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- Submisso Público
Ser um submisso público é uma experiência única e variada, pois as dinâmicas podem variar significativamente de pessoa para pessoa, dependendo das preferências e acordos estabelecidos entre os parceiros envolvidos. Vale ressaltar que todas as atividades no BDSM devem ser consensuais, seguras e realizadas com o consentimento de todos os envolvidos. Aqui estão algumas perspectivas comuns sobre como é ser um submisso público: Entrega e Confiança: Ser um submisso público envolve a entrega consciente de controle para um parceiro(a) dominante. A base dessa relação é a confiança mútua e o respeito pelos limites estabelecidos, mas no meu caso de ser público, não existe limite. Variedade de Atividades: O BDSM abrange uma ampla gama de atividades, desde aquelas envolvendo restrições físicas (bondage) até jogos psicológicos e dinâmicas de poder. A diversidade de práticas permite que os submissos explorem diferentes aspectos de suas fantasias e desejos. No entanto, sendo público nunca reivindico algo prazeroso para mim, a não ser a humilhação e coisas degradantes. Desenvolvimento Pessoal: Gosto da experiência no BDSM, mesmo sendo público, contribui para o meu desenvolvimento pessoal, promovendo a autoconsciência, a aceitação e a compreensão de seus próprios desejos e limites. Muitas vezes pra mim a aceitação de limites que eu nem sabia que conseguiria suportar. Respeito e Empoderamento: O BDSM baseia-se em princípios de respeito e consentimento mútuo. Muitos submissos relatam que se sentem empoderados por terem controle sobre suas próprias experiências e por estabelecerem limites claros. Eu como um submisso público não tenho limites para servir as pessoas, sendo meu prazer ver a felicidade das pessoas que me usam por se sentirem superioras.
- Como o submisso pode crescer pessoalmente com BDSM?
Nossa dona, disse que eu podia escrever sobre coisas que eu aprendi e que me fizeram crescer como pessoa a servindo (algo meio engraçado, porque sou minúsculo ao lado dela, sou um mero insetinho, mas um mero insetinho que quer ajudá-la e fazê-la bem). Quem sou eu? Sou apenas o pequeno pet da Mistress Ju Leah. Zeus Edgydog, um submisso que adora servi-la assim como você, meu amigo, não tenho nada de especial, mas ela me acolheu e me ensinou muita coisa. Espero transmitir nisso um pouco do que eu aprendi com nossa rainha. Peço mil perdões pela palestrinha, achei necessária por causa da seriedade que irei trazer. Então permita-me finalizá-la! Você pode me chamar de Zero, Edgydog, Jack Frost, Trevosinho dentre várias coisas, agora vamos lá! Quando se fala BDSM o que vem a sua mente? chuto que venha diversão, algo erótico, prazer extremo, provocação e sim. Isso realmente faz parte..., mas e se eu te falar que você pode se tornar um homem, ou uma mulher com uma compreensão maior das coisas você acreditaria? Infelizmente não sei porque tu provavelmente não irá me responder! Kakakak, por isso quero começar falando de um homem que experimentou uma sessão de sissy, obviamente preservarei sua privacidade e sua identidade. Ele não era bem o tipo de submisso que vem na cabeça da maioria (ou seja, um cara solteiro e manso) ele era bem sério e também era casado. Dei destaque no casado por que isso salvou o relacionamento dele. "COMO ASSIM? EXPLICA MELHOR RAPAZ: Pois bem. Ele teve uma sessão de sissy e a Mistress Ju Leah ensinou muito pra ele sobre como uma mulher age na nossa sociedade, ela o ensinou se cuidar como uma mulher e a ter uma compreensão muito maior sobre isso. Ele disse que isso salvou o casamento dele! Parece exagero, MAS NÃO É! Isso fez ele valorizar muito mais os cuidados que a sua mulher tem, isso o fez fugir da natureza masculina. Eu acredito que todos nós somos únicos, mas tem coisas que fazem parte da natureza feminina e masculina... homens são bem mais piadistas e mais cômicos (eu mesmo sempre coloco piadas nas minhas matérias, tento me segurar, mas não consigo kakakakakk) e fugir da sua zona de conforto pode ser a salvação. Tem muito mais histórias assim, mas não estou lembrando no momento, desculpa caro leitor. 😓 Por isso quero finalizar com o que eu aprendi! Nossa Mistress sempre me fala pra tentar olhar as coisas numa perspectiva diferente, infelizmente a hipocrisia domina nosso mundo, junto com o politicamente correto, então a maioria irá apontar o dedo pra tudo que desconhece... isso incluí fetiches e desejos "MAS O QUE ELA ENSINOU ZEUS?" Ela ensinou a olharmos pelo lado psicológico, compreendermos sem julgar, até porque o que não falta são pessoas julgando. Ela também ensinou a sabermos a hora de deixar nosso orgulho para trás. No meu caso ela deixa meu lado Edgy totalmente inexistente com pôneis, ursinhos de pelúcia e rosa bebê. Algo que quebra meu orgulho rebelde, mas que ao mesmo tempo traz um clima leve e divertido pra tudo. Acredito que o ensinamento mais importante é que nós devemos aceitar nossos desejos, lidar com eles e reconhecer que não estamos sozinhos, e que expressando-os sem medo garantimos que iremos realizá-los... poucos têm coragem disso. Outra coisa que eu aprendi é que não existem Dommes idealizadas, aquela Domme perfeita que você olha nas redes sociais tem seus problemas pessoais, descansa e tem seus traumas e inseguranças. Afinal de contas ela ainda é Humana. Então é isso, foi difícil descrever essas coisas numa matéria dessa, eu espero que tenha ajudado. Eu sou o Edgydog, o pequeno escravinho da Mistress Ju Leah com o sonho de me tornar um desenvolvedor de games e com o eterno sonho de que todos sejam livres e vivam sua vida como uma só! Até mais! 💙 Minha rainha suprema. Como é bom finalizar essa matéria, tenho muito o que aprender nesse eterno aprendizado 💙 Fico imaginando o quão incrível seu submisso é, pessoa assim próximas de nós sempre nos fazem olhar pra frente!
