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  • Cock milking / Forced orgasm formas de ter orgasmo

    O que é cock milking? Cock milking (em português: ordenha de pau) é a extração involuntária do esperma de um submisso. Essa prática é considerada como parte do forced orgasm. A palavra “involuntária” ou “forçada” apenas faz parte de uma encenação, tudo que é feito nessa prática é realizado de forma consentida. Métodos, técnicas e posições podem variar de cena para cena de acordo com as preferências das pessoas envolvidas. O mais comum é que o submisso esteja amarrado enquanto a extração do esperma é controlada pela pessoa dominante. Tipos de cock milking O cock milking pode ser dividido em duas categorias: não-orgásmico e orgásmico. No cock milking não-orgásmico, a extração do esperma é feita sem permitir que o submisso atinja o orgasmo. Isso é geralmente feito através de uma massagem na próstata, mas também pode ser realizado de forma cuidadosa na estimulação do pênis para fazer com que fique “escorrendo” esperma sem que haja a ejaculação. Esse tipo de cock milking tem fortes conotações de humilhação e frustração sexual, pois o homem é forçado a produzir o sêmen sem os prazeres do orgasmo. A extração não-orgásmica através da estimulação do pênis tem um alto potencial de frustração pois ele estará desesperado para atingir o orgasmo, mas não conseguirá. Já a massagem da próstata tem alto potencial de humilhação pelo fato dele não poder impedir a violação anal que forçará extração de seu esperma. O cock milking orgasmo, por outro lado, envolve estimular sexualmente um submisso (geralmente preso com cordas ou correntes) até causar ejaculação e orgasmo. Embora que a princípio isso possa parecer prazeroso, a estimulação não necessariamente irá parar após a ejaculação. Nesse estilo de cock milking, é muito comum haver o que é chamado de tortura pós-orgasmo (também conhecido como POT, que é a abreviação de post-orgasm torture). Para a maioria dos homens, o pênis torna-se dolorosamente sen sível imediatamente após o orgasmo. Mas ao estar preso pelas cordas ou correntes, ele é incapaz de impedir que a pessoa dominante explore essa sensibilidade, forçando-o a suportar uma superestimulação contínua. À medida que a estimulação progride, cada ejaculação e orgasmo sucessivos se tornam cada vez mais intensos, dolorosos e “secos”.

  • Quirofilia: conheça os segredos do fetiche por mãos

    O fetiche conhecido por quirofilia (hand fetish em inglês) consiste na forte atração sexual por mãos ou uma área específica delas, como os dedos, a palma, o dorso da mão ou apenas as unhas. E não necessariamente precise ser algo sensual. As coisas mais corriqueiras como lavar a louça do jantar ou servir um copo de suco pode causar excitação nos fãs de mãos. Mãos delicadas vs Mãos ásperas A maior parte dos homens que curtem esse fetiche mostram interesse por mãos femininas, macias e com unhas bem cuidadas. Já as mulheres tendem a preferir mãos masculinas que sejam grandes, com veias e ásperas que remetam ao trabalho duro. Enquanto mãos delicadas parecem lembrar aos homens de mulheres que se cuidam fisicamente, prezam pela higiene e pela boa aparência, a rusticidade nas palmas masculinas excita o imaginário das mulheres. Conscientemente ou involuntariamente, elas se pegam fantasiando sobre esse cara forte que não é tímido ao tocar as partes sensíveis do seu corpo, as domina com gentileza e experiência, as fazendo parecer frágeis, graciosas e desejadas. Fetiche por mãos no BDSM Ações realizadas com as mãos no universo do BDSM (conjunto de práticas que envolvem bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo) são todas muito simbólicas e fortes. É muito comum, por exemplo, a submissa ou bottom beijar as mãos do seu dominador ou top como sinal de respeito ao papel que ele representa. Em um bondage, as mãos do dominador serão usadas para amarrar as da submissa, a contendo. O mesmo acontece durante o spanking, mas agora as mãos do dom são usadas para o castigo físico ou para provocar a excitação da submissa enquanto apanha. Ela, posteriormente, nunca vai ser capaz de olhar para as mãos do seu mestre e não lembrar das sensações que ela é capaz de provocar. Quando a praticante possui fetiche com mãos, isso tudo é intensificado, é claro. Há até relatos de mulheres que ficaram tão excitadas com a aparência das mãos e seus movimentos ao realizar alguma atividade, que elas foram capazes de atingir o orgasmo sem nenhum estímulo físico em suas partes íntimas.

  • Podolatria, Prazer com os Pés!

