top of page

Resultados da busca

Resultados encontrados para busca vazia

  • Desvendando os Tabus do BDSM: A Verdade por Trás da Prática

    Meus queridos submissos e dominas! O BDSM é cercado de mistério, mal-entendidos e, claro, muitos tabus. Quando falamos sobre essa prática, muitas vezes somos levados a acreditar em estereótipos, mentiras e preconceitos que só servem para esconder a verdadeira essência dessa experiência intensa e libertadora. E é exatamente por isso que estou aqui, Mistress Ju Leah, para revelar a verdade, sem filtros, sobre o que realmente é o BDSM e por que os tabus que o cercam são apenas mais uma maneira de te prender. Tabu #1: BDSM é só sobre dor Este é um dos maiores mitos que se espalham por aí. A dor, claro, pode ser uma parte do BDSM, mas ela é apenas um dos elementos que podem ser explorados. O BDSM é sobre controle, poder, entrega e prazer e a dor, se presente, é sempre consensual e parte de um jogo. Não há nada de "errado" ou "perverso" nisso, pois é uma experiência de troca profunda entre os envolvidos. Tabu #2: O BDSM é uma prática degradante Outro grande equívoco é que o BDSM, por envolver práticas de dominação e submissão, seja algo degradante ou humilhante para as pessoas que participam. A realidade é bem diferente: o BDSM é uma troca de poder que exige consentimento, respeito e, acima de tudo, confiança. A submissão, longe de ser algo negativo, pode ser uma forma de libertação, onde a pessoa se entrega ao prazer sem reservas, sabendo que está sob o controle de alguém que respeita seus limites. Tabu #3: Só pessoas com problemas psicológicos praticam BDSM Esse é um dos mitos mais antigos e errôneos sobre o BDSM. A ideia de que quem pratica BDSM tem problemas psicológicos ou traumas não passa de ignorância. O BDSM, na verdade, é uma prática que pode ser saudável para qualquer pessoa, desde que seja realizada com consciência e respeito. Muitas vezes, o BDSM é uma maneira de se conhecer melhor, de explorar os próprios limites e de buscar prazer de uma forma mais intensa e autêntica. Tabu #4: O BDSM é perigoso e imoral A segurança e o consentimento são os pilares do BDSM. Quando praticado de maneira responsável, com respeito mútuo e comunicação clara, o BDSM não é mais perigoso ou imoral do que qualquer outra atividade sexual. O que torna o BDSM seguro é a atenção aos detalhes: negociações prévias, uso de palavras de segurança e total respeito aos limites de cada pessoa. O perigo vem da falta de comunicação e do desrespeito aos limites, mas isso se aplica a qualquer interação humana. Tabu #5: O BDSM é uma fase passageira Muitos acreditam que o BDSM é apenas uma fase ou algo que as pessoas praticam enquanto são jovens ou estão buscando uma "fase rebelde". A verdade é que o BDSM é uma forma de explorar a sexualidade, e como qualquer aspecto do prazer humano, pode durar a vida inteira. Não é uma "moda" ou um capricho, mas uma forma legítima e enriquecedora de se conectar com o próprio corpo e os outros. Tabu #6: Só quem é dominante pode ser "forte" Esse tabu é uma ideia preconcebida que reforça um estereótipo de que a dominação está ligada à força e controle, enquanto a submissão está ligada à fraqueza. Na realidade, tanto o dominador quanto o submisso precisam de extrema força emocional e mental. A dominação exige responsabilidade, controle e respeito pelos limites do outro, enquanto a submissão exige confiança, coragem e autoconhecimento. Ambos os papéis são igualmente poderosos. Meus queridos, os tabus do BDSM são, na verdade, construções sociais que apenas nos prendem e nos impedem de viver nossa sexualidade de forma plena e saudável. O BDSM é, acima de tudo, uma prática de autoconhecimento, de liberdade e de respeito mútuo. Não deixe que os tabus te limitem. Explore seus desejos sem vergonha, sem medo e sem culpa. Aqui, sob o meu olhar, você pode ser quem realmente é, sem máscaras, sem julgamentos. O BDSM é sobre liberdade e eu estou aqui para te guiar nesse caminho. Com poder e prazer,Mistress Ju Leah

  • 🎮 Dominadoras na Cultura Pop Especial Dia do Orgulho Nerd 🖤

    No dia 25 de maio é celebrado o Dia do Orgulho Nerd também conhecido como Dia da Toalha, em homenagem ao icônico Douglas Adams, autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias. Mas hoje, além de exaltar a genialidade nerd, vamos explorar um tema que se conecta diretamente com o universo da dominação: as dominadoras da cultura pop. 👠 Femme Fatale: A Raiz do Arquétipo da Dominadora A figura da Femme Fatale surgiu com força no cinema noir dos anos 40. Sedutoras, misteriosas e perigosas, essas mulheres usavam sua beleza como arma para manipular o protagonista e conquistaram o imaginário coletivo desde então. Esse arquétipo influenciou até personagens como as kunoichi (ninjas femininas), que nos filmes eram mostradas explorando a sedução, embora historicamente se destacassem mais pela agilidade e aparência inocente. 🎭 De lá pra cá, essa figura evoluiu mas nunca perdeu sua essência. Basta lembrar da Mulher-Gato com o Batman ou da Gata Negra com o Homem-Aranha. Ambas representam uma versão moderna da Femme Fatale, combinando sensualidade, poder e um toque irresistível de perigo. Elas não são apenas vilãs ou mocinhas são Dominadoras em plena forma, moldando o desejo e a narrativa à sua vontade. E nos animes? O show é garantido. Na cultura japonesa, o espaço para personagens ousadas é maior especialmente nas animações. Duas figuras femininas se destacam nesse território: 🔗 Do-S – One Punch Man Vilã nível demônio, Do-S tem aparência humana, mas alma monstruosa. Hostil, provocadora e absolutamente fascinante, ela domina seus adversários com um chicote que causa controle mental. A cena em que enfrenta Fubuki gerou polêmica não pelo conteúdo BDSM, mas pela qualidade da animação e dos efeitos sonoros. Mesmo assim, sua presença é impossível de ignorar. 🕷️ Midnight – Boku No Hero Academia Nemuri Kayama, a heroína conhecida como Midnight, é a verdadeira estrela dessa matéria. Uma Domme em visual e atitude, Midnight une poder e sensualidade sem deixar de lado sua doçura e senso de humor. Sua batalha contra o aluno Mineta é um clássico divertido e mesmo com pouco tempo em tela, seu visual marcante e sua essência dominadora conquistaram fãs ao redor do mundo. 🎮 E os games?Calma que esse assunto já tem uma matéria completinha aqui no site — só sobre dominadoras nos jogos! Então hoje o foco é cultura pop e anime mesmo. ✨ Conclusão Essa foi uma homenagem rápida, mas cheia de admiração, para celebrar o Dia do Orgulho Nerd com uma pitada de Femdom. Porque no universo geek, o poder feminino domina sim com estilo, força e um salto agulha bem afiado. Feliz dia da toalha, nerds! 🚀🖤

