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  • Relação de dor x prazer, quais hormônios estão envolvidos em tudo isso?

    McNabb acabara de se tornar o recordista mundial de degustação de pimentas – mais especificamente na categoria dos que mais conseguiam comer, em dois minutos, a variedade Bhut Jolokia. "Parecia que tinha um exame de vespas picando o céu da boca ao mesmo tempo. Foi infernal", contou o dentista norte-americano. Narcótico natural - Hormônios do prazer A Bhut Jolokia, também conhecida como "pimenta-fantasma", aparece com mais de 1 milhão de unidades na escala Scoville, criada para medir o quão ardidas são. Significa dizer que ela é mais de 10 vezes mais potente que a malagueta, por exemplo. É, assim, uma das pimentas mais potentes do mundo, e uma simples mordida causa extremo desconforto. Sendo assim, porque alguém a comeria conscientemente? O senso comum é que o ser humano é programado para fugir da dor e buscar o prazer. Mas a vida real é diferente. Diversas atividades do dia a dia envolvem dores – corridas, tatuagens, piercings e até mesmo variações sadomasoquistas do sexo. Para McNabb, especificamente, comer pimentas lhe deu prazer, apesar da descrição acima. "A dor foi embora rápido e logo veio uma mistura de adrenalina e euforia", explicou. A ligação entre dor e prazer é biológica. Para começar, toda dor faz com que o sistema nervoso central libere os hormônios do prazer... endorfinas proteínas que agem para bloquear a dor e que funcionam de maneira semelhante à de drogas como a morfina, gerando um sentimento de euforia. Isso até o hipocampo, centro de controle do sistema nervoso, entrar em ação. Essa parte do cérebro, que tem o formato de um cavalo-marinho, responde aos sinais de dor ao comandar a produção de nosso "narcótico natural", a endorfina. E as proteínas se aliam a receptores opioides no cérebro para impedir a liberação de substâncias envolvidas na transmissão dos sinais de dor. Mas as endorfinas não apenas bloqueiam a dor: elas também estimulam as regiões límbica e pré-frontal do cérebro as mesmas ativadas pela paixão e pela música. Drogas como a morfina e a heroína também atuam nos receptores opioides. Um sádico tem prazer em provocar dor. Um masoquista tem prazer em receber dor. Um switcher tanto tem prazer em provocar como em receber dor, dependendo das situações. Orgasmo A universidade Rutgers (EUA), autor do primeiro estudo, diz que há um vínculo fundamental entre dores e orgasmos. "Observamos que expressões faciais durante o orgasmo muitas vezes não podem ser distinguidas de expressões de dor." Cientistas também observaram que analgésicos afetam emoções: o paracetamol, por exemplo, diminuiu a libido de voluntários que olhavam para imagens "picantes". Sendo assim, parece que prazer e dor realmente andam de mãos dadas.

  • BONDAGE E SHIBARI

    BONDAGE Bondage é qualquer tipo de imobilização erótica feita com qualquer tipo de material (incluindo fitas adesivas e correntes, embora a prática esteja mais associada ao uso de cordas. No Japão desenvolve-se um tipo específico de bondage, chamado de shibari. Embora o shibari seja um tipo de bondage, ele desenvolveu características específicas. Assim, normalmente usa-se o termo bondage para a prática de amarração americana e shibari para a prática japonesa. Podem parecer a mesma coisa, mas uma pequena busca de vídeos nos permite perceber que em cada um tem características muito específicas A primeira característica que salta aos olhos é estética. O bondage é um tipo de amarração pragmática, em que o importante é imobilizar o submisso (a). A amarração ali é rápida e funcional, o suficiente para prender o homem (a) e fazer sexo com ele (a) ou torturá-lo (a). E O SHIBARI? A relação do shibari com a arte é tão forte que muitos apontam o pintor Itoh Seiyu (fez diversas imagens de mulheres amarradas) como precursor da prática. Ou seja: o shibari desenvolveu-se como um tipo de arte, focada na beleza da amarração, na coreografia mestre-submissa etc. Muitas vezes a submissa nem mesmo é imobilizada, como nos casos em que a amarração forma uma espécie de lingerie em seu corpo. Além disso, o shibari desenvolveu-se no sentido de provocar prazer através das cordas. Assim, a amarração pressiona partes sensíveis do corpo da mulher, como seios e clitóris, levando-a muitas vezes ao orgasmo apenas através do contato com as cordas.