    O desejo e atração por partes do corpo que não sexuais é mais comum do que se imagina. Esse não é um interesse exclusivo do sexo masculino. O fetichista sente prazer e se excita sexualmente pelos pés da outra pessoa, seja em olhá-los, cheirá-los, tocá-los ou mesmo ter os próprios genitais manuseados pelos pés do parceiro ou parceira. E, por mais estranho que isso possa soar, é a mesma coisa de quem sente prazer em olhar, tocar e beijar as nádegas e seios de uma mulher, por exemplo. O podólatra também pode se excitar por “tipos” específicos de pés: com dedos longos, unhas pintadas, ásperos ou lisos, sujos, com chulé ou apenas pela sola do pé e assim vai. Os adeptos do fetiche se dividem em duas categorias onde, na primeira, ficam aqueles cujo desejo é principalmente de olhar, tocar e admirar o aspecto físico do pé. Na segunda, há aqueles que não se conformam apenas com isso. Eles precisam de práticas que envolvam o contato direto com os pés para ter prazer. É normal sentir tesão por pés? Tão normal quanto ser atraído por bunda ou seios grandes. Esse fetiche é saudável, comum e natural, desde, é claro, que não se torne uma obsessão que interfira com o curso normal da sua vida e de outra pessoa. Os pés podem parecer para muitos uma das muitas zonas erógenas espalhadas pelo corpo que, se estimuladas da forma certa, podem provocar um grande prazer. Desejo por observar os pés do outro Nessa prática, o podólatra sente prazer em observar os pés da outra pessoa, enquanto ela anda, enquanto ela está deitada... a pessoa simplesmente sente um imenso prazaer em olhar os pés do outro. Isso pode ser algo feito tanto por homens quanto por mulheres. Existem pessoas que, enquanto observam gostam de se masturbar, enquanto outras, gostam de simplesmente se torturarem com esse tesão. Desejo por tocar nos pés do outro Nessa vertente da podolatria, a pessoa sente prazer em acariciar os pés da outra pessoa, fazendo passagens, passando a mão na sola e entre os dedos. Essa prática é muito comum, normalmente ambas as partes apreciam isso, afinal, quem é que não gosta de uma relaxante massagem nos pés?! É uma prática muito recorrente, muitas pessoas sentem prazer nisso, ainda que sintam uma certa dificuldade em admitir. Desejo por passar os pés da outra pessoa no próprio corpo Esse é um nível mais acima, existem pessoas que se excitam ao extremo com os pés de outra pessoa em seu corpo. Isso varia e dá abertura para mil e uma práticas diferentes. Nesse estágio, há quem goste de ser acariciado pelos pés, ter os pés do outro passando no pescoço, no peito, nas partes íntimas e até mesmo no rosto. Desejo por lamber e chupar os pés de outra pessoa Muitas pessoas sentem um desejo absurdo por ter na boca os pés de outra pessoa. Essa é uma junção de todos os níveis anteriores, onde tudo desemboca bem aqui. A pessoa sente prazer em segurar os pés do outro, lamber, chupar, beijar, passar a língua por entre os dedos e várias outras coisas. Pode ser prazeroso para ambas a partes se a pessoa se sente confortável em ter os seus pés sendo beijados e chupados. Dentro disso entra ainda a masturbação com os pés, onde muitos homens perdem a cabeça. Muitos homens são verdadeiros apreciadores dessa prática, que consiste em uma masturbação tradicional, mas que usa os pés no lugar das mãos. Desejo por sapatos usados Essa é uma versão mais extrema e menos encontrada de podolatria, onde a pessoa em questão sente prazer em cheirar, lamber e se masturbar utilizando sapatos usados. Há quem pague dinheiro por sapatos gastos, com as marcas dos pés na palmilha, para se satisfazer. Ainda que seja uma prática não muito comum, você provavelmente conhece alguma pessoa que é adepta a isso, mas sem que você saiba. Essas pessoas também podem se interessar em comprar meias usadas para o mesmo fim. Interessante, né?

  • Needle Play - medo de agulhas, fique calmo aqui o medo vira prazer!