  • Mistress Ju Leah, eu não entendo! Porque a dor gera prazer?

    Isso é uma das perguntas mais frequentes que ouço, mas lembre bem..."uma das", irei uma vez por semana colocar as perguntas mais frequentes que ouço e suas respostas, quem sabe sua pergunta não aparece aqui! Hoje iremos falar sobre dor x prazer, algo em nossa mente tão distante essas sensações né! Pois bem, estão mais próximas do que imaginamos! O corpo usa os mesmos “caminhos” para dor e prazer Quando sentimos dor, o cérebro libera endorfinas e adrenalina para tentar reduzir o desconforto. Essas substâncias podem provocar: Sensação de euforia Bem-estar Relaxamento profundo Aumento da sensibilidade corporal Ou seja, a mesma química que protege do sofrimento pode virar prazer dependendo do contexto. Dor é estímulo intenso Para o cérebro, intensidade chama atenção.Estímulos fortes ativam áreas ligadas a: Excitação Foco Atenção Presença total no corpo Quando essa intensidade é combinada com segurança, consentimento e entrega, o cérebro interpreta o estímulo como prazer ao invés de ameaça. Bom até ai ok né? A ciência explica a parte quimica dessa reação em nosso corpo, mas é só isso? Então porque não ficamos excitados com todas as dores que nos ocorre? Logo vem a explicação psicológica... o emocional. O papel do contexto emocional Se a pessoa está: Confiando em quem aplica o estímulo Consentindo com a prática Esperando esse tipo de sensação O cérebro entende: “Posso relaxar, isso não é um perigo real.” Então ele transforma dor → em prazer, alívio, conexão ou êxtase. O ciclo bioquímico do “prazer da dor” Experiência intensa → liberação de adrenalina Adrenalina alta → endorfinas para compensar endorfinas + dopamina → Sensação de prazer, alívio, até alegria É um mecanismo natural, não uma “anomalia”. Para muitas pessoas, a dor funciona como “âncora” Ela: Tira da mente e traz para o corpo Quebra tensões emocionais Traz sensação de presença e entrega Pode até ajudar a entrar em estado de transe ou subspace Não é só físico é químico, emocional e simbólico. No BDSM, a dor que gera prazer não é sobre machucar, e sim sobre estimular, provocar, conduzir estados. O que transforma dor → prazer é contexto, intenção, ritmo e vínculo.