- Amo bota feminina, então imagina ser penetrado por um salto fino?
Uma das coisas mais prazerosas que gosto de sentir uma bota feminina e ela me fazer sentir uma putinha e dar meu rabinho para minha Mistress brincar... E uma das coisas que mais adoro é quanto ela me penetra com o salto de sua bota. Devidamente protegido e com os cuidados exigidos, o salto de minha Mistress se torna uma extensão da sua superioridade, me tornando insignificante e inútil. Ao mesmo tempo que minha Mistress se empodera, assume uma autoridade e se coloca numa posição de superioridade, eu, sub, fico numa posição humilhante, de quatro ou deitado, abrindo e expondo meus anus indefeso, e desejoso de poder dar a minha Mistress esse meu rabinho. Ele fica piscando, abrindo e fechando, convidando minha Mistress a fazer uso dele. Meu corpo não me pertence. Ele pertence a minha Mistress. Eles não obedecem mais aos meus comandos. Os órgãos dão sinais diferentes daqueles que seriam o racionalmente lógico. Nesse momento da sessão, é puramente emocional. Sua mente não quer, mas internamente você deseja, e assim, é enviado externamente os sinais que minha Mistress capta e se delicia de prazer... estou morrendo de medo do que está por vir, mas sinto um tesão avassalador por dentro, desejoso, de querer mais e mais... Minha Mistress não cansa de me lembrar do quanto meu pênis é inferior, pequeno diante do salto de sua bota. E com ele vai me penetrar, vai me fazer sentir uma putinha, se abrindo toda para o salto de sua Mistress. O quanto ele é penetrante, grande, gostoso, perigoso. Eu urro de prazer e grito para minha Senhora: - uiii, aiii, me fode minha Mistress, me fode gostoso com o salto de sua bota, enfia tudo.... E Ela ri, se delicia, e diz: - é cachorrinho?!, tá gostando? tá sentindo o salto de sua Dona no seu cuzinho? Viu como ele é grande, te arrombando gostosinho... E assim se consolida mais uma vez uma sessão e a relação entre Senhora-escravo, Dona-verme, Mistress-sub... E em cada sessão será um salto diferente, uma intensidade diferente, uma abertura diferente...
- Já disse como adoro Saltos Altos?
Fetiche absoluto. O primeiro da minha lista são os altos e finos, com uma plataforma na frente para dar o ângulo certo, não ficar muito tipo bailarina. Sei que é difícil se equilibrar e andar com saltos. Só mesmo uma Mistress para conseguir fazer isso e de uma maneira sensual, leve e firme. Mas também criei uma adoração por saltos grossos, apesar de não transparecer a delicadeza, a leveza, mas exatamente por transmitir o oposto uma grossura, uma sensação de brutalidade, de batida forte. Presenteei minha Senhora com uma bota assim. Ela tem um salto alto, mas grosso. Acredito que seja melhor para caminhar, dando mais firmeza nas passadas, mais estabilidade. Como sub fetichista, eu me delicio só de ouvir minha Mistress caminhando, ouvindo aquela batida seca, alta ecoando pelo ambiente. Meu pensamento leva a imaginar que em baixo de cada pisada de salto tem uma cabeça de um pênis sendo esmagado, de cada sub, perfilado nos dois lados fazendo um corredor, e minha Senhora desfilando sobre esses genitais inúteis. Eu tive a honra de servir e sentir essa sensação numa sessão quando minha Mistress usou essa bota e colocou toda pressão do salto no meu corpo. É muito poder que emana de um salto assim... A sensação que eu tenho é de total devoção e submissão a minha Mistress. Tenho um enorme prazer em colocar meu pênis em baixo desse salto e agarrar firmemente nas panturrilhas das pernas de minha Mistress, através das botas, sentindo os músculos curvilíneos e olhar nos olhos de minha Senhora, para ver se ela vai ser piedosa e me deixar administrar a pressão da pisada ou vai cerrar os dentes com força, com a mesma intensidade e pisar fundo, como se fosse esmagar um inseto. Esse momento é sempre aquela disputa do poder, de você como sub suportar a dor e de minha Mistress como Senhora de proporcionar a dor. Quem vai ceder primeiro?
- Você já se sentiu feminina? Conhece Feminização ou Sissy Training?