    Needle Play é uma prática BDSM que consiste no uso de agulhas hipodérmicas para perfuração da pele do bottom. Um dos grandes atrativos da prática é a sua versatilidade, podendo ser utilizada para causar efeitos psicológicos, emocionais, físicos ou artísticos. Alguns são atraídos a prática pela sensação única que ela proporciona e podendo oferecer tantas variações da mesma, a pessoa pode ser perfurada com agulha pequena, e sentir pouca ou nenhuma dor ou a Top pode utilizar agulhas maiores para exercitar seu sadismo e extrair sensações mais intensas. Outros utilizam-na como forma de blood play, medical play, superação de limites ou então de forma artística, onde o bottom serve de tela para a Top. Para a grande maioria a dinâmica D/s envolvida nessa prática é o maior atrativo. Submeter-se a outra pessoa e deixá-la utilizar- se do seu corpo de forma tão intima e intensa é um ato muito poderoso. A confiança é peça central da prática como exercício de submissão, uma vez que o bottom confia completamente na Top para executar uma prática que não apenas é arriscada mas também exige um alto nível de conhecimento e experiência para ser feita apropriadamente. Enquanto a Top precisa confiar em seu bottom para não se mexer e também comunicar suas necessidades, estado físico, mental e histórico médico. Onde perfurar Como perfurar Antes de mais nada a prática deve ser realizada em local bem iluminado e arejado. O bottom deve estar confortável e a Top seguro. Embora genitais e mamilos possam parecer muito atrativos para perfuração, quando se está iniciando e aprendendo deve-se praticar em partes menos sensíveis do corpo. Ter um parceiro que já tem alguma experiência com perfuração pode ser útil por poderem proporcionar um feedback mais apurado. Se seu parceiro não tem experiência, faça furos superficiais, e se possível em você mesmo, áreas mais seguras como a pele logo abaixo do umbigo, antebraços ou coxas são as mais indicadas. Tudo furado, o que fazer agora? Depois de perfurar o bottom existem inúmeras coisas que podem ser feitas, utilizar cordões de algodão ou cetim para formar corsets, penas para asas, pingentes, enfeites, sinos… Aqui a criatividade é o limite. As agulhas também podem ser utilizadas como ponto de apoio para pesos, para silenciar um bottom tagarela e até mesmo como forma de restrição. Agulhas são feitas de metal então podem ser utilizadas para tortura elétrica. Além disso puxões, torcidas e apertões podem ser aplicados como forma de pain play. Retirando as agulhas Se você beliscou a pele para fazer o furo é provável que exista alguma tensão na agulha; se realizar a retirada sem beliscar a pele novamente a agulha pode cortar a carne quando for puxada, então é necessário que a pele seja puxada novamente nesse caso. Retire a agulha num movimento rápido e suave e descarte imediatamente no recipiente apropriado. Segurança Use luvas de latex ou vinil. Por ser uma técnica que envolve perfuração, é bem provável que haja sangramento. A luva impede que qualquer tipo de infecção se espalhe entre os praticantes, além disso, ela impede que o material utilizado seja contaminado por você. Limpe e esterilize as partes do corpo a serem perfuradas, existem inúmeros métodos para esterilização do local onde as agulhas serão aplicadas: álcool isopropil, álcool 70%, álcool iodado ou antissépticos. Isso reduz drasticamente o risco da agulha introduzir um germe oportunista em seu parceiro. Utilize agulhas novas. As agulhas hipodérmicas geralmente vem em um pacote esterilizado e possuem uma capa protetora para a ponta da agulha. Abra os plásticos um a um, conforme for utilizando, e evite colocar as agulhas sem capa protetora em qualquer superfície, pois elas podem ser contaminadas. Jamais utilize agulhas de pacotes violados. Não reutilize agulhas, elas são baratas. Adquira o hábito de jogar as agulhas fora logo após o uso. Deixar agulhas soltas por aí pode resultar em acidentes. Cuidados pós-sessão Após remover a agulha, especialmente se houver sangramento, aplique álcool ou antisséptico no local fazendo uma pressão leve. Esfregar a área com desinfetantes (médicos/ farmacêuticos) ou álcool logo depois da remoção pode causar ardência. A remoção das agulhas pode causar sangramento subcutâneo e gerar hematomas. Temperatura baixa e palidez podem ser sinais de queda de pressão, mantenha a bottom hidratado e aquecido. Monitore o estado mental do bottom por sinais de choque, se algum dano mental foi causado durante a sessão é no cuidado pós- sessão que esse dano pode ser reparado. Créditos: site cantinhodaeve

  • Fire Play - Dor ou dominação psicologica?