  • PET PLAY, uma fantasia muito divertida

    Uma combinação de BDSM e Role Play Gaming (RPG – Jogo de Dramatização) onde a pessoa assume o papel de um animal umas das fantasias mais divertidas, com muitos aspectos BDSM variados entre suas vertentes. Duas das principais maneiras pela qual um humano se torna um animal são: • Mantendo a persona humana: Se torna um animal forçadamente (se no Role Play combinado isso seja consentido), a pessoa ainda se considera humano mas é tratado como animal, normalmente ligado a humilhação e degradação. • Perdendo a persona humana: Encarnando a persona de um animal. Algumas práticas que podem envolver o RPG de um Pet Play são: • Restrição de movimentos e implementos de bondage (coleira, trela, arreios, etc.) • Restrição de comunicação verbal (exceto para palavras de segurança ou sons de animais como “Woof!”, “Meow!”, etc.) • Exercícios de treinamento (truques, buscar filhote ou brinquedo, andar com guias e coleiras, arrastar carruagem, etc.) • Comer e beber de tigelas colocadas no chão sem o uso de mãos e/ou prataria. • Usar caixa de areia ao invés de um banheiro, ou se aliviando do lado de fora. • Se divertir com brinquedos (ossinho, cabo-de-guerra, arranhador, etc.) • Enjaulado Sobre a parte alimentar, a comida vendida para animais (ração de cachorro, comida de gato enlatada, etc.) não devem ser utilizadas para humanos. Estes alimentos são projetados para animais que têm necessidades nutricionais muito diferentes de seres humanos envolvidos em Pet Play. É possível criar ou comprar alimentos prontos que se parecem esteticamente com esses alimentos, tais como cereais matinais em formato de bolinha (para se assemelhar com ração), podem ser feitos biscoitos em formato de osso, etc. Vale ressaltar que Pet Play não inclui relações sexuais com animais reais, que é referido como sodomia ou zoofilia.

  • SETE PRÁTICAS BDSM QUE NÃO CAUSAM DOR

    O prazer começa na mente, por isso, uma das principais ações do sadomasoquismo é o jogo psicológico de dominação e submissão. Separei sete práticas que não envolvem nenhum tipo de dor: Privação sensorial Essa prática é um tipo de imobilização. O parceiro priva ou prejudica um dos sentidos do outro com o uso de vendas, máscaras, mordaças ou fones de ouvidos. A intenção é que o submisso, ao ter um ou mais sentidos prejudicados, fique ainda mais sensível aos estímulos da dominadora. Aposto que muita gente praticava esse tipo de BDSM e nem sabia, né?! Imobilização Enquanto a privação sensorial prejudica um ou mais sentidos do parceiro ou parceira, a imobilização impede a movimento do outro. Seja com a batida gravata, cordas, correntes ou algemas, essa prática permite que a dominadora tenha 100% de controle sobre o dominado, possibilitando que ele faça ou não brincadeiras eróticas com a pessoa imobilizada. Regras de conduta restritivas Não dizer determinadas palavras, usar adereços ou um tipo de coleira que indique que a pessoa “pertence” a alguém, não usar um determinado tipo de roupa. Esses são alguns exemplos de regras que a dominadora pode estabelecer ao submisso. Lembrando que tudo deve ser consensual, de comum acordo entre as partes para que a experiência seja prazerosa, ok?! Roleplay Essa prática consiste no casal encarnar personagens e interpretar situações que levem a excitação. Médico e enfermeira, chefe e funcionário, bombeiro e mocinha em perigo. Deixe a imaginação fluir e aproveite o momento. Cócegas Pode até parecer um pouco estranho, mas o “tickling”, como é conhecida no vocabulário sadomasoquista, é um tipo de castigo. A “tortura” é aplicada ao dominado, geralmente imobilizado, para testar a resistência do outro aos arrepios. Negação ao orgasmo Essa prática também pode servir como um tipo de castigo para a pessoa submissa, também geralmente feita enquanto o outro está imobilizado. A dominadora deve ter total atenção e conhecer o corpo do parceiro para saber quando esse está chegando ao ápice do prazer. Basicamente, é preciso provocar o máximo de tesão possível e quando perceber que o dominado está quase gozando, é hora de simplesmente parar tudo! Podolatria Essa é uma prática muito comum entre os praticantes de BDSM, por isso, em muitos jogos sexuais, os pés são muito utilizados. Eles podem estar descalços ou calçados com sandálias, botas de couro, salto agulha. A prática também consiste na adoração do membro, o dominado pode ajoelhar e beijar cada dedo ou massageá-los.