  • Explorando o Mundo dos Acessórios BDSM

    Dildos: Variedade de acessórios para estímulos diversos Os dildos são acessórios projetados para penetração e estimulação, podendo ser usados de forma solo ou em parceria. Eles se diferenciam por tamanho, formato, material e funcionalidades, o que permite uma ampla gama de experiências. Dildos Realísticos Imitam a aparência e textura do pênis humano, com veias, glande e até mesmo testículos. São indicados para quem busca uma sensação mais natural e visualmente fiel. Dildos de Vidro ou Cristal Conhecidos pela rigidez e facilidade de limpeza, esses modelos permitem variações de temperatura para aumentar o prazer. São ideais para quem gosta de experimentar sensações térmicas. Dildos de Silicone Muito populares pela segurança e conforto, o silicone é um material hipoalergênico e flexível. Existem versões com texturas variadas para estimular diferentes áreas. Dildos com Vibração Incorporam motores que proporcionam vibrações intensas, podendo ter múltiplos modos e níveis de intensidade. São indicados para quem quer combinar penetração com estimulação vibratória. Plugs Anais: Segurança e Prazer Controlado Os plugs são acessórios menores, geralmente usados para estimulação anal, e são fundamentais para quem deseja explorar essa área com segurança. Eles possuem uma base larga para evitar que sejam inseridos completamente, garantindo conforto e controle. Plugs Simples Formato cônico ou arredondado, ideais para iniciantes. Permitem uma introdução gradual ao prazer anal. Plugs com Cauda Incorporam uma cauda de pelúcia ou outro material, usados para jogos de dominação e fantasia, adicionando um elemento visual e lúdico. Plugs Vibratórios Assim como os dildos, alguns plugs possuem vibração para intensificar a sensação anal. Plugs de Metal Pesados e frios ao toque, oferecem uma sensação única e são fáceis de higienizar. Podem ser usados para práticas que envolvem controle de temperatura. Próteses Penianas: Versatilidade e Realismo Prótese Realistica As próteses penianas são acessórios que podem ser usados para aumentar o tamanho do pênis, substituir ou complementar a ereção natural. Elas são muito usadas em práticas de BDSM para jogos de dominação, troca de papéis e estimulação prolongada. Próteses com Cinta (Strap-ons) São fixadas ao corpo com cintas ajustáveis, permitindo que o usuário penetre o parceiro. Existem modelos com diferentes tamanhos e texturas. Próteses com Vibração Incorporam motores para estimular ambos os parceiros durante a penetração. Próteses Infláveis Permitem ajustar o volume para maior conforto e personalização da experiência. Próteses Realísticas Imitam fielmente o pênis, com detalhes anatômicos e textura suave, proporcionando uma sensação mais natural. Plug Anal Como Escolher o Acessório Ideal Saber quais os tipos de dildos, plugs e próteses penianas escolher depende de vários fatores, como experiência, conforto, objetivos e preferências pessoais. Aqui estão algumas dicas para facilitar a escolha: Considere o Material Prefira materiais seguros para o corpo, como silicone médico, vidro temperado ou aço inoxidável. Evite materiais porosos que acumulam bactérias. Tamanho e Formato Comece com tamanhos menores se for iniciante. Formatos cônicos facilitam a inserção, enquanto texturas podem aumentar a estimulação. Funcionalidades Extras Vibração, controle remoto e ajuste de temperatura são recursos que podem enriquecer a experiência. Compatibilidade com Lubrificantes Use lubrificantes à base de água com silicone para evitar danos ao material. Higiene e Manutenção Escolha acessórios fáceis de limpar e que possam ser esterilizados para garantir segurança. Segurança e Consentimento no Uso No BDSM, o uso de dildos, plugs e próteses penianas deve sempre respeitar o consentimento e os limites de todos os envolvidos. A comunicação clara antes, durante e depois das práticas é essencial para garantir uma experiência positiva e segura. Use lubrificante adequado para evitar desconfortos e lesões. Higienize os acessórios antes e depois do uso. Estabeleça palavras de segurança para interromper a prática se necessário. Respeite o ritmo e os sinais do parceiro. Conclusão: A Importância da Exploração Segura Explorar o universo do BDSM é uma jornada pessoal e transformadora. Compreender quais os tipos de dildos, plugs e próteses penianas disponíveis é o primeiro passo para enriquecer suas experiências. Não tenha medo de experimentar, mas sempre faça isso de forma segura e consensual. A liberdade de explorar seus desejos é o que torna essa prática tão especial. Então, o que você está esperando? É hora de se aventurar e descobrir novas sensações!

  • Qual é o real prazer em tomar choque?

    Eletroestimulação: práticas de eletroestimulação não são frequentes dentro da comunidade BDSM. Um ponto bastante reforçado por pessoas da comunidade é que eletroestimulação não é aplicação de choques elétricos e sim eletro estímulos externos completamente diferentes e atuando profundamente no corpo, tendo uso de eletrodo. Eletrodo: condutor metálico de vários formatos, por onde uma corrente elétrica entra no sistema ou sai dele. O eletrodo dentro do BDSM é usado para aplicação de impulsos elétricos no corpo humano. Existem aparelhos específicos para esta prática que limitam a corrente utilizada e advertem claramente em seu manual de instruções que toda e qualquer atividade com eletroestimulação deve ser feita da cintura para baixo. Esta prática é proibida aos portadores de marca-passo, cardiopatas e pessoas que sofrem de epilepsia. Também é desaconselhada para pessoas que têm "piercings" no corpo. Esta prática requer conhecimentos de anatomia e eletricidade para se alcançar todo o potencial existente. Pode-se, segundo depoimentos de aficcionados, conseguir a estimulação involuntária de nervos e músculos no corpo, gerando desde uma simples sensação de "formigamento" até seguidos orgasmos. *** Você já parou para pensar na sensação de você estar sob a dominação de uma rainha, estando todo imobilizado e ela vindo com um eletroestimulador pronta para dominar? E agora? Nossa não tem como eu fugir? Mas ela esta tão encantadora! - Sim! é realmente uma mistura de medo e prazer realmente, e isso lhe dá muito medo,mas ao mesmo tempo lhe dá muito tesão! Tudo primeiramente é questão de saber o que estar por vir. A rainha tem que deixar o submisso conciente sobre as praticas e seus riscos. Após isso já conversado é quase inevitavel que aconteça a segunda coisa...confiança, em uma prática de eletroestimulação você tem que saber e tirar todas suas duvidas e após isso se a rainha for de sua confiança realmente você deve confiar que você terá uma sessão totalmente segura entre ambas as partes e isso incluindo a palavra de segurança. Então acredito que agora o medo já não é mais tão grande né? Vamos deixar o prazer rolar e aproveitar mais essa experiência? Que tal agora? ***créditos ciadodesejo

  • Você já parou para ver se você tem essência do Poder Dominante?