    Fire Play envolve usar a chama próxima ou no própria pele. A fire play é considerada uma prática muito excitante e sensual também vem recheada de grandes perigos. Embora as cenas de fire play pareçam bem dramáticas, a maioria das cenas não é dolorosa. Ela raramente deixa marcas na pele, embora algumas pessoas queiram e deliberadamente queimem a pele pra deixa-la vermelha e irritada. Fire Play NÃO é uma forma de sadismo, porque, é uma forma de sensual play e dor não é intencional. A mais quente das práticas requer perícia e muito conhecimento por parte do Top e muita confiança por parte do bottom. PREPARANDO O AMBIENTE PARA O FIRE PLAY Antes de mais nada é importante relembrar que essa é uma prática que envolve muitos riscos, por isso é importante detalhar o máximo possível os cuidados. Não tente praticar se você não possui conhecimentos sobre as técnicas e primeiros socorros, nem caso falte algum dos itens de segurança. Antes da sessão começar: Certifique-se de que possuí todos os itens necessários; Certifique-se que os bastões ou tochas estão com suas cabeças bem presas; Não faça cenas com o bottom sentado ou em pé; Mantenha o excesso de combustível afastado da cena; Estude, treine e tenha certeza que está preparado, comece com técnicas mais simples ou que você tenha uma identificação maior. Preparando para o fire play, pois a única dor que você terá é por não ter realizado antes! É de extrema importância que a Top esteja muito concentrado, foco é essencial; Como em todas as práticas é totalmente contraindicado o uso de bebidas alcoólicas e alucinógenos; É importante que a Top esteja vestindo roupas adequadas, que devem ser mais justas, sem sobras de tecidos ou barbantes e com mangas justas para diminuir o risco de acidentes; A confiança e o planejamento são essenciais, é muito importante que o bottom saiba o que vai acontecer, isso vai evitar situações de pânico ou gatilhos de traumas com fogo; O bottom deve ser instruído a não utilizar nenhum spray de cabelo, loção corporal, perfume, etc, o ideal é tomar um banho antes da prática; O bottom deve estar nu, evitando o risco de colocar fogo em suas roupas; Evite usar piercings, eles podem aquecer causando queimaduras graves; É importante que o bottom não tenha feridas, mesmo que em fase de cicatrização, abrasão, impacto pesado ou qualquer prática que sensibilize a pele por no mínimo 24 horas de antecedência.

  • Como funciona a castidade masculina?

    O que é exatamente a castidade masculina? Bom, você já deve ter lido acima que se trata de um cinto, mas é muito mais do que isso, na verdade, o pênis do homem é preso e trancado por um cadeado… O quê? Acha que leu errado? Pois muito que bem, te confirmo que é isso mesmo! Seus olhos não te enganaram nem um pouco com essa informação. Uma pequena capa rígida envolve o membro masculino inteiro até a região da virilha, onde se encontra uma espécie de anel que suporta o cadeado, trancando o pênis. O cinto tem uma função mais erótica ao impossibilitar o orgasmo, tanto para mulheres quanto para homens. Logo, a castidade masculina é um brinquedo que oferece muitos benefícios para o prazer sexual. Como usar o cinto? Para usar é muito simples, basta ficar atento a algumas dessas dicas: Na hora da compra, escolha o tamanho certo e apropriado com relação ao pênis, uma vez que uma castidade masculina apertada pode causar sérios problemas e uma muito larga pode estragar a brincadeira; A chave deve permanecer com o parceiro dominante, a liberdade vem apenas quando o outro quiser, o que tornará o jogo de vocês mais excitante; Deixe a área limpa, se depile antes de começar a utilizar o aparelho, muitos homens relatam que a experiência pode ser bem dolorida quando os pelos pubianos se prendem ao brinquedo erótico; É mais indicado que o objeto seja utilizado nas preliminares, porque ajuda a aumentar o prazer pré-relação, entretanto, muitos casais optam por deixar o acessório o dia inteiro, porque é o que funciona para o prazer deles. Convém conversar bastante com o outro antes de iniciar o uso; Como já dito anteriormente, a castidade masculina tem um orifício para a urina, portanto, não se preocupe com suas necessidades fisiológicas, não há dificuldades na hora de utilizar o banheiro; Para não ter problemas com infecção, sempre lave e deixe tudo muito bem limpo antes de colocar o cinto novamente; Pesquise técnicas para aproveitar ainda mais a castidade, mas sempre tenha em mente que o que funciona para alguns, pode não dar certo com vocês. Os prazeres da castidade masculina Será que você faz ideia de quantas maneiras a castidade masculina pode te oferecer prazer? Não? Então, presta atenção no que é dito a seguir, porque, com certeza, isto vai te fazer querer experimentar esse brinquedinho nas suas relações. Aumento da libido A libido de um homem, ou seja, seu tesão, vai crescendo gradualmente ao longo do tempo, tendo seus momentos de pico. Quando você utiliza o cinto de castidade, a sua libido aumenta de forma que o pico seja muito melhor que o habitual, isto porque quando o homem é privado do orgasmo, seus hormônios começam a agir de outra maneira, fazendo com que qualquer estímulo seja mais prazeroso até o momento do seu ápice com a ejaculação, que pode até ser mais longa e duradoura em alguns casos. Masturbação interrompida É fato que a masturbação é muito saudável para a vida sexual de uma pessoa, ela ajuda a relaxar e nos faz conhecer nosso próprio corpo e nossos mais profundos prazeres. Porém, quando não é permitido que você se masturbe por conta de um objeto, os seus momentos fugazes de prazer também são interrompidos, fazendo com que os hormônios fiquem a flor da pele, por assim dizer, e aumente o seu desejo no momento da libertação. A expectativa Se você, como casal, decidir que a castidade masculina ficará no pênis o dia inteiro até que todas as vontades do portador da chave sejam feitas e então este resolva te libertar, isto pode te ajudar a ter um prazer intenso e prolongado. Acontece que quando você sabe que eventualmente será solto para aproveitar uma noite de sexo, mas apenas sob a condição de esperar pela aprovação do outro, você cria grandes expectativas e os desejos aumentam até o momento da ejaculação, fornecendo uma noite ótima aos dois. A negação Sabe aquela criança que se joga no chão do mercado e grita a plenos pulmões por um chocolate que lhe foi negado? Então, a lógica é praticamente a mesma: basicamente, nós seres humanos, gostamos de ter as coisas sempre na hora, assim que isso nos é proibido, ficamos com mais vontade ainda. Quando o dominador te prende, te excita e então recusa a sua libertação por mais um dia, o desejo aumenta tanto que o momento da ejaculação será espetacular.