  • Sexting: Descubra sobre esse fetiche sexual!

    Você é do tipo que não dispensa receber uma mensagem sensual via celular daquele crush? Ou melhor ainda, aquele famoso nude? Então saiba que isso tem nome: Sexting! O que é sexting Sexting é um fetiche sexual relativamente novo, que chegou com a popularização da internet, principalmente nos dispositivos móveis, em meados dos anos de 2005. Chegou ao Brasil por volta dos anos de 2009. Nada mais é do que a troca de mensagens sensuais! Esse termo apesar de jovem ja sofreu evoluções. Antigamente era o termo que fazia referencia apenas as mensagens de texto, mas com a evolução da tecnologia a prática se tornou muito mais interessante. Atualmente o termo sexting é utilizado também para fazer referencia a qualquer troca de mensagem com cunho sexual, seja ela, via texto, áudio, fotos e vídeos. Por tanto se você em alguma altura de sua vida já enviou ou recebeu aquela famosa “nud”, você já praticou sexting! Os problemas que envolvem o fetiche Todo conteúdo transmitido via internet, seja utilizando um smartfone ou computador, esse conteúdo é enviado para a núvem. E isso implica em riscos! O problema é ainda maior quando esse conteúdo são fotos e vídeos. Um material desses quando cai em mãos erradas pode causar muitos transtornos. Além disso assim como em qualquer outro fetiche, é preciso que se tome o cuidado para que não se vire refém dessa prática. Os cuidados necessários com o sexting Não mantenha conteúdos armazenados Manter fotos, vídeos e históricos de conversas em seu celular implica em muitos riscos! Seu conteúdo não está em segurança, mesmo que seu aparelho sempre esteja em mãos e protegido com uma senha. Afinal de contas nunca se sabe quando teremos um aparelho perdido, furtado ou mesmo roubado! Por tanto manter esse tipo de conteúdo armazenado pode implicar em ter seu conteúdo em mãos erradas. Cuidado com redes públicas Muita gente costuma utilizar redes públicas para transmitir informações na internet. Estou a falar daquele wifi grátis dos shoppings e praças públicas! Saiba que essa é uma prática de alto risco. Essas redes geralmente oferecem pouquíssima segurança e seus conteúdos podem facilmente cair em mãos erradas. Prefira sempre o seu wifi de casa ou sua rede 3g. Atenção como irá transmitir A forma como você irá transmitir suas mensagens também é algo que requer atenção! Alguns mensageiros instantâneos não oferecem uma boa segurança, isso pode fazer com que suas mensagens caiam em mãos erradas. O WhatsApp por sua vez oferece criptografia p2p, isso garante uma certa segurança. Evite sempre compartilhar em locais públicos como por exemplo redes sociais, fórum, etc… Evite exibir rostos Se gosta de vídeos e fotos, sem problemas! Mas redobre sua atenção! Evite exibir seu rosto em suas fotos e vídeos, uma foto sem a exibição do rosto é apenas um corpo, pode ser de qualquer pessoa. Vale também atenção a outros fatores que podem ajudar na sua identificação, como por exemplo tatuagens, ou até mesmo placas de carros, etc… Se cair em mãos erradas o estrago será maior. Cuidado para quem irá enviar Esse cuidado talvez seja o mais importante de todos! Cuidado para quem envie suas mensagens. Nunca envie esse tipo de conteúdo a pessoas que não são de confiança. Até mesmo pessoas consideradas de confiança mudam! Todo cuidado é pouco. E jamais compartilhe seu conteúdo em locais públicos e que envolvam mais pessoas, como por exemplo em grupos. Vale sempre a lembrança que divulgar conteúdos não autorizados é crime!

