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  • Mistress Ju Leah, eu não entendo! Porque a dor gera prazer?

    Isso é uma das perguntas mais frequentes que ouço, mas lembre bem..."uma das", irei uma vez por semana colocar as perguntas mais frequentes que ouço e suas respostas, quem sabe sua pergunta não aparece aqui! Hoje iremos falar sobre dor x prazer, algo em nossa mente tão distante essas sensações né! Pois bem, estão mais próximas do que imaginamos! O corpo usa os mesmos “caminhos” para dor e prazer Quando sentimos dor, o cérebro libera endorfinas e adrenalina para tentar reduzir o desconforto. Essas substâncias podem provocar: Sensação de euforia Bem-estar Relaxamento profundo Aumento da sensibilidade corporal Ou seja, a mesma química que protege do sofrimento pode virar prazer dependendo do contexto. Dor é estímulo intenso Para o cérebro, intensidade chama atenção.Estímulos fortes ativam áreas ligadas a: Excitação Foco Atenção Presença total no corpo Quando essa intensidade é combinada com segurança, consentimento e entrega, o cérebro interpreta o estímulo como prazer ao invés de ameaça. Bom até ai ok né? A ciência explica a parte quimica dessa reação em nosso corpo, mas é só isso? Então porque não ficamos excitados com todas as dores que nos ocorre? Logo vem a explicação psicológica... o emocional. O papel do contexto emocional Se a pessoa está: Confiando em quem aplica o estímulo Consentindo com a prática Esperando esse tipo de sensação O cérebro entende: “Posso relaxar, isso não é um perigo real.” Então ele transforma dor → em prazer, alívio, conexão ou êxtase. O ciclo bioquímico do “prazer da dor” Experiência intensa → liberação de adrenalina Adrenalina alta → endorfinas para compensar endorfinas + dopamina → Sensação de prazer, alívio, até alegria É um mecanismo natural, não uma “anomalia”. Para muitas pessoas, a dor funciona como “âncora” Ela: Tira da mente e traz para o corpo Quebra tensões emocionais Traz sensação de presença e entrega Pode até ajudar a entrar em estado de transe ou subspace Não é só físico é químico, emocional e simbólico. No BDSM, a dor que gera prazer não é sobre machucar, e sim sobre estimular, provocar, conduzir estados. O que transforma dor → prazer é contexto, intenção, ritmo e vínculo.

  • Explorando o Mundo dos Acessórios BDSM

    Dildos: Variedade de acessórios para estímulos diversos Os dildos são acessórios projetados para penetração e estimulação, podendo ser usados de forma solo ou em parceria. Eles se diferenciam por tamanho, formato, material e funcionalidades, o que permite uma ampla gama de experiências. Dildos Realísticos Imitam a aparência e textura do pênis humano, com veias, glande e até mesmo testículos. São indicados para quem busca uma sensação mais natural e visualmente fiel. Dildos de Vidro ou Cristal Conhecidos pela rigidez e facilidade de limpeza, esses modelos permitem variações de temperatura para aumentar o prazer. São ideais para quem gosta de experimentar sensações térmicas. Dildos de Silicone Muito populares pela segurança e conforto, o silicone é um material hipoalergênico e flexível. Existem versões com texturas variadas para estimular diferentes áreas. Dildos com Vibração Incorporam motores que proporcionam vibrações intensas, podendo ter múltiplos modos e níveis de intensidade. São indicados para quem quer combinar penetração com estimulação vibratória. Plugs Anais: Segurança e Prazer Controlado Os plugs são acessórios menores, geralmente usados para estimulação anal, e são fundamentais para quem deseja explorar essa área com segurança. Eles possuem uma base larga para evitar que sejam inseridos completamente, garantindo conforto e controle. Plugs Simples Formato cônico ou arredondado, ideais para iniciantes. Permitem uma introdução gradual ao prazer anal. Plugs com Cauda Incorporam uma cauda de pelúcia ou outro material, usados para jogos de dominação e fantasia, adicionando um elemento visual e lúdico. Plugs Vibratórios Assim como os dildos, alguns plugs possuem vibração para intensificar a sensação anal. Plugs de Metal Pesados e frios ao toque, oferecem uma sensação única e são fáceis de higienizar. Podem ser usados para práticas que envolvem controle de temperatura. Próteses Penianas: Versatilidade e Realismo Prótese Realistica As próteses penianas são acessórios que podem ser usados para aumentar o tamanho do pênis, substituir ou complementar a ereção natural. Elas são muito usadas em práticas de BDSM para jogos de dominação, troca de papéis e estimulação prolongada. Próteses com Cinta (Strap-ons) São fixadas ao corpo com cintas ajustáveis, permitindo que o usuário penetre o parceiro. Existem modelos com diferentes tamanhos e texturas. Próteses com Vibração Incorporam motores para estimular ambos os parceiros durante a penetração. Próteses Infláveis Permitem ajustar o volume para maior conforto e personalização da experiência. Próteses Realísticas Imitam fielmente o pênis, com detalhes anatômicos e textura suave, proporcionando uma sensação mais natural. Plug Anal Como Escolher o Acessório Ideal Saber quais os tipos de dildos, plugs e próteses penianas escolher depende de vários fatores, como experiência, conforto, objetivos e preferências pessoais. Aqui estão algumas dicas para facilitar a escolha: Considere o Material Prefira materiais seguros para o corpo, como silicone médico, vidro temperado ou aço inoxidável. Evite materiais porosos que acumulam bactérias. Tamanho e Formato Comece com tamanhos menores se for iniciante. Formatos cônicos facilitam a inserção, enquanto texturas podem aumentar a estimulação. Funcionalidades Extras Vibração, controle remoto e ajuste de temperatura são recursos que podem enriquecer a experiência. Compatibilidade com Lubrificantes Use lubrificantes à base de água com silicone para evitar danos ao material. Higiene e Manutenção Escolha acessórios fáceis de limpar e que possam ser esterilizados para garantir segurança. Segurança e Consentimento no Uso No BDSM, o uso de dildos, plugs e próteses penianas deve sempre respeitar o consentimento e os limites de todos os envolvidos. A comunicação clara antes, durante e depois das práticas é essencial para garantir uma experiência positiva e segura. Use lubrificante adequado para evitar desconfortos e lesões. Higienize os acessórios antes e depois do uso. Estabeleça palavras de segurança para interromper a prática se necessário. Respeite o ritmo e os sinais do parceiro. Conclusão: A Importância da Exploração Segura Explorar o universo do BDSM é uma jornada pessoal e transformadora. Compreender quais os tipos de dildos, plugs e próteses penianas disponíveis é o primeiro passo para enriquecer suas experiências. Não tenha medo de experimentar, mas sempre faça isso de forma segura e consensual. A liberdade de explorar seus desejos é o que torna essa prática tão especial. Então, o que você está esperando? É hora de se aventurar e descobrir novas sensações!

