado principalmente na África e Índia como afrodisíaco. Extrato aquoso de Tamarindo tem atividade afrodisíaca e espermatogênica. Ovo de codorna O ovo de codorna, conhecido estimulante sexual, possui nutrientes que ajudam na formação hormonal, porém não apresenta características nutricionais que comprovem estímulos na sexualidade. Assim como os coelhos, a ave codorna é conhecida por se reproduzir em um curto espaço de tempo e, segundo a lenda popular, seus ovos podem transmitir esta potência para os humanos. Mas essa crença do ovo de codorna na melhora da sexualidade é Mito. Melancia A melancia contém uma alta concentração de L-citrulina, especialmente na parte branca. Esse aminoácido é precursor da arginina que aumenta a formação de óxido nítrico e facilita a vasodilatação. Vasodilatação é muito importante na saúde sexual, tanto do homem, quanto da mulher. Leguminosas, sementes e oleaginosas – grão de bico, amendoim e castanha de caju São fontes de magnésio, folato e zinco. A deficiência de zinco pode ocasionar hipogonadismo. Estudos em ratos comprovaram o efeito afrodisíaco do zinco. Mas, nem sempre é necessário suplementar, basta consumir quantidades adequadas. Alimentos ricos em folato, zinco e antioxidantes melhoram fertilidade. Pimenta Há muito tempo se fala em suas propriedades em aumentar prazer sexual, porém os estudos não comprovam essa teoria. Pelo contrário, já houve um estudo que mostrou redução do desejo sexual em ratos. A capsaicina é utilizada como analgésico, mas parece não ter benefícios na função sexual. Temperos como: canela, coentro, manjericão, cardamomo, alho Também tem efeitos na saúde cardiovascular, propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, mas não há comprovação de seus efeitos na função sexual. Chocolate Há muito tempo, o chocolate é considerado um dos alimentos afrodisíacos. A igreja tentou até proibi-lo na Europa no século XVII, pois acreditava-se que ele aumentava a libido. O cacau é rico em antioxidantes poderosos e pode aumentar os níveis de serotonina, o que colabora para a sensação de bem estar e talvez possa explicar sua fama. Mas os estudos não conseguiram comprovar que ele tenha esse efeito afrodisíaco. Algumas plantas medicinais também foram associadas à melhora da saúde sexual. Veja quais são elas: Ginseng coreano – Panax ginseng É utilizado com muitas finalidades, pois é adaptógeno, melhora disposição e reduz estresse. Possui quantidade maior de estudos relacionados à sexualidade, principalmente em homens. Atua também na vasodilatação e na liberação de óxido nítrico. Mas existem diversas contraindicações e seu uso não deve ser feito sem acompanhamento de médico ou nutricionista qualificado. Tribulus terrestris Recentemente passou a ser muito utilizado, pois se acreditava que tinha o poder de aumentar níveis de testosterona. Os estudos mostraram que isso não acontece, mas apesar deste fato, o tribulus pode ajudar na saúde sexual por outros mecanismos, como o aumento da liberação de óxido nítrico, além de apresentar papel anti-inflamatório e modular hormônios. Foi estudado para melhorar libido após menopausa. Também deve ser usado com acompanhamento profissional, pois pode causar hepato e nefrotoxicidade. Maca peruana – Lepidium meyenii A maca tem origem nos Andes e era utilizada pelos povos antigos como alimento para os animais, com o objetivo de aumentar a procriação. Ela é planta uma crucífera, mas a parte utilizada como afrodisíaca é a raiz. Estudos animais mostraram aumento na libido e na função erétil, e alguns estudos em humanos demonstraram resultados promissores. É um alimento seguro, porém a dosagem para esse fim ainda precisa ser definida. Vitamina D A Vitamina D é um hormônio esteroide e auxilia na síntese de hormônios sexuais: estrogênio, progesterona e testosterona. Podemos encontrar a Vitamina D em alimentos como salmão, sardinha, atum, iogurte, cogumelo.

  • O QUE É POLIAMOR?

    O que é Poliamor Poliamor é a prática ou desejo de ter mais de um relacionamento, seja sexual ou romântico, simultaneamente com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos. Poliamor: No Poliamor existe mais de uma formação de casal. São relacionamentos que acontecem paralelamente, envolvendo três ou mais pessoas de maneira consensual, ou seja, todos sabem uns dos outros. Prega-se que o amor é livre e não deve ser direcionado ou limitado a uma pessoa só. Existem algumas variações de relacionamento dentro do Poliamor: Poliamorismo Grupal: trata-se de uma “relação em grupo” onde todos os envolvidos uns com os outros, ou seja, todos estabelecem relações amorosas entre si; Poliamorismo Interconectado: cada pessoa envolvida tem relações distintas das do parceiro, ou seja, os namorados de um não se envolvem com os de outros; Poliamorismo Mono/Poli: o poliamorista possui suas relações paralelas enquanto o monogâmico continua se envolvendo com o único parceiro. Poliamorismo Mono/BDSM: o poliamorista possui relações de dominação/submissão enquanto o monogâmico continua se envolvendo com o único parceiro. Ciúmes: o combinado não sai caro Apesar de linda, essa é uma afirmação difícil de se colocar em prática em qualquer relacionamento da vida. No entanto, muita gente pensa que os adeptos do poliamor não sentem ciúmes e pasmem! estão redondamente enganados. Mas, assim como nas configurações monogâmicas, o ciúme é uma atitude a ser trabalhada no relacionamento poliamoroso. Então sim, é preciso desenvolver as habilidades relacionadas à comunicação, para que as partes encontrem um bem comum, e acordem as decisões para que ninguém fique emocionalmente ferido. Afinal, “o combinado não sai caro”. Principais pilares do poliamor Autenticidade: esteja sempre confortável com você; Confiança: acredite nos seus parceiros; Honestidade: é a essência do poliamor; Liberdade: ninguém é posse de ninguém; Sexualidade: todos devem estar de acordo em relação às questões sexuais do relacionamento. Falando de liberdade, é importante entender que o amor não se trata de posse. Uma vez que se entende isso, as portas para o poliamor ficam ainda mais acessíveis. De acordo com os especialistas, este é mais um processo de autoconhecimento.

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