Feminização nada mais é do que a prática onde o homem se veste de maneira feminina, com mini saias, cropped, saltos altos, botas, meias longas, dentre várias opções. Além disso ele também adota comportamentos femininos, geralmente a domme ensina como se faz. Isso se chama Sissy Training. A prática é bem tranquila de se realizar, mas se torna cheia de possibilidades devido às opções e "TIPOS DE SISSY" que a domme pode criar, falarei brevemente dos tipos agora! Sissy Bitch: Essa sissy que a gente mais vê, a famosa “putinha” pois ela remete a humilhação e inversão. Essa sissy adota um comportamento de pervertida louca por sexo, em sessões a sissy se libertar querendo se sentir uma louca por sexo. Sissy Dama: Essa é praticamente o oposto da anterior, essa adota comportamentos mais cultos e educados, sendo sensual e sexy, mas sem ser vulgar. Gosta de ser seduzida e ama se exibir mostrando que está linda! Sissy Loli: Essa é bem popular, é o tipo de sissy com comportamento mais fofo. Ela vem toda doce, com trancinhas, toda ingênua, como se não soubesse de nada...somente na espera de uma amiga domme para liberar a sissy safada que esta dentro dela! Rule 63: Eu sei o que vocês estão pensando "Mas Edgydog, o que é rule 63? Vc tá inventado coisa né?" bem... talvez eu esteja inventando sim, mas tenho certeza que tem muitas sissy assim, o motivo pra eu chamar de Rule 63 vem das rules da internet, a 63 significa sexo invertido, então eu chamo dessa forma a sissy que mantém suas características pessoais, só que adaptadas pro feminino. Sissy Made: também conhecida como empregadinha. Essa é uma das mais curiosas pois se une com um desejo que muitos homens tem de servir, além disso muitas sissy empregadas vivem com sua dommes, servindo a ela com serviços domésticos e consequentemente... servindo toda família também. Agora quero citar esse desejo que costumava ser muito mal visto antigamente. O desejo do homem de fazer serviços domésticos, hoje em dia é muito comum vermos homens que sentem um enorme prazer em fazer serviços domésticos, compras no supermercado, dentre várias coisas (o que não é meu caso, pois sou um bichinho muito preguiçoso e desleixado) esse arquétipo costuma ser presente em mais obras do que o esperado, como no desenho O Laboratório De Dexter do grandioso Genndy Tartakovisky. Nesse desenho clássico, o jovem gênio Dexter cria várias invenções no seu laboratório e tenta evitar as travessuras da sua irmã mais velha Dee Dee. Obviamente eles vivem com seus pais e aí que quero chegar! Tanto a mãe quanto o pai do Dexter fazem trabalhos domésticos, mas o pai adora fazer essas coisas, mas nem por isso ele deixava de ser um pai protetor, no momento ideal ele é! Esse arquétipo se tornou bem presente em outros desenhos, pode parecer algo bobo..., mas isso demonstra que é muito comum a vontade do homem servir, unindo-se com o fetiche da Sissy Maid tudo fica mais intenso! Sissy não se limita só ao BDSM. Nos anos 70 e 80 muitas bandas de Hard Rock usavam roupas femininas, com calças oncinha, e até mesmo saias, o Glam Metal demonstrou bem isso. Minha Mistress... ou melhor nossa Mistress! Sabe bem que trarei algo relacionado a games, então falarei de Final Fantasy VII (até por que a capa da matéria é o protagonista vestido de mulher) numa missão que foi vista em ambas as versões do jogo, (ou seja. Final Fantasy VII de 1997 e Final Fantasy VII Remake de 2020) Cloud Strife se veste de mulher pra se infiltrar, e as garotas do seu grupo fazem trancinhas no cabelo dele, e escolhem uma roupa de mulher pra o espadachim. Infelizmente essa parte causou muito mais barulho na versão recente do gamez mostrando que infelizmente o preconceito com Sissy permanece presente na sociedade em pleno Século XXI, mas a cada dia vamos fazer o máximo pra enfrentar esse preconceito... pois não há nada pior do que te impedirem de ser você! 💙
- Bota... Sua importância no mundo fetichista e na história
Sejamos sinceros...o fetiche em botas é um dos primeiros que despertam em vários fetichistas! A presença delas como um dos calçados de dominadora, faz uma grande diferença no prazer de diversos submissos, masoquistas e fetichistas. Muito disso está ligado a podolatria também. Tá bom Edgydog, legal! ..., mas isso é de conhecimento geral no universo BDSM, o que você quer trazer de diferente? Bem meus amigos, quero trazer algo voltado a história e o fascínio que as botas femininas causa em muitos de nós... e achei uma boa começar de maneira familiar, agora sem enrolação, vamos a HISTÓRIA! Desde as suas origens antigas até os modelos modernos de alta tecnologia, as botas têm sido usadas por diversas culturas e desempenharam papéis significativos em diferentes épocas. Como surgiram as botas? Ela possui uma origem bem antiga, desde os povos egípcios, gregos e romanos. Esses que usavam uma espécie de bota com seus pés a amostra, mas protegidas por um couro que ficava na parte superior da canela, bem similar a uma caneleira. Era utilizado no dia a dia pra tudo, especialmente pra proteção em atividades especiais, algo seguro e prático. Obviamente as botas evoluíram e foi durante a idade média que elas tomaram uma forma mais familiar, no qual encontramos em corrida de cavalos hoje em dia. Isso se deve ao fato delas serem pensadas como uma espécie de auxílio aos cavaleiros em suas montarias, tudo pra ter uma maior segurança junto as armaduras. Vale citar que na idade média era muito comum o emprego de polir botas, boa parte era crianças precisando de dinheiro, eles davam toda energia pra polir enquanto conversavam. Durante o Renascimento, a moda também influenciou