  • Qual é o real prazer em tomar choque?

    Eletroestimulação: práticas de eletroestimulação não são frequentes dentro da comunidade BDSM. Um ponto bastante reforçado por pessoas da comunidade é que eletroestimulação não é aplicação de choques elétricos e sim eletro estímulos externos completamente diferentes e atuando profundamente no corpo, tendo uso de eletrodo. Eletrodo: condutor metálico de vários formatos, por onde uma corrente elétrica entra no sistema ou sai dele. O eletrodo dentro do BDSM é usado para aplicação de impulsos elétricos no corpo humano. Existem aparelhos específicos para esta prática que limitam a corrente utilizada e advertem claramente em seu manual de instruções que toda e qualquer atividade com eletroestimulação deve ser feita da cintura para baixo. Esta prática é proibida aos portadores de marca-passo, cardiopatas e pessoas que sofrem de epilepsia. Também é desaconselhada para pessoas que têm "piercings" no corpo. Esta prática requer conhecimentos de anatomia e eletricidade para se alcançar todo o potencial existente. Pode-se, segundo depoimentos de aficcionados, conseguir a estimulação involuntária de nervos e músculos no corpo, gerando desde uma simples sensação de "formigamento" até seguidos orgasmos. *** Você já parou para pensar na sensação de você estar sob a dominação de uma rainha, estando todo imobilizado e ela vindo com um eletroestimulador pronta para dominar? E agora? Nossa não tem como eu fugir? Mas ela esta tão encantadora! - Sim! é realmente uma mistura de medo e prazer realmente, e isso lhe dá muito medo,mas ao mesmo tempo lhe dá muito tesão! Tudo primeiramente é questão de saber o que estar por vir. A rainha tem que deixar o submisso conciente sobre as praticas e seus riscos. Após isso já conversado é quase inevitavel que aconteça a segunda coisa...confiança, em uma prática de eletroestimulação você tem que saber e tirar todas suas duvidas e após isso se a rainha for de sua confiança realmente você deve confiar que você terá uma sessão totalmente segura entre ambas as partes e isso incluindo a palavra de segurança. Então acredito que agora o medo já não é mais tão grande né? Vamos deixar o prazer rolar e aproveitar mais essa experiência? Que tal agora? ***créditos ciadodesejo

  • Você já parou para ver se você tem essência do Poder Dominante?

    Enquanto a ideia popular faz dos Dominadores pessoas agressivas, esses grandes seres alcançam influência demonstrando sua competência e valor para suas posses e/ou outras pessoas no meio. Não se trata apenas de um perfil que fetichiza a conquista do poder, mas sim de quem ascende a hierarquia para sucesso geral da relação e dos indivíduos dentro desta. Num primeiro olhar, tanta autoconfiança pode parecer arrogância ou bravata. Num segundo olhar percebemos que Dominantes são contundentes em sua comunicação e gostam de chegar direto ao ponto. Para ser um Dominador, não basta ter apenas um perfil dominante, é preciso exercitar algumas características que transformem instintos natos em algo construtivo. A Dominância, no que tange o BDSM, precisa ser galgada em alguns aspectos morais. Alguns deles precisam ser exercitados ao longo da vida. Dentre estes aspectos estão habilidade em se comunicar, a empatia, a humildade, a responsabilidade e a lealdade. Habilidade na Comunicação e Empatia - Isso se chama Poder Coloquei comunicação e empatia juntas pois acho que uma deriva do esforço da outra. As habilidades em se comunicar com alguém nascem de uma visão menos moralista de mundo, em parar de ver atitudes e palavras como boas ou más, certas ou erradas (o sentido de certo e errado vai variar segundo as regras do Dominante). É consequência da tentativa genuína de compreender o outro em sua totalidade, é a ênfase em expressar e captar sentimentos e necessidades, em vez de críticas ou juízos de valor. Manter um canal honesto e sincero de comunicação é essencial para realinharmos a relação sempre que preciso for. A habilidade de falar e ouvir é uma característica a ser trabalhada por ambos no relacionamento, mas ainda mais por quem ficará responsável pelas decisões de acatar ou não queixas, e o que fará em relação a elas. Humildade Humildade também é uma característica que complementa as duas de cima. Humildade para reconhecer as próprias falhas, os próprios limites, e os próprios erros. Humildade em se colocar na posição de aprendiz muitas vezes enquanto ensina e disciplina alguém. Reconhecer-se como um ser falível. Estar disposto a colocar algumas necessidades no bolso em favor do bem estar do submisso e da relação. Orgulhar-se das próprias habilidades e talentos enquanto compreende-se que estamos em constante crescimento e aprendizado. Ou seja: não sabemos tudo. Responsabilidade Dominadores precisam ter um senso bastante apurado de responsabilidade. Responsabilidade pelas decisões que tomam, e dos seus possíveis desdobramentos. Consciência de possíveis consequências, tanto positivas quanto negativas, de tudo o que está sob sua responsabilidade. A responsabilidade puxa o Dominador para o aprendizado e a humildade. Compreender que não se assumem riscos do que não se conhece e que é preciso reconhecer erros para que se arque com as consequências negativas de algum ato. Seja no sentido subjetivo da relação ou nas práticas e cenas. Lealdade Esta talvez seja uma das características mais importantes, pois é dela que nasce boa parte do respeito e da admiração que um submisso nutre pelo seu Dono. A lealdade é a coerência e contundência numa relação. Se trata do quanto uma pessoa consegue se manter fiel aos próprios valores e as promessas que fez a si e ao próximo. Numa D/s, diz respeito a manter os acordos e comunicar sempre que perceber certa dificuldade em mantê-los. As pessoas respeitam e aceitam ser guiadas por aquilo que elas enxergam como norte, por quem é pouco volátil e por quem honra as próprias palavras.