    Enquanto a ideia popular faz dos Dominadores pessoas agressivas, esses grandes seres alcançam influência demonstrando sua competência e valor para suas posses e/ou outras pessoas no meio. Não se trata apenas de um perfil que fetichiza a conquista do poder, mas sim de quem ascende a hierarquia para sucesso geral da relação e dos indivíduos dentro desta. Num primeiro olhar, tanta autoconfiança pode parecer arrogância ou bravata. Num segundo olhar percebemos que Dominantes são contundentes em sua comunicação e gostam de chegar direto ao ponto. Para ser um Dominador, não basta ter apenas um perfil dominante, é preciso exercitar algumas características que transformem instintos natos em algo construtivo. A Dominância, no que tange o BDSM, precisa ser galgada em alguns aspectos morais. Alguns deles precisam ser exercitados ao longo da vida. Dentre estes aspectos estão habilidade em se comunicar, a empatia, a humildade, a responsabilidade e a lealdade. Habilidade na Comunicação e Empatia - Isso se chama Poder Coloquei comunicação e empatia juntas pois acho que uma deriva do esforço da outra. As habilidades em se comunicar com alguém nascem de uma visão menos moralista de mundo, em parar de ver atitudes e palavras como boas ou más, certas ou erradas (o sentido de certo e errado vai variar segundo as regras do Dominante). É consequência da tentativa genuína de compreender o outro em sua totalidade, é a ênfase em expressar e captar sentimentos e necessidades, em vez de críticas ou juízos de valor. Manter um canal honesto e sincero de comunicação é essencial para realinharmos a relação sempre que preciso for. A habilidade de falar e ouvir é uma característica a ser trabalhada por ambos no relacionamento, mas ainda mais por quem ficará responsável pelas decisões de acatar ou não queixas, e o que fará em relação a elas. Humildade Humildade também é uma característica que complementa as duas de cima. Humildade para reconhecer as próprias falhas, os próprios limites, e os próprios erros. Humildade em se colocar na posição de aprendiz muitas vezes enquanto ensina e disciplina alguém. Reconhecer-se como um ser falível. Estar disposto a colocar algumas necessidades no bolso em favor do bem estar do submisso e da relação. Orgulhar-se das próprias habilidades e talentos enquanto compreende-se que estamos em constante crescimento e aprendizado. Ou seja: não sabemos tudo. Responsabilidade Dominadores precisam ter um senso bastante apurado de responsabilidade. Responsabilidade pelas decisões que tomam, e dos seus possíveis desdobramentos. Consciência de possíveis consequências, tanto positivas quanto negativas, de tudo o que está sob sua responsabilidade. A responsabilidade puxa o Dominador para o aprendizado e a humildade. Compreender que não se assumem riscos do que não se conhece e que é preciso reconhecer erros para que se arque com as consequências negativas de algum ato. Seja no sentido subjetivo da relação ou nas práticas e cenas. Lealdade Esta talvez seja uma das características mais importantes, pois é dela que nasce boa parte do respeito e da admiração que um submisso nutre pelo seu Dono. A lealdade é a coerência e contundência numa relação. Se trata do quanto uma pessoa consegue se manter fiel aos próprios valores e as promessas que fez a si e ao próximo. Numa D/s, diz respeito a manter os acordos e comunicar sempre que perceber certa dificuldade em mantê-los. As pessoas respeitam e aceitam ser guiadas por aquilo que elas enxergam como norte, por quem é pouco volátil e por quem honra as próprias palavras.

  • AS BASES DO BDSM E SEUS SIGNIFICADOS

    SSC = SÃO, SEGURO E CONSENSUAL. No SSC todos os envolvidos devem estar mentalmente saudáveis, agir com consensualidade e acima de tudo com segurança. SSC é a segunda base mais rígida do BDSM, creio eu, onde muitos dos fetiches não podem ser inclusos porque oferem riscos reais aos envolvidos, mesmo que controlados. SSC é uma base mutio conhecida pelo uso de uma palavra ou gesto de segurança. BDSM OS 3 SSS = SÃO, SEGURO E SENSUAL. Distingue-se do SSC por rejeitar a consensualidade. E o que é consensualidade.? Consensualidade. é a relação baseada no prazer mútuo, no respeito, no bom senso, no conhecimento profundo dos parceiros, na responsabilidade do Dominante em conduzir a cena de forma que o resultado final seja recompensante tanto ao Dominante que não teve restrições ao seu Domínio senão o Bom Senso, a Saúde, Segurança, e ao submisso que tem sua integridade física e mental rigorosamente observada. TPE = TROCA TOTAL DE PODER. TPE é consensual, mas sem nenhuma obrigatoriedade de sexplicações. Dentro do TPE, o submisso se entrega totalmente ao dominador, onde tudo ocorre conforme o dominador deseja, sem explicação prévia, aviso ou palavra de segurança. Tendo como base o profundo bom-senso da parte dominante. TPE é similar ao SSS. RISSCK = FETICHE CONSENSUAL, SEGURO E SÃO COM RISCOS INFORMADOS. É um SSC bastante técnico. Cheio de análises de risco – e que naturalmente comporta coisas mais complicadas que uma simples chicotada, mas ainda assim seguras e sâs. RISSCK também possui palavra de segurança. Ele é muito mais focado em relações 24/7. RACK = TARA CONSENSUAL CONSCIENTE DE RISCO. Criada para se contrapor ao SSC. Enquanto no SSC as pessoas estão seguras pela safeword, no RACK elas estarão conscientes do risco. RISK-AWARE (DETERMINAÇÃO DE RISCOS) Ambos, ou todos o parceiros, estão bem informados dos riscos envolvidos na atividade proposta. CONSENSUAL Conhecido esses riscos, ambos ou todos os parceiros, de espontânea vontade, oferecem um consenso preliminar para realizar a dita atividade. KINK (PERVERSÃO) A atividade tida como classificada como sexo alternativo. PCRM = Prática consensual com risco mínimo. A expressão RACK é mais exata do que a expressão SSC, entretanto mesmo assim não é perfeitamente exata, por isso proponho um novo conceito, segundo o qual as práticas do BDSM devem ser Consensuais, almejando-se sempre o risco mínimo ou a minimização máxima dos riscos; logo, a expressão correta deve ser Prática Consensual com Risco Mínimo. Essa nova expressão, a PCRM, além de ser mais exata, também elimina um termo que, pelo menos no Brasil, é pejorativo, o de “tara”; pois que não nos considero tarados, muito menos anormais, e sim apenas pessoas que admitiram a sua natureza e a exercem de modo sadio e dentro da lei, diferente da hipocrisia dominante que tenta negar seus instintos ou dos desejos “feijão-com-arroz” dos baunilhas. PRICK = FETICHE CONSENSUAL COM RESPONSABILIDADE PESSOAL INFORMADA. No PRICK coisas que não são seguras podem ser praticadas, ele é focado em cenas, inclusive profissionais. PR – RESPONSABILIDADE PESSOAL Significa que a responsa é de quem aplica em segundo lugar, e de quem pede em primeiro. I – INFORMADO Significa que essa responsabilidade sobre o que será feito é avaliada e transferida aos devidos autores. CK – FETICHE CONSENSUAL No PRICK não se analiza risco. Apenas se assume a responsabilidade sobre ele, onde há termos assinados. Aqui pode-se usar espetos, pregos grandes, geralmente usado nas cenas mais hardcores em vídeos de sites pornográficos. Tudo é permitido desde que haja um termo e a pessoa assine neste. É indicado que novatos mantenham distância ou tomem cuidado ao se envolver com supostos praticantes do PRICK e RACK, pois são práticas “Hardcores”, que devem ser praticadas por pessoas experientes, que sabem o que estão fazendo e como estão fazendo.