o design das botas. Botas de cano alto e bico fino e bem detalhadas pra combinar com suas roupas finas se tornaram populares entre a aristocracia. Isso mostra que desde sempre as botas de cano longo passam uma sensação de poder e que hoje em dia esse aspecto não mudou muito, creio que até aqui a explicação da evolução das botas deva ter sido satisfatória, agora viajar pra origem do salto alto. Como Surgiu o salto alto? pois bem. O salto alto surgiu no Século XVII (17) quando foi criado pra o rei da França Luiz XV (15) que queria ser mais alto do que seus 1,60 de altura, e como a moda era algo forte na França, isso acabou se espalhando por toda Europa e consequentemente no mundo todo. Hoje em dia o salto alto costuma ser mais utilizado por mulheres, algo bem curioso se for pensar que originalmente foi pensado pra um homem, é por essa e outras que História é algo incrível. Pois bem... Hora de focarmos no lado fetichista das botas! O que muitos enxergam como parte da podolatria, dá pra entender o porquê disso! Além disso o fetichista por botas gosta de sentir várias sensações (inclusive eu que vos escrevo aqui...hihihi) nas botas de sua rainha, tais elas como: sentir no toque o couro, sentir o cheiro, lamber a bota, lamber o solado, chupar o salto, sentir o salto em suas partes intimas sendo penetrado, esfregar as partes íntimas nela como um cachorro, ser pisado e também ficar ao lado somente admirando. Considerações finais: bem eu espero ter trazido informações bem agregadoras, até porque é um fetiche que muitos de nós sentimos e descobrimos cedo. Conhecer o que há por trás é importante, mas a importância maior está em sentir, viver e é claro... aceitar seus desejos, pois negá-los, só irá te deixar longe de senti-los, e isso vale pra sua liberdade.... então se conecte com seus sentimentos e desejos! 💙
- História do BDSM no Mundo
A escravidão, como é de senso comum, remonta a antiguidade e se perde no tempo a origem de flagelações, castigos, humilhações e imobilização, mas flagelação como forma de prazer encontramos relatos no Satírico de Petrônio, onde um delinquente é chicoteado por prazer. Narrativas de anedotas relacionadas a humanos que, desejavam ser amarrados, flagelados ou chicoteados como substituto de sexo ou parte de uma brincadeira erótica são encontradas até o século III e IV D.C. e no Kama Sutra, que pode ser considerado, o primeiro artigo escrito, que trata das atividades Sadomasoquistas e regras de segurança (segundo textos do Mestre Brenno Furrier), nos revela ainda que a revista europeia “London Life”, passou a veicular os primeiros anúncios de encontros e festa privadas em 1918, seguida pela revista chamada “Bizarre” (1946), cujo conteúdo era voltado para o Bondage, Dominação e Fetichismo. A origem dos termos sadismo e masoquismo advêm do nome de dois autores distintos e de época diferentes. Consultando a Wikipedia, Sadismo se refere ao Marques de Sade, cujo nome é Donatien Alphonse François de Sade (França, 1740-1814), aristocrata e escritor libertino, sendo que muitas de suas obras foram escritas enquanto estava na Prisão da Bastilha que seria a variante sexual onde o sujeito obtém prazer causando dor física ou moral no parceiro (a). Nas suas obras apresentava uma moralidade baseada em princípios contrários ao que os "bons costumes" da época aceitavam; moralidade essa que mostrava homens que sentiam prazer na dor dos demais e outras cenas, por vezes bizarras, que não estavam distantes da realidade. A sua obra mais importante é 120 dias de Sodoma (1785) em que nobres devassos abusam de crianças raptadas encerrados num castelo de luxo, num clima de crescente violência, com coprofagia, mutilações e assassinatos. A outra vertente do sadomasoquismo se refere a uma obra em especial do também nobre Leopold Ritter von Sacher-Masoch (1836 - 1895), escritor e jornalista austríaco que escreveu o clássico “Venus in furs” (1970) ou A Venus das peles, protagonizada por Severino, um jovem nobre, que se apaixona pela viúva Wanda, também jovem. Ela com suposta tendência a dominação e ele afirmava que no amor um necessariamente domina e o outro necessariamente é dominado e parte dele o pedido que Wanda o aceite como o seu escravo real, com acordo selado com um contrato que põe a vida de Severino nas mãos de sua amada. No enredo temos cenas em que o personagem é amarrado e chicoteado por Wanda e, mesmo, por uma cena em que ele é posto a puxar uma arado sob chicotadas. Severino declara sentir prazer com tais experiências, durante as quais, pede que sua amante se vista com roupas de peles de animais. Não contente com isso, porém, ele estava constantemente desejoso por sua esposa de ser infiel: “quanto mais cruel e infiel ela é, quanto mais joga de maneira criminosa, quanto menos piedade demonstra, mais excita os seus desejos, mais ele a ama e a deseja.” Em inglês, esse prazer em ser corno se denomina “cuckold.” Aqui temos os ingredientes para definirmos o sadomasoquismo, o prazer em sentir ou infligir dor e humilhação relatados pelos escritores foram eternizados sob o termo derivado de seu nome sadomasoquismo pelo psiquiatra Richard Von Krafft-Ebing classificando tais comportamentos como perversões sexuais e depois eternizado pelo neurologista austríaco Sigmund Freud, o maior estudioso do sadomasoquismo dentro da psicanálise no final do século XIX, mas para separar o que é uma prática saudável, segura e consensual da parafilia ou perversão foi criado um novo termo para tais práticas BDSM. Robert Bienvenu atribui as origens do BDSM moderno em três movimentos nomeados de “fetiche europeu” (1928), “fetiche