  • Dicas Como Escolher o Diâmetro do Anel Para o Cinto de Castidade

    Castidade - Como selecionar o diâmetro do anel? A média do pênis brasileiro é 13 a 15 cm, sendo assim a maioria se adapta bem com um diâmetro de 41 mm no anel da base, os tamanho mais comuns são: 36mm, 38mm, 40/41mm, 45mm, 50mm, 55mm. Para ajudá-lo a determinar o diâmetro certo para você Pegue uma fita métrica e coloque-a em volta do seu escroto e pênis (envolva seus testículos e pênis, bem na base, dando uma volta com a fita métrica, fazendo uma pressão) . Lembre-se de não usar uma corda elástica, pois isso alteraria as medidas. Para ter certeza do tamanho e conforto que você terá, faça um nó: a fita deve estar apertada o suficiente para dificultar o deslizamento de um dedo, mas não tão forte a ponto de cortar o fluxo sanguíneo. Meça o comprimento da fita e consulte a tabela a seguir para saber qual deles é o diâmetro certo para você 100 mm – 130 mm – Tamanho do anel: 36 mm 130 mm – 150 mm – Tamanho do anel: 38 mm 140 mm – 170 mm – Tamanho do anel: 40 mm / 41 mm 160 mm – 190 mm – Tamanho do anel: 45 mm 190 mm – 200 mm – Tamanho do anel: 50 mm Como colocar o anel peniano Colocar o anel pode ser um pouco complicados de colocar no início, mas com um pouco de prática torna-se bastante fácil. Lembre-se sempre de colocá-los quando seu pênis estiver flácido e macio. Puxe um pouco de pele escrotal através do anel, em seguida, empurre um testículo para dentro Empurre o outro testículo através do anel Agora dobre o pênis para baixo e puxe-o pelo anel, posicione o anel bem na base do seu pênis Para evitar ardências e irritações Você pode revestir o anel do seu dispositivo de castidade com uma camisinha, assim a lubrificação natural e o fato de a pele não estar em contato direto com o material do dispositivo, vai ajudar no conforto e evitar que a parte de baixo de alguns dispositivos belisquem a pele do saco. Um grande aliado para ajudar no conforto são os óleos de bebê, eles mantém o anel do seu dispositivo de castidade lubrificado e são ótimos para qualquer tipo de pele, vão diminuir possíveis atritos e irritações, podendo ser aplicados quando quiser, de noite para dormir, em casa É importante ter noção que você está utilizando o tamanho apropriado de anel. O seu dispositivo de castidade não pode causar dores fortes, bloquear a circulação sanguínea, ficar roxo ao estremo quando estiver excitado, tudo isso ocorre devido a escolha errada do tamanho e modelo. Porém ele deve estar apertado na medida certa, pois é o anel da base que vai manter tudo no lugar. O ideal é ter cerca de um dedo de folga quando está flácido para o pênis poder se expandir dentro do dispositivo de castidade e manter uma circulação saudável, sem sentir dores, somente à pressão do pênis pulsando e empurrando contra a gaiola. Lembre-se que os desconfortos e irritações são normais para quem não é acostumado, você deve ter disciplina para se adaptar, siga as nossas dicas para ajudar você nesse processo.