  • Tickiling Cócegas Prazer

    A terminologia oficial para o fetichismo por cócegas é conhecida como knismolagnia (ou knismofilia ou titillagnia [i] ), que é a excitação sexual derivada de fazer cócegas em alguém ou da sensação de sentir cócegas em si mesmo. Tickle – é dar prazer ou gratificar. Fazer cócegas é uma prática inofensiva que a maioria de nós desfrutamos inocentemente quando bebês e crianças, com jogos como “Este porquinho” e “Monstro de cócegas”. Quando adolescentes e jovens adultos, as brigas de cócegas costumam fazer parte de nossa introdução ao toque lúdico como uma porta de entrada sexual para flertar, apalpar sua namorada ou acariciar uma paixão recém-descoberta. Fazer cócegas pode ser uma maneira divertida de se tornar íntimo de alguém, de tocar, provocar e flertar. Fazer cócegas pode ser muito infantil, divertido, excitante e até erótico para alguns. Para outros pode ser o seu pior pesadelo, ou até mesmo usado como punição. Então, tickiling cócegas prazer quando se tornam um fetiche? As cócegas podem ser um interesse sexual ou um fetiche sexual (parafilia) na idade adulta, dependendo da sua definição. Qual é a diferença? Realmente, não muito. Um interesse sexual pode se transformar em parafilia dependendo de quão intensa se torna a fixação nele e se a atividade causa problemas em sua vida. Na maioria das vezes, um fetiche é visto como um interesse sexual inofensivo se não machucar ninguém. “Quando você olha para os estereótipos culturais sobre o que constitui sexo “normal”, praticamente qualquer coisa que você faça fora da relação missionária heterossexual casada pode ser considerada “desviante” qualquer pessoa com genitália e cérebro” tem um fetiche sexual. Em vez de “desviantes”, acredito que os fetiches são “mágicos”: “Quando alguém tem um fetiche sexual, significa que para ele um objeto, maneira de vestir ou cenário específico assume uma qualidade mágica, tem um significado mais profundo e se torna parte de suas experiências sexuais favoritas – ou às vezes é absolutamente necessário para satisfazer a liberação sexual. .” Os fetiches tornam-se problemáticos quando o fetichista sente que não pode compartilhar honestamente seus interesses com o parceiro e/ou realizar sua fantasia. Isso leva a esconder seus impulsos sexuais no armário ou a reprimi-los, a sentimentos de culpa, a se sentir uma aberração ou a procurar maneiras pouco saudáveis ​​de viver suas fantasias. Quando uma pessoa não tem uma saída saudável para o seu fetiche, isso também pode levar a comportamentos ou atividades perigosas, extremas ou destrutivas. O que é fetichismo por cócegas? A terminologia oficial para o fetichismo por cócegas é conhecida como knismolagnia (ou knismofilia ou titillagnia), que é a excitação sexual derivada de fazer cócegas em alguém ou da sensação de sentir cócegas em si mesmo. Knismolagnia, vem de Knismesis, que é uma forma leve de cócegas, como quando um inseto faz cócegas nos pelos de seus braços, enquanto gargalesis é o termo para cócegas fortes, que tem como objetivo produzir risos. Definições de “Tickling”, de CR Harris, Universidade da Califórnia: Gargalesis: cócegas que provocam o riso, provocadas por uma pressão um tanto forte aplicada repetidamente em certas áreas sensíveis do corpo. Esta forma de cócegas não pode ser auto-induzida. Knismesis: Tipo de cócegas que é provocado por um leve movimento na pele e geralmente não está associado ao riso. A sensação pode ser facilmente produzida no eu. Definição: Knismolagnia refere-se a impulsos sexuais, excitação ou fantasias envolvendo cócegas. No que diz respeito aos fetiches, a knismolagnia é considerada uma das parafilias “mais obscuras” e menos pesquisada, e é basicamente inofensiva. No entanto, as pessoas que a têm muitas vezes preferem fazer cócegas a outras atividades sexuais, incluindo relações sexuais. Na verdade, nenhuma atividade sexual precisa estar envolvida, e algumas pessoas podem ter orgasmo apenas com cócegas. Outros nem precisam ser tocados e podem ficar excitados apenas vendo alguém fazendo cócegas ou fazendo cócegas em outra pessoa. Como saber se você é knismofílico? “As cócegas provocam o riso através da antecipação do prazer.” -Carlos Darwin Se você tem impulsos sexuais intensos e recorrentes associados a cócegas, cócegas ou cócegas em outra pessoa, e é a única maneira de ficar excitado ou atingir o orgasmo, você pode ser um Knismofílico ou Ticklephile. Sintomas de Knismolagnia Excitação sexual obtida ao receber cócegas Interesse sexual em fazer cócegas Desejos sexuais intensos e recorrentes envolvendo cócegas Excitação sexual associada a cócegas Se você é um Ticklephile, você pode se enquadrar em uma destas categorias: Tickle Top - A pessoa que faz cócegas, ou faz cócegas, tortura outra com o objetivo de forçar a vítima, geralmente contida e indefesa, a rir histericamente, chorar, gritar, urinar, ejacular e até desmaiar por causa de cócegas intensas e prolongadas. Geralmente feito com consentimento para gratificação sexual erótica, mas às vezes usado como tortura eficaz de prisioneiros. Tickle Bottom - A vítima, geralmente contida, de tortura por cócegas, seja com o consentimento de um cócegas para exercício ou gratificação sexual ou por outros como tortura para obter informações ou para prazer sádico. Se sentir muitas cócegas, o “fundo” sofre uma agonia aguda devido aos reflexos automáticos do corpo, como risos histéricos, gritos, choro, espasmos musculares, micção, ejaculação e até convulsões e perda de consciência. Comum na prática de BDSM (bondage sado-masoquismo), o fundo das cócegas deve estar em boa saúde física porque cócegas intensas podem causar derrames e convulsões. Entre os ticklephiles, os termos “Ler” e “Lee” também são usados ​​para rotular um tickler ou ticklee. A boa notícia é que fazer cócegas não é perigoso. A menos que envolva cócegas excessivas e ásperas que podem se tornar dolorosas; não é consensual (algumas pessoas não suportam receber cócegas); ou torna-se problemático: tão obsessivo a ponto de interferir na sua vida, no trabalho, na