  • O que é Findomme e como funciona essa prática com relação ao dinheiro?

    Uma FinDomme é uma mulher que pratica a dominação financeira. Para não ser confundida com uma profissional do sexo, essa Pessoa recebe dinheiro de um escravo, porque ambos desfrutam da Dominação Financeira do fetiche. Os dois podem nunca se encontrar na vida real. História: A palavra veio dos submissos que serviram aos Dominatrizes Financeiros originais nos anos 90 nas salas de bate-papo do yahoo, como uma maneira mais curta de digitar as palavras Dominatrix Financeiro . Domme e Domina são formas curtas da palavra Dominatrix. #misstriss #financial dominatrix #findomme #domina #fetish #bdsm #dominante #submissiva #money escravo Findomme Uma mulher confiante e dominante que controla os homens, permitindo-lhes estragar e homenagear sua atenção dommes ou seu prazer. Os homens têm prazer em receber atenção daqueles a quem adoram e admiram . Findomme Uma linda mulher sexy que assume as finanças dos homens . Há muito controle envolvido . Uma findomme incrível, ela drenou a maioria das minhas economias e todos os cheques de pagamento são depositados em sua conta bancária. # dominação financeira #dsm #femdomme #pay porcos #fins lave

  • Tickiling Cócegas Prazer

    A terminologia oficial para o fetichismo por cócegas é conhecida como knismolagnia (ou knismofilia ou titillagnia [i] ), que é a excitação sexual derivada de fazer cócegas em alguém ou da sensação de sentir cócegas em si mesmo. Tickle – é dar prazer ou gratificar. Fazer cócegas é uma prática inofensiva que a maioria de nós desfrutamos inocentemente quando bebês e crianças, com jogos como “Este porquinho” e “Monstro de cócegas”. Quando adolescentes e jovens adultos, as brigas de cócegas costumam fazer parte de nossa introdução ao toque lúdico como uma porta de entrada sexual para flertar, apalpar sua namorada ou acariciar uma paixão recém-descoberta. Fazer cócegas pode ser uma maneira divertida de se tornar íntimo de alguém, de tocar, provocar e flertar. Fazer cócegas pode ser muito infantil, divertido, excitante e até erótico para alguns. Para outros pode ser o seu pior pesadelo, ou até mesmo usado como punição. Então, tickiling cócegas prazer quando se tornam um fetiche? As cócegas podem ser um interesse sexual ou um fetiche sexual (parafilia) na idade adulta, dependendo da sua definição. Qual é a diferença? Realmente, não muito. Um interesse sexual pode se transformar em parafilia dependendo de quão intensa se torna a fixação nele e se a atividade causa problemas em sua vida. Na maioria das vezes, um fetiche é visto como um interesse sexual inofensivo se não machucar ninguém. “Quando você olha para os estereótipos culturais sobre o que constitui sexo “normal”, praticamente qualquer coisa que você faça fora da relação missionária heterossexual casada pode ser considerada “desviante” qualquer pessoa com genitália e cérebro” tem um fetiche sexual. Em vez de “desviantes”, acredito que os fetiches são “mágicos”: “Quando alguém tem um fetiche sexual, significa que para ele um objeto, maneira de vestir ou cenário específico assume uma qualidade mágica, tem um significado mais profundo e se torna parte de suas experiências sexuais favoritas – ou às vezes é absolutamente necessário para satisfazer a liberação sexual. .” Os fetiches tornam-se problemáticos quando o fetichista sente que não pode compartilhar honestamente seus interesses com o parceiro e/ou realizar sua fantasia. Isso leva a esconder seus impulsos sexuais no armário ou a reprimi-los, a sentimentos de culpa, a se sentir uma aberração ou a procurar maneiras pouco saudáveis ​​de viver suas fantasias. Quando uma pessoa não tem uma saída saudável para o seu fetiche, isso também pode levar a comportamentos ou atividades perigosas, extremas ou destrutivas. O que é fetichismo por cócegas? A terminologia oficial para o fetichismo por cócegas é conhecida como knismolagnia (ou knismofilia ou titillagnia), que é a excitação sexual derivada de fazer cócegas em alguém ou da sensação de sentir cócegas em si mesmo. Knismolagnia, vem de Knismesis, que é uma forma leve de cócegas, como quando um inseto faz cócegas nos pelos de seus braços, enquanto gargalesis é o termo para cócegas fortes, que tem como objetivo produzir risos. Definições de “Tickling”, de CR Harris, Universidade da Califórnia: Gargalesis: cócegas que provocam o riso, provocadas por uma pressão um tanto forte aplicada repetidamente em certas áreas sensíveis do corpo. Esta forma de cócegas não pode ser auto-induzida. Knismesis: Tipo de cócegas que é provocado por um leve movimento na pele e geralmente não está associado ao riso. A sensação pode ser facilmente produzida no eu. Definição: Knismolagnia refere-se a impulsos sexuais, excitação ou fantasias envolvendo cócegas. No que diz respeito aos fetiches, a knismolagnia é considerada uma das parafilias “mais obscuras” e menos pesquisada, e é basicamente inofensiva. No entanto, as pessoas que a têm muitas vezes preferem fazer cócegas a outras atividades sexuais, incluindo relações sexuais. Na verdade, nenhuma atividade sexual precisa estar envolvida, e algumas pessoas podem ter orgasmo apenas com cócegas. Outros nem precisam ser tocados e podem ficar excitados apenas vendo alguém fazendo cócegas ou fazendo cócegas em outra pessoa. Como saber se você é knismofílico? “As cócegas provocam o riso através da antecipação do prazer.” -Carlos Darwin Se você tem impulsos sexuais intensos e recorrentes associados a cócegas, cócegas ou cócegas em outra pessoa, e é a única maneira de ficar excitado ou atingir o orgasmo, você pode ser um Knismofílico ou Ticklephile. Sintomas de Knismolagnia Excitação sexual obtida ao receber cócegas Interesse sexual em fazer cócegas Desejos sexuais intensos e recorrentes envolvendo cócegas Excitação sexual associada a cócegas Se você é um Ticklephile, você pode se enquadrar em uma destas categorias: Tickle Top - A pessoa que faz cócegas, ou faz cócegas, tortura outra com o objetivo de forçar a vítima, geralmente contida e indefesa, a rir histericamente, chorar, gritar, urinar, ejacular e até desmaiar por causa de cócegas intensas e prolongadas. Geralmente feito com consentimento para gratificação sexual erótica, mas às vezes usado como tortura eficaz de prisioneiros. Tickle Bottom - A vítima, geralmente contida, de tortura por cócegas, seja com o consentimento de um cócegas para exercício ou gratificação sexual ou por outros como tortura para obter informações ou para prazer sádico. Se sentir muitas cócegas, o “fundo” sofre uma agonia aguda devido aos reflexos automáticos do corpo, como risos histéricos, gritos, choro, espasmos musculares, micção, ejaculação