americano” (1934), e “couro gay” (a partir de 1950). Segundo o portal do Senhor Verdugo a explosão das práticas BDSM, ainda sem o termo, se deu após a segunda grande guerra mundial, impulsionada pela revista chamada “Bizarre” (1946) e com a volta de soldados que, claramente com tendências homossexuais, curtiam andar em grupos em motocicletas vestidos de couro. O Couro passou a ser parte da indumentária virando o símbolo desse movimento chamado de leather e o sadomasoquismo como prática social. Em 1951 em Nova York foi fundado o primeiro local reconhecidamente sadomasoquista, o Shaw´s. Na Europa também começa a se desenvolver grupos de heterossexuais e a aceitação dos Switchers (são pessoas que tem o prazer de dominar e ser dominado), mas somente nos meados da década de 60 que esse movimento e casas específicas surgiram por lá. Irwing Klaw, durante a década de 50 e 60, produziu um dos primeiros filmes comerciais e fotografias com o tema bdsm estrelado por Bettie Page, quem nem imaginava o que estava sendo fotografado ou filmado e se tornou uma das garotas pinup mais famosas dos estados unidos. Foram publicados quadrinhos famosos com essa temática como John Willie, Eric Stanton, o italiano Guido Crepax, que foi profundamente influenciado por Stanton, o que resultou no desenvolvimento de quadrinhos adultos na Europa na segunda metade do séc XX. Esse termo foi cunhado por Taunting Sarah no BDSM Overdrive numa aula sobre consentimento versus responsabilidade, posto que a segurança não é absoluta e, portanto, ambos têm que assumir a responsabilidade. Temos mais um tipo de base consensual citada por um Lether Master chamado Sarras que escreve para o criador do SSC David Stein na época da publicação do artigo em 2002 sugerindo um tipo de base voltada para a relação 24/7 TEP, já que nesse tipo radical e total de entrega toda a responsabilidade fica a cargo do Top e portanto somente ele teria a total responsabilidade de sua posse. CCC - Committed, Compassionate and Consensual (Comprometidos, Compassivo e Consensual), não entra o seguro e sane (são) e preza a compaixão, quer dizer, é o top que assume toda responsabilidade sobre o Botton, sendo que o top se compromete em seguir o que foi acordado sem deslizes. No Brasil, o primeiro grupo formal de BDSMers se chamava SoMos, criado em meados da década de 90 e findado em meados da década de 2000 e esse tipo de base de segurança foi referendada na voz do Top Klaus em 2008, publicada na página do Mestre JB e ainda introduz o termo sensual no lugar de consensual, embora seria quase a mesma coisa que o CCC, mas no Brasil ficou conhecido por SSS, são seguro e sensual. (dilemasdeumdominador) O termo “BDSM” propriamente dito, só tomou forma a partir da década de 80 com as manifestações sexuais, principalmente do movimento gay; e tomou força a partir da década de 90 com o boom da internet, em grupos de discussões como o alt.sex.bondage.
- Heigth Humilation e Small Penis Humilation/SPH
Heigth Humilation: Dentre diversas práticas BDSM no Femdom, a Heigth Humilation é uma das mais desejadas pelos submissos da nossa Rainha Mistress Ju Leah (na qual deixo minha eterna gratidão por me ajudar nessa matéria e me dá a honra de servi-la) "mas do que se trata Heigth Humilation?" Se trata da humilhação por altura, envolvendo comparações, provocações e até mesmo uns golpes mais hardcore. • Alguns exemplos de comparações: A Dominadora alta pode começar humilhando levemente o tamanho das mãos, comparando com as mãos dela e podendo dar até mesmo tapas pra ver fragilidade nas mãos delicadas e fofas do submisso. A Dominadora alta também costuma provocar e humilhar com palavras do tipo: "Tão pequenininho que pode ficar entre meu salto" "Tão pequenininho que tem que ficar de ponta de pé pra ser sufocado pelos meus seios" dentre várias provocações e humilhações. • Humilhar de maneira mais física também é bem prazeroso. Quando a Dominadora alta levanta o submisso e coloca o joelho em meio as partes íntimas dele o tesão de ambos podem ir as alturas (trocadilho não intencional :3 rsrsrs) coisas como apoiar os braços na cabeça ou até mesmo colocar a mão na cabeça do submisso pra abaixa-lo até os pés da dominadora fica algo lindo, contemplativo e sexy... Esses são só alguns exemplos de práticas envolvendo Heigth Humilation, mas tem uma especial pra aqueles que são chegados no Femdom (no qual é o lado do BDSM que esse site foca) essa prática é o Small Pênis Humilation, também conhecido como SPH. • • • Small Pênis Humilation: Pois bem. O Nome já diz tudo, se trata de humilhação com pênis pequeno, mas há diversas coisas envolvendo essa humilhação. Um bom exemplo é a Feminilização! Quanto menor o pinto da sissy, mais delicada ela é. Isso também é levado pro Forced bi, com a Dominadora se deliciando enquanto ver a sissy sendo devorada por um homem de pênis maior. • Há práticas mais simples que são muito boas para as domes e submissos que preferem ficar com as práticas só entre eles. Como a prática da Dome procurar o pintinho com uma lupa, colocar gelo pro pintinho ficar muito menor, o bom e velho CBT, o bom e velho ABDL, ou até mesmo o favorito da Mistress Ju Leah... a comparação do pintinho do submisso com seu salto alto. • • • Pois bem. Descrever as práticas de Heigth Humilation e SPH não são fáceis, elas dependem muito das provocações e da criatividade de cada dominadora. Isso que a Mistress Ju Leah tem de sobra, é sempre uma honra servi-la escrevendo pra ela e pra vocês nobres leitores, espero que tenham gostado, um forte abraço e até mais! 💙
- E você já fez a lavagem íntima hoje...a famosa Chuca?