felicidade, na saúde ou nos relacionamentos. As más notícias? Você não pode fazer cócegas até rir. A menos que você seja esquizofrênico, porque “seus cérebros não conseguem diferenciar entre toques autogerados e toques gerados externamente” . A solução? Encontre um parceiro que goste de fazer cócegas tanto quanto você! Por que as pessoas ficam excitadas com cócegas? “Cócegas é um símbolo de movimento, de tirar as coisas de sua complacência. Quando alguém sente cócegas, pode tentar lutar contra as suas reações, mas é improvável que consiga permanecer imóvel. Eles começarão a ficar inquietos. De repente, eles se verão abrindo um sorriso, não importa o quanto tentem permanecer em sua postura estóica. Eles serão removidos de qualquer estado de controle em que se encontrem.” - ”Acendendo suas cócegas internas”, por TickleWriter Em primeiro lugar, nem todo mundo tem cócegas. Para alguns, sentir cócegas é extremamente desagradável e pode até ser doloroso. Para outros, eles podem não sentir absolutamente nada. E algumas pessoas sentem cócegas apenas em determinados momentos ou em certas partes do corpo. Na verdade, num estudo, apenas 32% dos entrevistados gostaram de sentir cócegas, 32% foram neutros e 36% não gostaram nada. A razão pela qual as pessoas sentem cócegas e riem quando fazem cócegas tem sido o foco de um debate sério entre filósofos, cientistas, investigadores e pensadores, incluindo Charles Darwin, Platão, Aristóteles, Francis Bacon e Galilieo Galilei, para citar alguns. E ainda estamos tentando descobrir por que as pessoas riem quando fazem cócegas, o que você pode ler sobre isso neste artigo: “Por que rimos quando sentimos cócegas”. Os cientistas das cócegas chegaram ao ponto de pesquisar que área do cérebro se ilumina quando você faz cócegas nos pés de uma pessoa enquanto está amarrado a um scanner cerebral de ressonância magnética. Parece uma tortura cruel para mim. Imagine estar preso a uma ressonância magnética e tentar ficar parado enquanto alguém faz cócegas em seus pés! E, de acordo com G. Stanley Hall e Arthur Alliń no artigo de jornal, “A psicologia das cócegas, do riso e dos quadrinhos”, apenas fingir que está prestes a fazer cócegas em alguém pode provocar o riso. Estranhamente, sentir cócegas também não é exclusivo dos humanos. Macacos, bonobos, macacos e ratos parecem gostar de receber cócegas, e os macacos até fazem jogos de cócegas. Maneiras de explorar cócegas Knismolagnia Como mencionado acima, o tique-taque pode ser explorado como uma atividade BDSM que inclui restrições, bondage, cócegas com as mãos ou outros brinquedos, como penas e cócegas eróticos. Pode ser uma forma de brincadeira, preliminares, humilhação, domínio e submissão, tortura ou punição, dependendo da intenção desejada. Fazer cócegas no BDSM também pode ser uma forma de jogo de sensações ou uma forma de induzir o orgasmo forçado (se o cócegas for sexualmente excitado por cócegas). Muitas vezes envolve escravidão, ou ser pressionado, ou é usado com uma palavra segura sem restrição. As cócegas também podem ser usadas com outras formas de brincadeiras de impacto ou brinquedos de sensações. Cócegas Eróticas Existem inúmeras maneiras de jogar cócegas com alguém. Depois, há cócegas eróticas. Este pode ser apenas um tipo lúdico de flerte que pode ser feito a qualquer hora do dia, totalmente vestido. Ou pode ser usado como preliminares para o evento principal. Cócegas eróticas podem ser usadas como parte do jogo de sensações. Você pode fazer cócegas com os dedos, com a língua, com os lábios, soprando na pele, com o cabelo ou com um brinquedo que faça cócegas como uma pena. Maneiras eróticas de fazer cócegas incluem: Soprar suavemente no ouvido de alguém. Lamber ao redor da orelha externa e do lóbulo da orelha e, em seguida, enfiar rapidamente a língua na orelha do seu amante. Passar as pontas dos dedos suavemente ao redor da linha do cabelo de alguém ou na nuca para causar arrepios e arrepios eróticos. Soprando na nuca e na coluna. Fazendo cócegas suavemente na parte inferior dos joelhos com leves dedos de aranha. Brincalhão apertando as laterais das rótulas. Beliscar, lamber ou mordiscar os dedos dos pés. Soprar na parte carnuda da barriga com os lábios para fazer um som de peido ou zumbido. Se você tem cabelo comprido, coloque-o sobre o corpo do seu amante e arraste-o lentamente sobre ele de forma que apenas as pontas toquem a pele. Usando uma pena ou espanador, palha, escova de cabelo, cotonete, pincel artístico, escova de dentes elétrica (ou vibrador) ou outro instrumento de cócegas, como uma roda de Wartenburg nos pés do seu parceiro, ou outros pontos delicados. (Aliás, Pteronfilia é a excitação sexual provocada por cócegas de uma pena. Segundo a Wikipedia, é derivada da palavra grega “pteron”, que significa pena ou asa.) Fazer cócegas na axila (também chamado de douhini) “é fazer cócegas na parte interna de uma axila exposta. O Douhini-er deve então gritar Douhini para surpreender ainda mais a vítima. Geralmente acompanhado por uma leve oscilação do dedo indicador. Em outros casos, um Douhini também pode ser um soco na axila, mas essa técnica geralmente é desaprovada.” Lugares eróticos no corpo para fazer cócegas Existem muitos lugares no corpo que podem causar cócegas. Os mais populares incluem os pés, as axilas e as laterais da caixa torácica. Mas não se limite apenas a essas áreas. Seja brincalhão, experimente e experimente diferentes lugares, bem como diferentes tipos de toque, desde suave e quase imperceptível até cócegas intensas. Não se esqueça de experimentar os órgãos genitais (vulva, clitóris, monte de Vênus ou pênis e testículos nos homens), seios, mamilos, parte interna das coxas, nuca, garganta e ponto de pulsação, sob o queixo, joelhos, bochechas, palmas das mãos da mão, cintura e bumbum. Você nunca sabe onde o lugar ideal do seu amor pode estar escondido! Divirta-se!: Seja brincalhão, explore e divirta-se. Afinal, fazer cócegas tem tudo a ver com rir e se divertir. Lembre-se de como era ser criança novamente e ria! Artigo Original publicado em Sexpert.com