  • EXPERIMENTE ALGO INTENSO: MUMIFICAÇÃO

    O que é mumificação? Mumificação é a prática de enrolar e embrulhar uma pessoa por completo, de forma que ela fique com seus movimentos completamente restritos. Você pode usar uma variedade de materiais para isso, desde fita do tipo silvertape e papel filme até ataduras médicas e sacos bondage próprios para mumificação. O Submisso é mumificado por sua domme, já que para muitos, isso significa renunciar o máximo de controle possível. Outra razão pela qual a mumificação é tão popular é a experiência sensorial que ela propicia. Privação sensorial é o ato de se retirar alguns sentidos (como toque, visão, som etc.) com o propósito de aguçar os outros sentidos do sub. A sensação do toque é bastante diferente através de uma grossa camada de plástico ou fita, e algumas pessoas gostam tanto que sempre pedem mais. A sua domme pode optar por deixar algumas partes de seu sub a mostra enquanto está mumificando, para que seja possível outras práticas durante a sessão. Alguns subs gostam de ter a cabeça coberta ou mumificada durante o ato, o que aumenta a intensidade da experiência de privação sensorial. Recomendações de segurança A mumificação pode exigir muito do corpo e da mente, especialmente na primeira vez que você experimenta, mas mesmo os praticantes experientes precisam ter cuidado. Primeiramente, a mumificação não é recomendada se você for claustrofóbico. Se você está indeciso, tente começar restringindo somente algumas partes de seu corpo. Se você sentir que a prática passou do ponto e você não consegue mais suportá-la, use a palavra ou som de segurança para sinalizar que você quer terminar a brincadeira. Portanto estar com sua Dominadora em quem você confie é muito importante. Seu corpo estará totalmente sobre o controle dela, então é necessário que ela tenha experiência. Dicas importantes para a mumificação • Se você não está acostumado com privação sensorial, tente não se privar de muitos sentidos de uma só vez. Isso poderá te deixar em pânico. Comece com mumificação parcial e mantenha sua cabeça descoberta até que você esteja confortável com a situação. • Tente materiais diferentes para sentir como eles são. Ataduras médicas dão uma sensação diferente comparadas com fita silvertape. Veja quais sensações você gosta mais e combine suas favoritas para uma estimulação extra. • Pode levar algum tempo para se criar resistência para a prática da mumificação, então não fique desanimado se suas primeiras sessões forem um pouco curtas.

  • BDSM: O QUE É?

    Você conhece o Universo BDSM? Já parou para entender o que de fato esse Universo significa e como ele pode melhorar as suas relações e sua sexualidade? Neste artigo você entenderá os fundamentos principais do BDSM, então leia até o final. BDSM: O QUE É? O BDSM é um acrônimo que expressa as nomenclaturas Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo, ou Sadomasoquismo. A sigla descreve um grupo de padrões referentes ao comportamento sexual do ser humano representado pelos subgrupos: FUNDAMENTOS DO BDSM O BDSM possui como fundamento básico a verdade nas relações, cenas e práticas vividas entre as pessoas que estão dispostas a viverem uma dinâmica de hierarquia em seus mais variados níveis de práticas, sensações e sentimentos. Baseado na hierarquia entre os praticantes, existe a figura do TOP ou Dominante, aquele que se posiciona no topo e por isso é a pessoa responsável por dominar, estabelecer regras e reger a relação, bem como existe a figura do BOTTOM ou submisso, representado pela pessoa que sente prazer em se submeter ao outro e que na relação está à disposição para servir, obedecendo as regras que o TOP estabelece com base nos limites já constituídos. As relações BDSM, além de focarem na verdade e na hierarquia, também focam no SSC, que significa Sanidade, Segurança e Consensualidade, uma tríade que possibilita uma interação consciente, saudável e livre entre os praticantes. A Sanidade versa sobre a mentalidade e muitas das vezes abrange sobre a idade das pessoas envolvidas, pois como bem dizemos: “o BDSM é um jogo para adultos”, considerando que as interações serão realizadas entre adultos. A Segurança diz respeito as práticas, cenas e D/s (relação de dominação e submissão), prezando sempre pelo bem estar dos praticantes em todo ou qualquer momento. Já a Consensualidade trata do consenso de ambos os praticantes, ou seja, nada pode ser feito contra o consentimento dos praticantes, pois se não houver o consentimento de algum dos praticantes, as práticas podem passar a ser consideradas como abuso e crime, devendo ser denunciado. A Dominação Psicológica é o ponto chave que determina a interação entre um TOP e um BOTTOM, pois se baseia nos atos de dominação e submissão capazes de moldar a mente dos envolvidos, provocando sentimentos, emoções e sensações que vão do mais comum ao mais complexo. Sendo assim, o BDSM não se restringe apenas a dominação física, mas abrange todo um complexo contexto de dominação psicológica. LIMITES, NEGOCIAÇÃO E PALAVRAS DE SEGURANÇA Os limites de cada praticante dizem respeito ao quanto o mesmo está disposto a mergulhar em uma determinada prática e o quanto certas situações e momentos podem afeta-lo ao ponto de se transformar em uma experiência negativa. Assim, todas as práticas que forem tratadas como limites irão determinar aquilo que o praticando aceita ou não fazer. É muito importante compreender que certos limites podem ser definidos pelo medo do desconhecido e por isso tendem a deixar de ser limites com o tempo, no entanto, existem limites rígidos dos quais em hipótese alguma serão modificados, ficando a cargo da pessoa que o definiu mudar ou não. A negociação entra em um limiar que denominamos de acordos fechados previamente sobre uma determinada interação, práticas e fetiches que sejam aplicados e vividos. É feita pelos praticantes para que seja assegurada a consensualidade nas práticas, assim como a segurança e a sanidade, o que não interfere em uma nova negociação sempre que for necessário. E por fim, a palavra de segurança carrega um peso e um significado muito grande, ao qual são representadas por nomes ou gestos simbólicos que determinam o desejo da pessoa de parar uma determinada pratica que já tenha chegado ao limite ou que, por algum motivo, tenha tido um efeito diferente do esperado, moderando a sessão ou cena.