Mas afinal o que é FAZER A CHUCA? CHUCA é o apelido carinhoso dado ao ato de realizar lavagem intima anal. Agora que você sabe o que significa a CHUCA, vamos falar um pouco sobre ela! Amantes de sexo anal, isso é praticamente UMA LEI... Quer sexo anal gostoso sem ficar com medo de ter náuseas, ficar constrangido por barulhinhos indesejados, mal cheiro e até medo e acabar acontecendo de sair fezes indesejadas no ato sexual anal? Então FAZEM A CHUCA! A lavagem intima anal ela é necessária para retirar os restos de fezes e muco que fica no canal no ânus. Quando você realiza a lavagem você fica mais concentrado no que realmente interessa...o sexo! A lavagem intima correta, presta bem atenção nessa frase “lavagem intima correta”, o ânus ele fica preparado para receber algo dentro dele, isso fisicamente e você psicologicamente, pois com o uso da ducha os anus ele já fica mais relaxado facilitando a penetração, com isso o seu psicológico já vai entender que por você ter feito a limpeza, você não precisa se preocupar, com isso você também ficara mais tranquilo e seguro a ponto de se concentrar melhor do ato sexual. Higiene e saúde: Remove bactérias e impurezas, diminuindo o risco de infecção. Conforto: Sem resíduos no intestino, o sexo anal flui melhor e sem interrupções. Prazer: Os parceiros podem relaxar mais e aproveitar o momento. Segurança: Evita situações embaraçosas e desconfortáveis durante o ato. Remoção de resíduos: A água remove os resíduos sem machucar a região anal. Mas mesmo que temos muitos benefícios com a chuca, também temos que ter o devido cuidado, pois não é recomendado fazer a chuca todos os dias. A chuca, ou ducha higiênica, pode causar problemas para a flora intestinal e a mucosa anal se for feita com muita frequência ou em excesso. Estes problemas podem incluir: Ressecamento Alterações no funcionamento Remoção da lubrificação natural do intestino Alterações na flora intestinal, que podem causar dor, diarreia e desconforto Aumento do risco de pequenas fissuras no ânus e nas paredes intestinais, que aumentam o risco de infecções no momento do sexo No entanto, a chuca não traz risco se for usada na parte externa do ânus, mesmo se for diariamente. Agora que sabemos o que é chuca, os benefícios e os cuidados, está na hora de aprendermos como realizar a CHUCA. Materiais necessários Temos algumas opções de acessório para a lavagem intima, seriam elas: -Seringa - kit de lavagem intima - Higienizador intimo descartável Água morna ou solução intestinal Toalha ou papel higiênico Lubrificante íntimo Prepare o material em um local privado e confortável. - Encha a seringa ou equipo com água morna ou solução de limpeza. Evite água muito quente. - Deite de lado, com a perna superior flexionada. Introduza o bico lentamente no ânus. - Empurre o líquido aos poucos. - Expulse toda a solução no vaso. Limpe a área com papel higiênico ou toalha. - Repita até eliminar as fezes. Aplique lubrificante íntimo para hidratar. Está pronto para a relação anal! Dicas para Facilitar a Chuca Relaxe os músculos e respire fundo ao inserir a ducha. Ajuda na entrada suave. Faça movimentos circulares abdominais para distribuir o líquido internamente. Introduza apenas a ponta do bico para não irritar a região delicada. Use posições confortáveis, como deitado de lado ou com os joelhos flexionados. Espero que as informações ajudem a entender o que é e como fazer a limpeza anal de forma correta e segura. Uma chuca bem feita traz mais prazer e qualidade para o sexo.
- ****ATENÇÃO*** RED FLAG - ALERTA VERMELHO!