  • Fetiche: 8 taras sexuais comuns no consultório do sexólogo

    Fetiche é uma condição na qual alguém é sexualmente fixado em um objeto inanimado. Pode ser um salto alto, lingerie ou uma parte do corpo não genital. Este indivíduo, conhecido como fetichista, precisa tocar, esfregar, cheirar ou ver o objeto para se excitar e chegar ao clímax. Os fetiches sexuais saíram das buscas anônimas e ganharam visibilidade sem receios ou vergonhas. E se você tinha medo de se soltar e colocar em prática seus fetiches, saiba que não deve haver tabus quando o assunto é sexo! Desde que haja consentimento e satisfação mútuos com seu parceiro, ter um fetiche pode apimentar a relação e deixar a vida sexual mais prazerosa. Você sabe a diferença entre fetiche e fantasia? Ou quais são os fetiches prediletos dos homens? E os fetiches sexuais preferidos das mulheres? O que é um fetiche? Quando se fala em fetiche, as primeiras imagens que vem à mente são roupas pretas, saltos altos, chicotes e brinquedos sexuais. Fetiche, nada mais é que a excitação sexual em resposta a um objeto ou parte do corpo que normalmente não é sexual, como sapatos ou pés. Muitas pessoas com fetiches devem ter o objeto de sua atração em mãos ou estar fantasiando sobre isso, sozinhas ou com um parceiro, a fim de serem despertadas sexualmente, obter uma ereção e ter um orgasmo. Uma pessoa com um fetiche pode se masturbar enquanto segura, cheira, esfrega ou prova o objeto. Ou podem pedir ao parceiro que o use ou use durante o sexo. etiche refere-se a um comportamento ou uma excitação sexual associada a um objeto tipicamente não sexual. Fetiches precisam de ter algum objeto presente para que você atinja a excitação e o orgasmo. Já uma fantasia é algo em que você passa algum tempo pensando enquanto faz sexo ou se masturba. Portanto, embora você possa fantasiar um trio, não precisa de duas outras mulheres na cama com você. Mas se você tem um fetiche por tatuagens, é melhor garantir que seu parceiro tenha uma ou você terá problemas para se concentrar sexualmente. Quer conhecer os principais fetiches dos homens e quais os fetiches sexuais preferidos das mulheres? Fica aqui comigo e confere a lista que preparamos à seguir. 8 Principais Fetiches sexuais 1. Fetiche com Pés Trata-se de um fetiche que é, em geral, mais típico entre os homens. Geralmente eles gostam de cheirar, lamber ou acariciar os pés da parceria ou parceiro. Exige alguma interação com qualquer parte do pé para experimentar o orgasmo e a satisfação sexual geral. Usualmente, os fetichistas de pés gostam que o/a parceiro(a) use saltos altos durante o sexo. 2. Voyeurismo É um fetiche que gira em torno de ficar excitado olhando para pessoas fazendo sexo ou olhando para corpos nus. Trata-se de um padrão de comportamento sexual no qual, geralmente, a fonte predominante de prazer não se encontra na relação sexual em si, mas em alguma outra atividade. O voyer pode ser observador ou exibicionista. O observador sente imenso prazer observar outra pessoa nua ou durante a prática sexual, sem participar e sem que esta saiba. Ele consegue chegar ao orgasmo tanto através da masturbação quanto apenas com o estímulo visual, sem que precise tocar o próprio corpo. Já o exibicionista sente prazer em se mostrar para outras pessoas, ou seja, de ser observado em momentos íntimos. Isto pode se dar durante o ato sexual ou apenas andando nu pela casa enquanto percebe a observação de vizinhos. 3. Fetiche com Látex Esse fetiche está relacionado a quem experimenta imenso prazer sexual quando seus parceiros usam látex, borracha, vinil ou outros materiais brilhantes e apertados. Para outros, simplesmente o cheiro ou a sensação do látex é suficiente para acelerá-los. O fetichismo de látex muitas vezes envolve vestir-se com o material. Observar parceiros sexuais vestidos com ele ou fantasias sobre usuários de látex próximo à pele ou outras peças de vestuário, como mergulhadores e trabalhadores vestindo roupas de proteção industrial. 4. Bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo (BDSM): Quem assistiu 50 Tons de Cinza sabe o que BDSM significa, não é mesmo? É um termo genérico para casais que se envolvem em qualquer tipo de jogo de poder submisso dominante durante o sexo. Para que isso seja considerado um fetiche, um ou mais participantes precisam exigir esse tipo de jogo para se sentirem sexualmente estimulados. 5. Piercing no corpo Este é um fetiche bastante popular e incorpora tudo, de umbigo perfurado a sobrancelhas, pênis e mamilos, seja para apenas ver ou esfregar seu corpo nas regiões com piercing. 6. Transvestir Muito comum, principalmente, entre homens heterossexuais e gays, esse fetiche envolve a pessoa usar roupas do sexo oposto. Para muitos homens, saber que estão vestindo apenas uma peça de roupa que é proibida e que pode ser pego fazendo isso pode aumentar o fator de excitação. 7. Água, relâmpago e luzes A água é um fetiche popular entre homens e mulheres. Apenas ouvir o som da água corrente já é toda a magia que eles precisam para seguir adiante. Um chuveiro, uma torneira e até tempestades ou chuvas podem contribuir para cumprir esse fetiche. Algumas mulheres podem até se sentir excitadas pelo som de trovões e raios. Esses atos aleatórios de gigantescos flashes de luz no céu podem ser suficientes para desencadear seu desejo por sexo. 8. Fetiche com urina De acordo com o dicionário, urofilia é uma prática considerada parafílica. Ela consiste na excitação sexual associada ao ato de urinar ou receber o jato urinário do parceiro. Chega-se, em alguns casos, a beber a urina. Sua prática também é chamada de ondinismo, urolagnia ou pelo termo popular de “chuva dourada”, do inglês “golden shower“.