  • Pig play – O sexo sem limites

    Muita gente no mais “obscuro” de seu interior tem alguma fantasia que te deixe excitado(a) e te de tesão. Mesmo sem saber, pode ser que a pessoa seja pig, mas não saiba disso, pois nunca buscou a devida informação ou aceitou o real desejo “obscuro” sobre seus fetiches sexuais. Pig play é uma prática muito conhecida no mundo gay, tanto quanto BDSM, e também bastante utilizada por esse mesmo público, no entanto, alguns hétero sexuais também fazem bastante uso dessa prática para realizar seus fetiches. Isso consiste em fazer sexo “sem limites”, onde as pessoas se deixam levar pela excitação e se sentem realizadas por usarem de fluídos corporais, entre outras coisas não comuns no sexo “baunilha”, o que as fazem sentir prazer. Vale ressaltar também que as sessões pig não necessitam de um ato sexual para serem realizadas, pois o prazer geralmente não vem do sexo em si. Golden Shower Golden Shower é a prática em que a pessoa sente tesão em mijo. O tesão é tanto de quem faz, quanto de quem recebe. Alguns praticantes chegam a beber a urina, já outros apenas brincam com o líquido na boca, cuspindo logo em seguida. Podolatria Podolatria é a prática de quem curte pés, meias, chulé, etc. Essa é uma prática tbm de dominação e subimissão, pois nas sessões podo, sempre tem o Dom ou Domme e o sub. Há quem goste de servir um pezão, como há quem goste de ter seus pés servidos. Axilismo e sarilofilia Essa são as práticas em que a pessoa sente tesão em axilas e suor. Geralmente uma pessoa passa o dia cultivando o seu cheiro para que seu/sua sub venha a usufruir do cecê e lamber suas axilas, o que para alguns é uma zona erógena. Essas mesmas pessoas adoram um corpo suado e grudando, exalando o cheiro também nas roupas.

  • Castigo / Punição o adestramento necessário!