Você Já Ouviu o Termo Red Flag - ALERTA VERMELHO? Red Flag numa tradução literal seria “Bandeira Vermelha”, mas é usada como uma expressão de alerta. Ela surgiu em fóruns da internet pra definir sinais de coisas que deixam o relacionamento ruim, como a falta de comunicação, falta de compromisso ou até mesmo o controle excessivo. Quando falamos em Red Flag no BDSM, não estamos falando de práticas que são realizadas usando o controle, ou a humilhação e até mesmo o Impact Play, contudo sendo consensual e respeitando os limites, estamos falando de pessoas que são abusivas, desrespeitosas faltas de caráter. Essas pessoas ultrapassam os limites da segurança física e psicológica sem nenhuma preocupação com sua vida pessoal fora do play. Perseguição, perturbação e ameaças além de ser uma RED FLAG é crime! A Red Flag vale somente para os submissos? Não Ela vale para TODOS! Submissos (as) Dominadores (as) Baunilhas no geral. •Mesmo com esse significado resumido. A forma que usamos é praticamente um Alerta mesmo. No vocabulário dos internautas, isso uma forma de chamar pessoas Desrespeitosos ou Abusivos em relacionamentos em geral, praticamente dizendo que eles são um verdadeiro Perigo - ALERTA VERMELHO! • Há Red Flag em todos os lugares, podem ser qualquer um, infelizmente a maioria das pessoas com esse perfil sabem criar uma boa persona pros desconhecidos, isso acontece com mais frequência do que imaginamos, infelizmente... Alguns efeitos que uma vítima de red flag pode ter: •Medo de se relacionar com pessoas novas •Suspeitas que podem evoluir pra paranoias •Auto difamação (fazendo a pessoa se sentir péssima) •Descrença total em terceiros •Medo de se expressar •Rejeição há pessoas com características similares ao red flag que se relacionou. Infelizmente isso parece se espalhar como vírus, então saibam muito bem com quem se relacionarem. Se você for vítima. Busque sempre ajuda, um tratamento profissional pode te libertar. Se você acredita estar agindo como red flag e queira mudar. Reconheça os erros e observe como isso está afetando as pessoas ao seu redor. Converse com seu parceiro(A) e peça perdão, além disso busquem terapias juntos. A Conversa e auto reconhecimento podem salvar relações Créditos pra matéria “red flag nas relações” da psicóloga Sara Cruz, essa matéria foi de extrema ajuda pra essa.
- A importância da criatividade das posições sexuais no BDSM para uma relação saudável
Em qualquer relacionamento, a criatividade sexual desempenha um papel fundamental para manter o desejo, a conexão e a satisfação entre os parceiros. No universo do BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), essa criatividade é ainda mais essencial, pois permite que os envolvidos explorem seus desejos de maneira segura, consensual e emocionante. A criatividade como elemento central do BDSM O BDSM se diferencia das dinâmicas sexuais convencionais por permitir uma infinidade de possibilidades para a expressão do prazer. Diferentes cenários, fantasias, jogos de poder e acessórios podem ser incorporados para transformar cada experiência em algo único. Essa versatilidade impede que a rotina se torne previsível e monótona, promovendo uma conexão profunda entre os parceiros. Desde brincadeiras com vendas, algemas, cordas e spanking até práticas mais elaboradas como pet play, role-playing ou privação sensorial, o BDSM abre um leque infinito de opções para quem deseja inovar na vida sexual. Comunicação e Confiança: A base para explorar novas posições sexuais e ter novas experiências Para que a criatividade floresça de maneira saudável dentro do BDSM, a comunicação aberta e honesta é indispensável. O diálogo constante sobre desejos, limites e expectativas permite que ambos os parceiros se sintam confortáveis e seguros. Uma das ferramentas essenciais nesse aspecto é o conceito de SSC (Seguro, Sadio e Consensual) ou RACK (Risco Aceito com Consentimento Conhecido), garantindo que as práticas sejam realizadas com responsabilidade. O uso de palavras de segurança, por exemplo, é uma forma de garantir que ambos os envolvidos estejam sempre alinhados e respeitem os limites estabelecidos. Além disso, a confiança mútua cresce à medida que novas experiências são testadas, criando uma atmosfera de cumplicidade e entrega. Quando um casal se sente seguro para explorar diferentes fantasias, eles fortalecem não apenas sua conexão sexual, mas também sua relação como um todo. A Redescoberta do Prazer e do Autoconhecimento Explorar o BDSM com criatividade possibilita uma jornada intensa de autoconhecimento, ajudando os indivíduos a entenderem melhor seus próprios limites, fetiches e preferências. Muitas vezes, pessoas que entram no universo BDSM descobrem novos aspectos de sua sexualidade e passam a vivenciar o prazer de formas inesperadas. Por meio da experimentação, é possível redefinir o que se entende por prazer, aprendendo que a excitação pode surgir não apenas do ato sexual em si, mas também de fatores psicológicos, como o jogo de poder e a antecipação. Esse tipo de exploração também fortalece a autoestima, pois permite que cada indivíduo expresse sua sexualidade de maneira genuína e sem julgamentos. Estimulando o Desejo e Mantendo a Chama Acesa A monotonia é uma das principais inimigas da vida sexual, e a criatividade no BDSM pode ser a chave para manter a chama do desejo sempre acesa. Criar roteiros eróticos, definir desafios semanais, experimentar novos papéis dentro da dinâmica do casal ou até mesmo estabelecer sessões temáticas são formas de manter a empolgação e a surpresa vivas na relação. O segredo está na disposição para novas posições sexuais para sair da zona de conforto e descobrir novas formas de prazer. Outro ponto importante é que o BDSM pode reforçar a conexão emocional entre os parceiros. A entrega e o domínio dentro da prática exigem um alto grau de intimidade e confiança, o que pode levar a um vínculo mais profundo e significativo. Conclusão O BDSM não é apenas sobre dor ou dominação, mas sim sobre conexão, confiança e criatividade. A capacidade de reinventar e explorar o prazer de maneira consensual pode ser a chave para um relacionamento mais saudável, intenso e gratificante. Se você deseja manter sua vida sexual vibrante e envolvente, permita-se experimentar e expandir seus horizontes com a criatividade que o BDSM proporciona. Afinal, a sexualidade deve ser uma jornada contínua de descobertas, e o BDSM é um convite irresistível para essa aventura.