  • Femdom: Aprofundando no universo da dominação feminina

    Femdom: Numa tradução literal significa Dominância Feminina, sendo uma união das palavras Female e Dominance. Se trata da prática do BDSM onde a mulher é a Dominante da relação. A Dominatrix para ser mais exato. A Origem do Femdom é antiga e um tanto incerta, pois em várias culturas e mitologias tinham mitos de Deusas e Rainhas que eram um símbolo de supremacia feminina, porém, houve uma na antiga mesopotâmia que é considerada a primeira figura de uma Dominatrix. A Deusa Inana, considerada a Rainha do céu, Deusa do sexo, guerra, justiça e poder político costuma ser dita como aquela que originou não só o Femdom, como também a figura da Dominatrix como conhecemos hoje.  O que conhecemos hoje como Dominatrix profissional não tem uma origem exata, acreditasse que tenha surgido em antigos bordeis na década de 1500, com as damas atendendo homens com desejos fetichistas, dessa forma já dá para imaginarmos o quanto isso evoluiu até os tempos atuais. Tudo isso é muito curioso, quando enxergamos o quão presente a Dominação Feminina esteve presente em uma sociedade dominada pelo patriarcado.    Práticas: Há muitas práticas presentes no femdom, muitas são simples e muitas bem complexas. Acredito que seja uma boa opção começarmos pela “Inversão de Papeis” esse é o nome da prática do sexo anal no femdom, e possui esse nome por colocar o homem numa posição frágil de uma mulher sendo devorada. Resumidamente: “um assume o papel do outro na hora do sexo”. Há diversas outras práticas que estimulam o um prazer extremo na Mulher Dominadora, no homem submisso e na mulher submissa também. Alguns exemplos dessas práticas: Pet Play, EletroShock, Breath Control, Infantilismo/ABDL, Tickiling, Podolatria/Botas, Facefuck, dentre muitas outras. Há uma que é simplesmente fascinante no Femdom, o CBT/Cock Ball Torture. Essa prática é a favorita da maioria das dominadoras, suponho que seja pelo fascínio de “brincar” com algo que só o submisso tem, isso numa sessão de mulher cis e homem cis, pois há muitas mulheres trans e muitos homens trans. Ainda assim, a pratica continua sendo umas das queridinhas de muitos, envolve um prazer difícil de explicar em ambos os lados, demonstra sadismo por acertar aonde dói e disciplina por mostrar que a mulher está no controle, machucando as bolas do homem e o deixando frágil e vulnerável. A lista de práticas é enorme e certamente abordei bem menos que 5% delas, então é sempre bom irmos descobrindo com nossas pesquisas.    Femdom hoje em dia: A Dominação Feminina não é apenas uma prática no meio BDSM... é um estilo de vida que muitas mulheres adotaram e vivem de maneira profissional e pessoal, estilo esse que é dividido com as pessoas certas que se submetem a elas e seguem suas regras pessoais. Assim como todo preconceito dentro do BDSM, o Femdom também é julgado por intolerantes e alguns ignorantes que não sabem como funciona, mas isso não deve impedir o fetichista de buscar aquilo que lhe dar prazer, lhe fascina e lhe faz feliz. Mesmo com toda imperfeição que nós humanos temos, ainda assim conseguimos nos unir de uma maneira ou de outra e o Femdom continuará unindo muitas dominadoras e subs, assim como as outras pessoas dentro do mundo fetichista mas fora do Femdom... sempre haverá preconceito, mas uma união que acredita no certo consegue ser mais forte que isso... espero que a gente viva intensamente cada vez mais.

  • Inversão de papéis no sexo, o que ajuda na relação?