  • BDSM NÃO É ABUSO!

    No BDSM tudo é consensual, feito para o prazer de ambos e há limites claros estabelecidos entre as partes. Costumo dizer que uma dominadora bate, mas nunca machuca. Ela tem preocupação com seu sub(a) e não faz nada que possa lhe provocar qualquer dano permanente o princípio básico de uma dominadora é a preocupação com segurança. Da mesma forma, do ponto de vista psicológico. Abusadores destroem psicologicamente suas vítimas. Enquanto após uma sessão de BDSM o submisso irá sair feliz, realizado, após o abuso a vítima irá sair depressiva, insegura, com a alma quebrada. No entanto, existem relações que começam dentro dos parâmetros do BDSM e evoluem para abuso e é sempre bom estar atento a isso. A superação de limites é normal dentro do BDSM, mas é sempre muito conversada, dialogada e negociada. Eu deixo que o submisso me diga: estou pronto para superar esses limites. Mas são limites normais. Limites rígidos são aqueles intransponíveis e se a dominadora exige que o submisso os supere pode ser um indício de abuso. Outro indício é como o submisso (a) se sente. Se a relação o deixa triste, depressiva, machucada física e mentalmente, pode ser um indício de que deixou de ser BDSM para se tornar abuso.

  • DICIONÁRIO BDSM

    Sabe quando você ainda não conhece tudo de um assunto, vê a pessoa falando ou escrevendo algo e não sabe o que significa? Pois foi para isso que criamos este Dicionário BDSM. Veja abaixo os principais significados e nunca mais fique boiando no assunto! 24/7 Relacionamento BDSM que dura, 24 horas por dia 7 dias por semana. Abrasão ou Escarificação É a estimulação da superfície da pele por materiais abrasivos, como: couro cru, lixa fina, escovas com cerdas metálicas ou não, etc. Com a intenção de provocar sensações intensas no(a) masoquista(a). Pode ou não deixar marcas temporárias. Adestrar (Adestramento) Impor regras e normas de comportamento, bem como padronizar algumas respostas para determinadas ordens ou estímulos. Agulhas São utilizadas em jogos e cenas, tem forte efeito psicológico, superior ao da dor. Não é recomendada para praticantes ativos com pouca experiência. Algemas Sendo de metal ou de couro, estas com clips para prender e soltar facilmente. Amarelo É uma safeword comum para indicar a necessidade de se diminuir a intensidade de uma atividade. Analingus É o termo “científico” para o sexo oral-anal, ou popularmente Beijo Negro. Anal Training (Treinamento Anal) – Toda e qualquer atividade que vise a preparação do ânus para o “Anal Play”. Pode durar dias ou semanas, como um exercício de dilatação do ânus, preparando-o para ser usado, o que demora pelo menos 2 semanas. Arnica Substância utilizada para aliviar a dor e as marcas resultantes de torturas. Asfixia ou asfixiofilia É a prática onde é reduzida intencionalmente a emissão de oxigênio para o cérebro durante uma estimulação sexual com o intuito de aumentar o prazer do orgasmo. Auto-flagelo Prática que consiste em impor e efetuar torturas em si próprio.Na Dominação Virtual acaba sendo amplamente utilizado o auto-flagelo sob ordens expressas da Dona à distância. Avaliação É usual a escrava passar por uma avaliação visual e táctil de seu corpo, seja para sua aprovação inicial como escrava, seja para revisão prévia a cada sessão. Bastinado É o ato de bater nas solas dos pés. Baunilha É o termo usado para indicar o sexo convencional. Pessoas que não estão envolvidas em BDSM. BBW São as iniciais de “Big Beautiful Woman”, ou seja, mulheres gordas e bonitas ou atraentes. Essas mulheres estão se tornando cada vez mais “objeto” de desejo de milhares de homens ao redor do mundo. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam Fat Admirer ou simplesmente “FA”. Biting A Domme morde em várias partes do corpo. Blindfold Utilizado para bloquear o sentido da visão e aumentar a vulnerabilidade da sub. Bukkake Japonês Receber uma chuva de esperma. Pode ser de um ou vários homens. Body Art Corpo nu, exceto por adornos como piercings, tattoos, tinta. Bolas Tailandesas Objeto de prazer que consiste numa seqüência de bolas presas a uma fina corda utilizadas para inserção anal ou vaginal. Bondage É um fetiche e consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida,usando cordas,adesivos ou algemas. Bottom(inglês) O mesmo que Passivo. Calabouço Aposento projetado e especificamente decorado e equipado para sessões BDSM. Também conhecido como masmorra. Cane É uma vara de bambu ou rattan, usada para spanking. Cat Fight Duas ou mais mulheres combatem sem regras. Costumam rasgar roupas uma das outras. É comum que as mulheres tenham algum tipo de atividade sexual durante a luta. Cena É uma atividade/jogo específico dentro de uma sessão ou relacionamento. Uma cena de spanking, uma cena de chuvas, de sexo, de disciplinamento, etc. Chibata É uma peça composta de um cabo e uma haste semi-flexível, normalmente utilizada para montaria. Consegue-se bastante precisão no spanking. Chicote É composto de um cabo, uma única longa tira de couro, podendo ter na ponta um pedaço triangular de couro. É o instrumento usado pelos domadores de feras nos circos. Chuva Dourada É a excitação no ato de urinar ou receber o jato urinário, em alguns casos beber a urina (Urofagia). A urina pode ser depositada no ânus ou vagina. Chuva Prateada Jogos e fantasias envolvendo suor, saliva, gozo e(ou) esperma. Clamp São usados para prender em mamilos, lábios vaginais, escroto, etc. Cock and Ball Torture (CBT) (tortura do pênis e dos testículos) É uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinas. Mantem a erecção. Coleira É um símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega. Coleira Virtual É uma representação no nick de uma escrava da coleira que ela usa, podendo ser real ou puramente virtual. Para representar geralmente envolve o uso de chaves ( { e } ) para denotar a coleira e um ( _ ) para a guia da coleira. Ex. { Nina }_MESTRE KIM. Contrato É um acordo escrito e/ou formal entre as partes domme e sub(a) ,definindo direitos e obrigações de cada um. Crossdressing / Feminização / Sissy É o ato de se vestir um homem de mulher ou mulher de homem. Crush (esmagar) Geralmente usado no trampling,é o ato de pisar na genitália. Cruz de Santo André É uma cruz em forma de X, com argolas em todas as extremidades. Utilizada dentro do BDSM para imobilizar o escravo(a). Cumming em Command (Psycholagny) Orgasmos induzido por estímulo mental ou acionado por palavras ditas pelo Domme ao sub (a). Cunnilingus Lamber ou chupar o clítoris, vulva e lábios. Cunt tortura Intensa estimulação ou dor ao genitais femininos. Disciplina É o uso de regras e punições para controlar o comportamento. Dogplay Práticas e cenas que consistem em transformar o escravo(a) em cachorrinho. Dominação Psicológica Prática que consiste em jogos de humilhação e subjugo verbal e psicológico, muitas vezes mediante disciplinamento rígido. Dominador (fem. Domme) em BDSM, É uma pessoa que tem o papel dominante pela duração de uma cena ou é o o parceiro dominante dentro de um relação de troca de poder. Dominatrix Normalmente uma profissional que exige tributos para o seu serviço. Dorei