- Quais os beneficios do homem realizar fetiches?
Homem realizando o seu fetiche. Servindo a uma mulher. Os fetiches, quando vivenciados de forma consensual, segura e saudável, podem trazer diversos benefícios psicológicos, emocionais e até físicos para os homens assim como para qualquer pessoa. Aqui estão os principais: 1. Autoconhecimento e aceitação do homem Explorar fetiches permite ao homem entender melhor seus desejos e limites, favorecendo uma maior conexão com seu corpo e mente. Isso pode ajudar a superar repressões e a cultivar uma sexualidade mais autêntica. 2. Redução do estresse Atividades fetichistas, especialmente as que envolvem submissão ou entrega de controle, podem proporcionar liberação emocional, aliviando tensões do dia a dia. É comum, por exemplo, o alívio de ansiedade após sessões de BDSM ou práticas sensoriais. 3. Fortalecimento da intimidade Compartilhar fetiches com um(a) parceiro(a) de confiança promove conexão e vulnerabilidade, aprofundando vínculos e melhorando a comunicação sexual. 4. Aumento da autoestima Quando o fetiche é aceito e validado, o homem pode sentir-se mais confiante, valorizado e desejado. Especialmente em dinâmicas de dominação e submissão, a sensação de "pertencer" pode trazer um senso de propósito e identidade. 5. Estimulação mental Muitos fetiches envolvem jogos de poder, fantasia e interpretação de papéis, o que estimula a criatividade, a imaginação e proporciona prazer não apenas físico, mas também psicológico. 6. Exploração segura de emoções intensas Fetiches podem permitir o contato controlado com emoções como medo, vulnerabilidade, vergonha ou adoração o que ajuda a processá-las sem trauma, especialmente quando há um espaço seguro e respeitoso. 7. Maior controle emocional Paradoxalmente, ao "perder o controle" (como no caso da submissão), o homem aprende a confiar, negociar e entender seus próprios limites, o que pode se refletir positivamente em outras áreas da vida. Embora os fetiches sejam geralmente associados ao prazer psicológico e emocional, algumas práticas fetichistas também têm efeitos positivos na saúde física dos homens, principalmente quando envolvem movimento, excitação prolongada ou autocuidado. Aqui vão alguns exemplos: 🔥 1. Melhora da circulação sanguínea Durante o prazer sexual (incluindo práticas fetichistas), o corpo libera adrenalina e aumenta a frequência cardíaca. Isso melhora a oxigenação dos tecidos e a circulação geral, o que é benéfico para o sistema cardiovascular. 🏋️♂️ 2. Atividade física disfarçada Alguns fetiches envolvem esforço corporal direto: Bondage, spanking ou jogos de resistência podem ativar músculos. Práticas como pet play, servidão doméstica ou tarefas físicas sob comando envolvem movimento, força ou flexibilidade.Essas atividades podem contribuir para a queima calórica e tonificação muscular. 😌 3. Liberação de endorfinas e dopamina O prazer, especialmente em fetiches mais intensos, gera uma onda de neurotransmissores do bem-estar, que: Aumentam a tolerância à dor Melhoram o humor Reduzem inflamações Ajudam no sono Fortalecem o sistema imunológico. 💤 4. Sono mais profundo Após sessões de prazer intenso, há um aumento natural da melatonina e uma queda do cortisol. Isso ajuda o corpo a entrar em estados de relaxamento profundo, favorecendo o sono reparador. 💧 5. Consciência corporal e cuidados íntimos Homens que se envolvem em fetiches muitas vezes desenvolvem rotinas de higiene, preparo e autocuidado, especialmente em práticas como: Crossdressing/feminização (depilação, skincare, postura) Chastity (cuidados com genitais) Sensory play (preparo da pele, banhos, hidratação) ❤️ 6. Saúde sexual mais ativa Fetiches ajudam a manter o desejo vivo e a ereção em dia, o que é essencial para a saúde sexual masculina. Práticas regulares, mesmo que não culminem em orgasmo, mantêm os vasos sanguíneos penianos ativos e ajudam na prevenção da disfunção erétil. Se o fetiche for vivenciado com consciência e limites claros, ele pode ser tanto um exercício físico leve quanto uma terapia natural poderosa. Gostou dessas dicas? Então é hora de se cuidar...Que tal um fetiche hoje?