    Do desejo feminino de ver o homem sendo penetrado, até o próprio homem descobrir uma sexualidade de um jeito diferente: a inversão de papéis no sexo pode surgir de ambos os lados. Protagonizado pela cinta peniana, que tem um pênis artificial acoplado, o fetiche faz parte da vida de casais heterossexuais que buscam novas sensações sexuais. Essa é uma prática que não está somente inserida no contexto do BDSM, mas sim, do contexto de sexualidade em geral. No BDSM, usa-se muito a expressão “pegging” e “Inversão”, acredito que se caracteriza melhor a palavra “inversão”, justamente por ser realizada por mulheres essa prática! Muitos já me perguntaram sobre a questão da masculinidade de quem prática inversão. Mas se fizer isso ele não é gay? Mas se ele faz isso com mulher, ele também faz com homens? Mas ele não vai mais querer transar com mulheres? Realmente é tantos “mas” que tem horas que paramos de prestar atenção em nossos sentimentos e desejos só para ouvir esses “mas” ...e daí? Vamos responder esses “mas”? Vamos lá! Claro que não! O homem realizar, ter desejo por inversão e até mesmo ele próprio usar vibradores, bullets, ou qualquer outro acessório apropriado para masturbação anal, não tem problema algum! O ânus é uma das principais regiões erógenas do corpo humano, os homens possuem uma próstata densa, que pode ser “tocada” através da penetração, e que, quando tocada, desencadeia um orgasmo até inclusive, muito mais intenso do que sem esse “toque”, até mesmo porque, a própria região anal, é, por si só, bastante sensível ao estímulo uma vez que, tem por ali, cerca de 4000 terminações nervosas! Quando o homem faz inversão ele não está em busca de um outro homem, mas sim em busca conhecer novas sensações em seu corpo. O homem quando é gay ele não está somente em busca de descobrir novas sensações, mas sim ele tem uma atração física e emocional por homens! Não são as mesmas coisas, e já passamos dá hora de entender isso, que conhecer nossos corpos e novas sensações, não tem nada haver com mudança de gênero. Conheço muitos homens que mesmo que gostam de realizar inversão, jamais largou de sentir tesão por mulheres! Muito pelo contrário, quando o homem realiza a pratica da inversão, ele aprende e entende melhor os prazeres que ele pode proporcionar a sua parceira também! E juntos podem ter uma intimidade de muita confiança e cumplicidade. Não podemos esquecer que esse a inversão foge um pouquinho da “norma” ao qual a sociedade está acostumada, logo, pode ser que sua parceira nem tenha pensado nessa hipótese, e está tudo bem! Tanto com o seu desejo, com a possível falta do dela! O mais importante vai ser sempre o diálogo. Eu sugiro que o assunto seja introduzido com calma e, de preferência fora da cama!

  • Ballbusting, chute nas bolas!

    O fetiche conhecido por ballbusting consiste no desejo sexual de homens por serem golpeados na região genital. O ballbusting faz parte das várias de práticas que o BDSM engloba. Além de estar relacionado com sadismo, masoquismo, dominação e submissão, as sessões seguem a regra do São, Seguro e Consensual e devem ter uma palavra de segurança, mesmo que muitos pedem para retirar a palavra de segurança...isso é imprecendivel imprescindível! Ainda que o golpe mais clássico seja o “chute no saco”, o ballbusting vai além de um "simples chute," vai de descanço até com botas. O fetiche envolve outras modalidades, e estão liberados pisões, puxadas, apertões, beliscões, mordidas, tapas, joelhadas, ser arrastado pelas bolas e por aí vai. Ballbusting, além do saco Mesmo que o termo ballbusting contemple apenas as “bolas”, o fetiche em si diz respeito à genitália masculina completa. Ou seja, o pênis entra na brincadeira também. Sem dó Para quem gosta de ballbusting, não existe encenação ou piedade – seja qual for o golpe escolhido, tem que ser bem dado e com bastante força. O prazer – físico e psicológico – envolvido no fetiche está relacionado, além de com a humilhação, com a dor, caso contrário perde toda a graça. Femdom Ainda que não haja uma regra específica, esse fetiche geralmente está relacionado ao Femdom, que é a dominação feminina. Logo, na maioria das vezes são homens sendo “torturados” por mulheres.

  • Quirofilia: conheça os segredos do fetiche por mãos

    O fetiche conhecido por quirofilia (hand fetish em inglês) consiste na forte atração sexual por mãos ou uma área específica delas, como os dedos, a palma, o dorso da mão ou apenas as unhas. E não necessariamente precise ser algo sensual. As coisas mais corriqueiras como lavar a louça do jantar ou servir um copo de suco pode causar excitação nos fãs de mãos. Mãos delicadas vs Mãos ásperas A maior parte dos homens que curtem esse fetiche mostram interesse por mãos femininas, macias e com unhas bem cuidadas. Já as mulheres tendem a preferir mãos masculinas que sejam grandes, com veias e ásperas que remetam ao trabalho duro. Enquanto mãos delicadas parecem lembrar aos homens de mulheres que se cuidam fisicamente, prezam pela higiene e pela boa aparência, a rusticidade nas palmas masculinas excita o imaginário das mulheres. Conscientemente ou involuntariamente, elas se pegam fantasiando sobre esse cara forte que não é tímido ao tocar as partes sensíveis do seu corpo, as domina com gentileza e experiência, as fazendo parecer frágeis, graciosas e desejadas. Fetiche por mãos no BDSM Ações realizadas com as mãos no universo do BDSM (conjunto de práticas que envolvem bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo) são todas muito simbólicas e fortes. É muito comum, por exemplo, a submissa ou bottom beijar as mãos do seu dominador ou top como sinal de respeito ao papel que ele representa. Em um bondage, as mãos do dominador serão usadas para amarrar as da submissa, a contendo. O mesmo acontece durante o spanking, mas agora as mãos do dom são usadas para o castigo físico ou para provocar a excitação da submissa enquanto apanha. Ela, posteriormente, nunca vai ser capaz de olhar para as mãos do seu mestre e não lembrar das sensações que ela é capaz de provocar. Quando a praticante possui fetiche com mãos, isso tudo é intensificado, é claro. Há até relatos de mulheres que ficaram tão excitadas com a aparência das mãos e seus movimentos ao realizar alguma atividade, que elas foram capazes de atingir o orgasmo sem nenhum estímulo físico em suas partes íntimas.