    Castigo, Punição e Adestramento em Dinâmicas de Dominação/Submissão Em dinâmicas D/s (Dominance/submission), castigo/punição e adestramento (treinamento/condicionamento) são ferramentas poderosas de poder, controle, intimidade e reforço de papéis. Eles não são “malvadeza gratuita”, mas sim elementos estruturados que servem para: Reforçar a autoridade da Dominante Corrigir comportamentos indesejados Moldar o submisso(a) para melhor servir Aprofundar a conexão emocional e erótica 1. Diferença entre Punição e Adestramento Aspecto Punição / Castigo Adestramento / Treinamento Objetivo principal Corrigir erro ou desobediência Moldar comportamento desejado a longo prazo Frequência Reativa (acontece após falha) Proativa e contínua Tom emocional Geralmente mais severo, humilhante ou doloroso Pode ser firme, mas também recompensador Exemplo Chicotada por falar sem permissão Ficar de quatro horas treinando postura Muitos casais misturam os dois: usam punição para correção imediata e adestramento para construção de hábitos. 2. Princípios Essenciais (não negociáveis) Consenso total – Tudo deve ser discutido antes (hard limits, soft limits, safeword). Aftercare – Após qualquer sessão intensa de castigo ou adestramento, é obrigatório carinho, verificação emocional e cuidados físicos. Proporcionalidade – O castigo deve ser proporcional à “falta” e ao nível de experiência do submisso. Consistência – A Dominante deve ser previsível: mesma regra = mesma consequência (ou escala clara). Segurança – Nunca cause dano permanente, nunca em estado alterado (álcool/drogas), conheça anatomia. 3. Tipos de Castigo / Punição Comuns Físicos (dor): Spanking, caning, flogging, palmadas Pinças de mamilo, weights Figging (gengibre no ânus) Ice play ou hot wax (com cuidado) Psicológicos / Humilhação: Corner time (ficar de frente para a parede) Escrita de linhas (“Escreverei 100x: ‘Não falo sem permissão’”) Negação de orgasmos (edging + ruína) Uso de coleira + coleira de choque (baixa intensidade) Servir como móvel ou objeto Restritivos: Chastity cage (gaiola de castidade) Bondage prolongado Privação sensorial (venda + fones) Tarefas / Adestramento: Postura (joelhos, mãos atrás das costas, olhar baixo) Protocolos de fala (“Sim, Senhora”, “Como desejar, Mistress”) Treinamento de plug anal progressivo Orgasm control / denial training Domestic service (limpeza, massagem, servir refeição de forma ritualizada) 4. Como Estruturar um Bom Sistema de Adestramento Regras claras – Escreva um contrato ou lista de regras (pode ser revisado). Sistema de pontos – Bom comportamento = pontos (prêmios). Falta = pontos negativos (castigo). Ritual diário – Posição de apresentação, inspeção, journal (submisso escreve reflexões). Escada de intensidade – Comece leve e aumente conforme confiança. Recompensas – Tão importante quanto castigo. Orgasmos liberados, elogios, mimos, cenas favoritas. 5. Dicas Práticas para Dominantes Comece devagar, especialmente se for novata. Use o castigo como ferramenta de intimidade, não de raiva real. Mantenha um “castigo favorito” do submisso (aquele que ele odeia mas aceita) para correções sérias. Após punição forte, faça positive reinforcement logo em seguida para não quebrar o submisso emocionalmente. Palavras de afirmação: “Boa menina por aceitar seu castigo” reforça submissão. Safeword sempre ativo. Mesmo em dinâmicas 24/7, o submisso deve poder parar tudo se realmente necessário. Quer que eu monte um modelo básico de contrato com regras + sistema de punições? Ou prefere ideias específicas para algum fetiche (pet play, maid training, disciplina corporal, humilhação pública leve, etc.)? Diga o nível de intensidade que você pratica ou deseja (leve, moderado, hard) que eu personalizo.

  • EXISTEM LIMITES NO BDSM?

    A base de qualquer relação BDSM está na negociação. Nenhuma Dominadora séria faria uma sessão com um (a) sub antes de uma negociação que deve concluir num contrato (que pode ser escrito, formal, ou apenas oral). O mais importante tanto da negociação quanto do contrato é a questão dos limites. BDSM é o oposto do abuso, o oposto da violência doméstica. Isso significa que a dominadora nunca fará algo que o submisso (a) não queira. Um marido abusador que bate na esposa está pouco interessado se ela quer ou não. Uma dominadora pode dar uma surra muito maior na seu (a) submisso (a), mas não irá machucá-la porque ela saberá o que ela estará fazendo e como ela estará fazendo, de uma forma segura e consensual (além de, claro, ter todo o cuidado com a saúde dele (a), que um abusador não teria). BDSM E SEUS LIMITES Mas como relacionar isso com o fato de que, numa sessão quem manda é a dominadora? Simples: o submisso (a) não diz o que se vai fazer na sessão. Ele (a) diz o que não se pode fazer. Ele (a) estabelece os limites. Tudo que não é limite é permitido, o que dá uma ampla variedade de opções para o dominador sem que ele fira o princípio da consensualidade. Existem limites normais e limite estritos. Limites normais: são as atividades que a sub tem dificuldades, mas pode vir a experimentar. Limites estritos: são as coisas que o submisso (a) nunca faria. Limites normais podem ser ultrapassados pela dominadora, mas com calma e paciência, com cuidado. Se o sexo anal é um limite normal, ele pode tentar alguma brincadeira anal aos poucos, mas sempre pronto a parar caso seja necessário (para isso existe a safe – palavra de segurança). Mas no caso dos limites estritos, uma dominadora de verdade jamais tentaria ultrapassá-los. Seria ótimo se todas as relações, mesmo as baunilhas fossem pautadas pelos princípios do dialógo e da consensualidade.

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