e até convulsões e perda de consciência. Comum na prática de BDSM (bondage sado-masoquismo), o fundo das cócegas deve estar em boa saúde física porque cócegas intensas podem causar derrames e convulsões. Entre os ticklephiles, os termos “Ler” e “Lee” também são usados ​​para rotular um tickler ou ticklee. A boa notícia é que fazer cócegas não é perigoso. A menos que envolva cócegas excessivas e ásperas que podem se tornar dolorosas; não é consensual (algumas pessoas não suportam receber cócegas); ou torna-se problemático: tão obsessivo a ponto de interferir na sua vida, no trabalho, na felicidade, na saúde ou nos relacionamentos. As más notícias? Você não pode fazer cócegas até rir. A menos que você seja esquizofrênico, porque “seus cérebros não conseguem diferenciar entre toques autogerados e toques gerados externamente” . A solução? Encontre um parceiro que goste de fazer cócegas tanto quanto você! Por que as pessoas ficam excitadas com cócegas? “Cócegas é um símbolo de movimento, de tirar as coisas de sua complacência. Quando alguém sente cócegas, pode tentar lutar contra as suas reações, mas é improvável que consiga permanecer imóvel. Eles começarão a ficar inquietos. De repente, eles se verão abrindo um sorriso, não importa o quanto tentem permanecer em sua postura estóica. Eles serão removidos de qualquer estado de controle em que se encontrem.” - ”Acendendo suas cócegas internas”, por TickleWriter Em primeiro lugar, nem todo mundo tem cócegas. Para alguns, sentir cócegas é extremamente desagradável e pode até ser doloroso. Para outros, eles podem não sentir absolutamente nada. E algumas pessoas sentem cócegas apenas em determinados momentos ou em certas partes do corpo. Na verdade, num estudo, apenas 32% dos entrevistados gostaram de sentir cócegas, 32% foram neutros e 36% não gostaram nada. A razão pela qual as pessoas sentem cócegas e riem quando fazem cócegas tem sido o foco de um debate sério entre filósofos, cientistas, investigadores e pensadores, incluindo Charles Darwin, Platão, Aristóteles, Francis Bacon e Galilieo Galilei, para citar alguns. E ainda estamos tentando descobrir por que as pessoas riem quando fazem cócegas, o que você pode ler sobre isso neste artigo: “Por que rimos quando sentimos cócegas”. Os cientistas das cócegas chegaram ao ponto de pesquisar que área do cérebro se ilumina quando você faz cócegas nos pés de uma pessoa enquanto está amarrado a um scanner cerebral de ressonância magnética. Parece uma tortura cruel para mim. Imagine estar preso a uma ressonância magnética e tentar ficar parado enquanto alguém faz cócegas em seus pés! E, de acordo com G. Stanley Hall e Arthur Alliń no artigo de jornal, “A psicologia das cócegas, do riso e dos quadrinhos”, apenas fingir que está prestes a fazer cócegas em alguém pode provocar o riso. Estranhamente, sentir cócegas também não é exclusivo dos humanos. Macacos, bonobos, macacos e ratos parecem gostar de receber cócegas, e os macacos até fazem jogos de cócegas. Maneiras de explorar cócegas Knismolagnia Como mencionado acima, o tique-taque pode ser explorado como uma atividade BDSM que inclui restrições, bondage, cócegas com as mãos ou outros brinquedos, como penas e cócegas eróticos. Pode ser uma forma de brincadeira, preliminares, humilhação, domínio e submissão, tortura ou punição, dependendo da intenção desejada. Fazer cócegas no BDSM também pode ser uma forma de jogo de sensações ou uma forma de induzir o orgasmo forçado (se o cócegas for sexualmente excitado por cócegas). Muitas vezes envolve escravidão, ou ser pressionado, ou é usado com uma palavra segura sem restrição. As cócegas também podem ser usadas com outras formas de brincadeiras de impacto ou brinquedos de sensações. Cócegas Eróticas Existem inúmeras maneiras de jogar cócegas com alguém. Depois, há cócegas eróticas. Este pode ser apenas um tipo lúdico de flerte que pode ser feito a qualquer hora do dia, totalmente vestido. Ou pode ser usado como preliminares para o evento principal. Cócegas eróticas podem ser usadas como parte do jogo de sensações. Você pode fazer cócegas com os dedos, com a língua, com os lábios, soprando na pele, com o cabelo ou com um brinquedo que faça cócegas como uma pena. Maneiras eróticas de fazer cócegas incluem: Soprar suavemente no ouvido de alguém. Lamber ao redor da orelha externa e do lóbulo da orelha e, em seguida, enfiar rapidamente a língua na orelha do seu amante. Passar as pontas dos dedos suavemente ao redor da linha do cabelo de alguém ou na nuca para causar arrepios e arrepios eróticos. Soprando na nuca e na coluna. Fazendo cócegas suavemente na parte inferior dos joelhos com leves dedos de aranha. Brincalhão apertando as laterais das rótulas. Beliscar, lamber ou mordiscar os dedos dos pés. Soprar na parte carnuda da barriga com os lábios para fazer um som de peido ou zumbido. Se você tem cabelo comprido, coloque-o sobre o corpo do seu amante e arraste-o lentamente sobre ele de forma que apenas as pontas toquem a pele. Usando uma pena ou espanador, palha, escova de cabelo, cotonete, pincel artístico, escova de dentes elétrica (ou vibrador) ou outro instrumento de cócegas, como uma roda de Wartenburg nos pés do seu parceiro, ou outros pontos delicados. (Aliás, Pteronfilia é a excitação sexual provocada por cócegas de uma pena. Segundo a Wikipedia, é derivada da palavra grega “pteron”, que significa pena ou asa.) Fazer cócegas na axila (também chamado de douhini) “é fazer cócegas na parte interna de uma axila exposta. O Douhini-er deve então gritar Douhini para surpreender ainda mais a vítima. Geralmente acompanhado por uma leve oscilação do dedo indicador. Em outros casos, um Douhini também pode ser um soco na axila, mas essa técnica geralmente é desaprovada.” Lugares eróticos no corpo para fazer cócegas Existem muitos lugares no corpo que podem causar cócegas. Os mais populares incluem os pés, as axilas e as laterais da caixa torácica. Mas não se limite apenas a essas áreas. Seja brincalhão, experimente e experimente diferentes lugares, bem como diferentes tipos de toque, desde suave e quase imperceptível até cócegas intensas. Não se esqueça de experimentar os órgãos genitais (vulva, clitóris, monte de Vênus ou pênis e testículos nos homens), seios, mamilos, parte interna das coxas, nuca, garganta e ponto de pulsação, sob o queixo, joelhos, bochechas, palmas das mãos da mão, cintura e bumbum. Você nunca sabe onde o lugar ideal do seu amor pode estar escondido! Divirta-se!: Seja brincalhão, explore e divirta-se. Afinal, fazer cócegas tem tudo a ver com rir e se divertir. Lembre-se de como era ser criança novamente e ria! Artigo Original publicado em Sexpert.com