  • Podolatria, Prazer com os Pés!

    O desejo e atração por partes do corpo que não sexuais é mais comum do que se imagina. Esse não é um interesse exclusivo do sexo masculino. O fetichista sente prazer e se excita sexualmente pelos pés da outra pessoa, seja em olhá-los, cheirá-los, tocá-los ou mesmo ter os próprios genitais manuseados pelos pés do parceiro ou parceira. E, por mais estranho que isso possa soar, é a mesma coisa de quem sente prazer em olhar, tocar e beijar as nádegas e seios de uma mulher, por exemplo. O podólatra também pode se excitar por “tipos” específicos de pés: com dedos longos, unhas pintadas, ásperos ou lisos, sujos, com chulé ou apenas pela sola do pé e assim vai. Os adeptos do fetiche se dividem em duas categorias onde, na primeira, ficam aqueles cujo desejo é principalmente de olhar, tocar e admirar o aspecto físico do pé. Na segunda, há aqueles que não se conformam apenas com isso. Eles precisam de práticas que envolvam o contato direto com os pés para ter prazer. É normal sentir tesão por pés? Tão normal quanto ser atraído por bunda ou seios grandes. Esse fetiche é saudável, comum e natural, desde, é claro, que não se torne uma obsessão que interfira com o curso normal da sua vida e de outra pessoa. Os pés podem parecer para muitos uma das muitas zonas erógenas espalhadas pelo corpo que, se estimuladas da forma certa, podem provocar um grande prazer. Desejo por observar os pés do outro Nessa prática, o podólatra sente prazer em observar os pés da outra pessoa, enquanto ela anda, enquanto ela está deitada... a pessoa simplesmente sente um imenso prazaer em olhar os pés do outro. Isso pode ser algo feito tanto por homens quanto por mulheres. Existem pessoas que, enquanto observam gostam de se masturbar, enquanto outras, gostam de simplesmente se torturarem com esse tesão. Desejo por tocar nos pés do outro Nessa vertente da podolatria, a pessoa sente prazer em acariciar os pés da outra pessoa, fazendo passagens, passando a mão na sola e entre os dedos. Essa prática é muito comum, normalmente ambas as partes apreciam isso, afinal, quem é que não gosta de uma relaxante massagem nos pés?! É uma prática muito recorrente, muitas pessoas sentem prazer nisso, ainda que sintam uma certa dificuldade em admitir. Desejo por passar os pés da outra pessoa no próprio corpo Esse é um nível mais acima, existem pessoas que se excitam ao extremo com os pés de outra pessoa em seu corpo. Isso varia e dá abertura para mil e uma práticas diferentes. Nesse estágio, há quem goste de ser acariciado pelos pés, ter os pés do outro passando no pescoço, no peito, nas partes íntimas e até mesmo no rosto. Desejo por lamber e chupar os pés de outra pessoa Muitas pessoas sentem um desejo absurdo por ter na boca os pés de outra pessoa. Essa é uma junção de todos os níveis anteriores, onde tudo desemboca bem aqui. A pessoa sente prazer em segurar os pés do outro, lamber, chupar, beijar, passar a língua por entre os dedos e várias outras coisas. Pode ser prazeroso para ambas a partes se a pessoa se sente confortável em ter os seus pés sendo beijados e chupados. Dentro disso entra ainda a masturbação com os pés, onde muitos homens perdem a cabeça. Muitos homens são verdadeiros apreciadores dessa prática, que consiste em uma masturbação tradicional, mas que usa os pés no lugar das mãos. Desejo por sapatos usados Essa é uma versão mais extrema e menos encontrada de podolatria, onde a pessoa em questão sente prazer em cheirar, lamber e se masturbar utilizando sapatos usados. Há quem pague dinheiro por sapatos gastos, com as marcas dos pés na palmilha, para se satisfazer. Ainda que seja uma prática não muito comum, você provavelmente conhece alguma pessoa que é adepta a isso, mas sem que você saiba. Essas pessoas também podem se interessar em comprar meias usadas para o mesmo fim. Interessante, né?

  • Needle Play - medo de agulhas, fique calmo aqui o medo vira prazer!

    Needle Play é uma prática BDSM que consiste no uso de agulhas hipodérmicas para perfuração da pele do bottom. Um dos grandes atrativos da prática é a sua versatilidade, podendo ser utilizada para causar efeitos psicológicos, emocionais, físicos ou artísticos. Alguns são atraídos a prática pela sensação única que ela proporciona e podendo oferecer tantas variações da mesma, a pessoa pode ser perfurada com agulha pequena, e sentir pouca ou nenhuma dor ou a Top pode utilizar agulhas maiores para exercitar seu sadismo e extrair sensações mais intensas. Outros utilizam-na como forma de blood play, medical play, superação de limites ou então de forma artística, onde o bottom serve de tela para a Top. Para a grande maioria a dinâmica D/s envolvida nessa prática é o maior atrativo. Submeter-se a outra pessoa e deixá-la utilizar- se do seu corpo de forma tão intima e intensa é um ato muito poderoso. A confiança é peça central da prática como exercício de submissão, uma vez que o bottom confia completamente na Top para executar uma prática que não apenas é arriscada mas também exige um alto nível de conhecimento e experiência para ser feita apropriadamente. Enquanto a Top precisa confiar em seu bottom para não se mexer e também comunicar suas necessidades, estado físico, mental e histórico médico. Onde perfurar Como perfurar Antes de mais nada a prática deve ser realizada em local bem iluminado e arejado. O bottom deve estar confortável e a Top seguro. Embora genitais e mamilos possam parecer muito atrativos para perfuração, quando se está iniciando e aprendendo deve-se praticar em partes menos sensíveis do corpo. Ter um parceiro que já tem alguma experiência com perfuração pode ser útil por poderem proporcionar um feedback mais apurado. Se seu parceiro não tem experiência, faça furos superficiais, e se possível em você mesmo, áreas mais seguras como a pele logo abaixo do umbigo, antebraços ou coxas são as mais indicadas. Tudo furado, o que fazer agora? Depois de perfurar o bottom existem inúmeras coisas que podem ser feitas, utilizar cordões de algodão ou cetim para formar corsets, penas para asas, pingentes, enfeites, sinos… Aqui a criatividade é o limite. As agulhas também podem ser utilizadas como ponto de apoio para pesos, para silenciar um bottom tagarela e até mesmo como forma de restrição. Agulhas são feitas de metal então podem ser utilizadas para tortura elétrica. Além disso puxões, torcidas e apertões podem ser aplicados como forma de pain play. Retirando as agulhas Se você beliscou a pele para fazer o furo é provável que exista alguma tensão na agulha; se realizar a retirada sem beliscar a pele novamente a agulha pode cortar a carne quando for puxada, então é necessário que a pele seja puxada novamente nesse caso. Retire a agulha num movimento rápido e suave e descarte imediatamente no recipiente apropriado. Segurança Use luvas de latex ou vinil. Por ser uma técnica que envolve perfuração, é bem provável que haja sangramento. A luva impede que qualquer tipo de infecção se espalhe entre os praticantes, além disso, ela impede que o material utilizado seja contaminado por você. Limpe e esterilize as partes do corpo a serem perfuradas, existem inúmeros métodos para esterilização do local onde as agulhas serão aplicadas: álcool isopropil, álcool 70%, álcool iodado ou antissépticos. Isso reduz drasticamente o risco da agulha introduzir um germe oportunista em seu parceiro. Utilize agulhas novas. As agulhas hipodérmicas geralmente vem em um pacote esterilizado e possuem uma capa protetora para a ponta da agulha. Abra os plásticos um a um, conforme for utilizando, e evite colocar as agulhas sem capa protetora em qualquer superfície, pois elas podem ser contaminadas. Jamais utilize agulhas de pacotes violados. Não reutilize agulhas, elas são baratas. Adquira o hábito de jogar as agulhas fora logo após o uso. Deixar agulhas soltas por aí pode resultar em acidentes. Cuidados pós-sessão Após remover a agulha, especialmente se houver sangramento, aplique álcool ou antisséptico no local fazendo uma pressão leve. Esfregar a área com desinfetantes (médicos/ farmacêuticos) ou álcool logo depois da remoção pode causar ardência. A remoção das agulhas pode causar sangramento subcutâneo e gerar hematomas. Temperatura baixa e palidez podem ser sinais de queda de pressão, mantenha a bottom hidratado e aquecido. Monitore o estado mental do bottom por sinais de choque, se algum dano mental foi causado durante a sessão é no cuidado pós- sessão que esse dano pode ser reparado. Créditos: site cantinhodaeve

  • Fire Play - Dor ou dominação psicologica?

    Fire Play envolve usar a chama próxima ou no própria pele. A fire play é considerada uma prática muito excitante e sensual também vem recheada de grandes perigos. Embora as cenas de fire play pareçam bem dramáticas, a maioria das cenas não é dolorosa. Ela raramente deixa marcas na pele, embora algumas pessoas queiram e deliberadamente queimem a pele pra deixa-la vermelha e irritada. Fire Play NÃO é uma forma de sadismo, porque, é uma forma de sensual play e dor não é intencional. A mais quente das práticas requer perícia e muito conhecimento por parte do Top e muita confiança por parte do bottom. PREPARANDO O AMBIENTE PARA O FIRE PLAY Antes de mais nada é importante relembrar que essa é uma prática que envolve muitos riscos, por isso é importante detalhar o máximo possível os cuidados. Não tente praticar se você não possui conhecimentos sobre as técnicas e primeiros socorros, nem caso falte algum dos itens de segurança. Antes da sessão começar: Certifique-se de que possuí todos os itens necessários; Certifique-se que os bastões ou tochas estão com suas cabeças bem presas; Não faça cenas com o bottom sentado ou em pé; Mantenha o excesso de combustível afastado da cena; Estude, treine e tenha certeza que está preparado, comece com técnicas mais simples ou que você tenha uma identificação maior. Preparando para o fire play, pois a única dor que você terá é por não ter realizado antes! É de extrema importância que a Top esteja muito concentrado, foco é essencial; Como em todas as práticas é totalmente contraindicado o uso de bebidas alcoólicas e alucinógenos; É importante que a Top esteja vestindo roupas adequadas, que devem ser mais justas, sem sobras de tecidos ou barbantes e com mangas justas para diminuir o risco de acidentes; A confiança e o planejamento são essenciais, é muito importante que o bottom saiba o que vai acontecer, isso vai evitar situações de pânico ou gatilhos de traumas com fogo; O bottom deve ser instruído a não utilizar nenhum spray de cabelo, loção corporal, perfume, etc, o ideal é tomar um banho antes da prática; O bottom deve estar nu, evitando o risco de colocar fogo em suas roupas; Evite usar piercings, eles podem aquecer causando queimaduras graves; É importante que o bottom não tenha feridas, mesmo que em fase de cicatrização, abrasão, impacto pesado ou qualquer prática que sensibilize a pele por no mínimo 24 horas de antecedência.

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