  • Femdom: Aprofundando no universo da dominação feminina

    Femdom: Numa tradução literal significa Dominância Feminina, sendo uma união das palavras Female e Dominance. Se trata da prática do BDSM onde a mulher é a Dominante da relação. A Dominatrix para ser mais exato. A Origem do Femdom é antiga e um tanto incerta, pois em várias culturas e mitologias tinham mitos de Deusas e Rainhas que eram um símbolo de supremacia feminina, porém, houve uma na antiga mesopotâmia que é considerada a primeira figura de uma Dominatrix. A Deusa Inana, considerada a Rainha do céu, Deusa do sexo, guerra, justiça e poder político costuma ser dita como aquela que originou não só o Femdom, como também a figura da Dominatrix como conhecemos hoje. O que conhecemos hoje como Dominatrix profissional não tem uma origem exata, acreditasse que tenha surgido em antigos bordeis na década de 1500, com as damas atendendo homens com desejos fetichistas, dessa forma já dá para imaginarmos o quanto isso evoluiu até os tempos atuais. Tudo isso é muito curioso, quando enxergamos o quão presente a Dominação Feminina esteve presente em uma sociedade dominada pelo patriarcado. Práticas: Há muitas práticas presentes no femdom, muitas são simples e muitas bem complexas. Acredito que seja uma boa opção começarmos pela “Inversão de Papeis” esse é o nome da prática do sexo anal no femdom, e possui esse nome por colocar o homem numa posição frágil de uma mulher sendo devorada. Resumidamente: “um assume o papel do outro na hora do sexo”. Há diversas outras práticas que estimulam o um prazer extremo na Mulher Dominadora, no homem submisso e na mulher submissa também. Alguns exemplos dessas práticas: Pet Play, EletroShock, Breath Control, Infantilismo/ABDL, Tickiling, Podolatria/Botas, Facefuck, dentre muitas outras. Há uma que é simplesmente fascinante no Femdom, o CBT/Cock Ball Torture. Essa prática é a favorita da maioria das dominadoras, suponho que seja pelo fascínio de “brincar” com algo que só o submisso tem, isso numa sessão de mulher cis e homem cis, pois há muitas mulheres trans e muitos homens trans. Ainda assim, a pratica continua sendo umas das queridinhas de muitos, envolve um prazer difícil de explicar em ambos os lados, demonstra sadismo por acertar aonde dói e disciplina por mostrar que a mulher está no controle, machucando as bolas do homem e o deixando frágil e vulnerável. A lista de práticas é enorme e certamente abordei bem menos que 5% delas, então é sempre bom irmos descobrindo com nossas pesquisas. Femdom hoje em dia: A Dominação Feminina não é apenas uma prática no meio BDSM... é um estilo de vida que muitas mulheres adotaram e vivem de maneira profissional e pessoal, estilo esse que é dividido com as pessoas certas que se submetem a elas e seguem suas regras pessoais. Assim como todo preconceito dentro do BDSM, o Femdom também é julgado por intolerantes e alguns ignorantes que não sabem como funciona, mas isso não deve impedir o fetichista de buscar aquilo que lhe dar prazer, lhe fascina e lhe faz feliz. Mesmo com toda imperfeição que nós humanos temos, ainda assim conseguimos nos unir de uma maneira ou de outra e o Femdom continuará unindo muitas dominadoras e subs, assim como as outras pessoas dentro do mundo fetichista mas fora do Femdom... sempre haverá preconceito, mas uma união que acredita no certo consegue ser mais forte que isso... espero que a gente viva intensamente cada vez mais.

  • Inversão de papéis no sexo, o que ajuda na relação?

    Do desejo feminino de ver o homem sendo penetrado, até o próprio homem descobrir uma sexualidade de um jeito diferente: a inversão de papéis no sexo pode surgir de ambos os lados. Protagonizado pela cinta peniana, que tem um pênis artificial acoplado, o fetiche faz parte da vida de casais heterossexuais que buscam novas sensações sexuais. Essa é uma prática que não está somente inserida no contexto do BDSM, mas sim, do contexto de sexualidade em geral. No BDSM, usa-se muito a expressão “pegging” e “Inversão”, acredito que se caracteriza melhor a palavra “inversão”, justamente por ser realizada por mulheres essa prática! Muitos já me perguntaram sobre a questão da masculinidade de quem prática inversão. Mas se fizer isso ele não é gay? Mas se ele faz isso com mulher, ele também faz com homens? Mas ele não vai mais querer transar com mulheres? Realmente é tantos “mas” que tem horas que paramos de prestar atenção em nossos sentimentos e desejos só para ouvir esses “mas” ...e daí? Vamos responder esses “mas”? Vamos lá! Claro que não! O homem realizar, ter desejo por inversão e até mesmo ele próprio usar vibradores, bullets, ou qualquer outro acessório apropriado para masturbação anal, não tem problema algum! O ânus é uma das principais regiões erógenas do corpo humano, os homens possuem uma próstata densa, que pode ser “tocada” através da penetração, e que, quando tocada, desencadeia um orgasmo até inclusive, muito mais intenso do que sem esse “toque”, até mesmo porque, a própria região anal, é, por si só, bastante sensível ao estímulo uma vez que, tem por ali, cerca de 4000 terminações nervosas! Quando o homem faz inversão ele não está em busca de um outro homem, mas sim em busca conhecer novas sensações em seu corpo. O homem quando é gay ele não está somente em busca de descobrir novas sensações, mas sim ele tem uma atração física e emocional por homens! Não são as mesmas coisas, e já passamos dá hora de entender isso, que conhecer nossos corpos e novas sensações, não tem nada haver com mudança de gênero. Conheço muitos homens que mesmo que gostam de realizar inversão, jamais largou de sentir tesão por mulheres! Muito pelo contrário, quando o homem realiza a pratica da inversão, ele aprende e entende melhor os prazeres que ele pode proporcionar a sua parceira também! E juntos podem ter uma intimidade de muita confiança e cumplicidade. Não podemos esquecer que esse a inversão foge um pouquinho da “norma” ao qual a sociedade está acostumada, logo, pode ser que sua parceira nem tenha pensado nessa hipótese, e está tudo bem! Tanto com o seu desejo, com a possível falta do dela! O mais importante vai ser sempre o diálogo. Eu sugiro que o assunto seja introduzido com calma e, de preferência fora da cama!

  • Ballbusting, chute nas bolas!

    O fetiche conhecido por ballbusting consiste no desejo sexual de homens por serem golpeados na região genital. O ballbusting faz parte das várias de práticas que o BDSM engloba. Além de estar relacionado com sadismo, masoquismo, dominação e submissão, as sessões seguem a regra do São, Seguro e Consensual e devem ter uma palavra de segurança, mesmo que muitos pedem para retirar a palavra de segurança...isso é imprecendivel imprescindível! Ainda que o golpe mais clássico seja o “chute no saco”, o ballbusting vai além de um "simples chute," vai de descanço até com botas. O fetiche envolve outras modalidades, e estão liberados pisões, puxadas, apertões, beliscões, mordidas, tapas, joelhadas, ser arrastado pelas bolas e por aí vai. Ballbusting, além do saco Mesmo que o termo ballbusting contemple apenas as “bolas”, o fetiche em si diz respeito à genitália masculina completa. Ou seja, o pênis entra na brincadeira também. Sem dó Para quem gosta de ballbusting, não existe encenação ou piedade – seja qual for o golpe escolhido, tem que ser bem dado e com bastante força. O prazer – físico e psicológico – envolvido no fetiche está relacionado, além de com a humilhação, com a dor, caso contrário perde toda a graça. Femdom Ainda que não haja uma regra específica, esse fetiche geralmente está relacionado ao Femdom, que é a dominação feminina. Logo, na maioria das vezes são homens sendo “torturados” por mulheres.

bottom of page