É o nome dado á mulher submetida ao Shibari. D/s Dominação e submissão. Eletroestimulação Se difere de Eletrochoque por não ter a aplicação de choques elétricos de alta voltagem, e sim de pequenas voltagens controladas através de aparelhos próprios para estimulação involuntária de nervos e músculos do corpo, gerando reações diversas, não havendo a presença de amperagem pelo risco de vida. Requer diversos cuidados com a forma, local de aplicação e estado de saúde do escravo(a) . Empréstimo É a prática que consiste no empréstimo do escravo(a) a outra Dominadora, com ou sem a presença da Dona. Enema ou clister ou chuca É a introdução de água ou qualquer outro líquido no intestino através do anus, por higiene ou ainda por estímulo sexual. Escárnio Cena BDSM que consiste em escrever nomes injuriosos, humilhantes e agressivos no corpo da escravo (a), com uso de tinta, geralmente antes de sua exposição ou empréstimo. Escravo (slave) Refere-se a uma pessoa que cedeu sua propriedade pessoal e suas liberdades e tornou-se propriedade de sua Dona ou Mestre. Espéculo Vaginal/Anal Instrumento médico usado para se examinar a vagina, dilatando-a mecanicamente. Usado em práticas de exposição e jogos médicos. Estrangulamento Prática que consiste em fantasiar o estrangulamento. Estupro Concedido É uma teatralização onde o intuito está em dar prazer, fingindo uma prática que é contra lei, podendo usar de força e humilhação para o ato. Etiqueta – (respeito) Regras principais: são que tocar em qualquer um sem permissão, ou qualquer forma de abuso são completamente proibidos. Exame Íntimo Pode ser uma parte de uma cena de brincadeira médica onde o dominante inflinge um ou mais procedimentos que lembram exames médicos humilhantes ou embaraçosos no submisso. Exibicionismo É uma forma de excitação erótica, a mesma é proveniente da exposição dos órgãos genitais. Face sitting Prática mais ligada à dominação feminina, que consiste em sentar-se sobre o rosto do escravo(a), para seu próprio estimulo ou para provocar falta de ar na sub. Fetiche É o desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno etc. Figging É uma prática sexual que envolve a inserção (parcial) de um “dedo” de gengibre nos anus ou na vagina, provocando uma sensação de “fogo” dito de prazer indescritível. Ela é praticada por adeptos de sexo SM. Não é aconselhável à iniciantes, pois não se deve introduzir totalmente o gengibre, podendo levar á emergência hospitalar. Finger fucking Repetida inserção e retirada do (s) dedo (s) na vagina ou reto. Fist Fucking Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria). Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Também conhecido como Fisting. Felação ou frotteurismo É a excitação sexual resultante da fricção dos órgãos genitais no corpo de uma pessoa completamente vestida (popularmente conhecido como encoxar), no meio de outras pessoas, como nos trens, ônibus e elevadores. Flogger É um tipo de chicote com várias tiras de couro. Se as tiras forem trançadas, leva o nome de rabo de gato. Foley cateter Um cateter com um balão que pode ser inflado com água estéril para manter no ânus ou vagina. Gag Ball São Instrumentos que são inseridos na boca para evitar que um submisso(a) possa falar. Podem ter a forma de bola, freio; podem ser rígidas ou moles. “Gatilhos Emocionais” Associações de palavras, gestos, ações, comportamentos ou situações que provocam e desencadeiam reações emocionais. Uma boa dominadora deve possuir tato para perceber quais são os gatilhos que desencadeiam reações positivas e negativas em seus submissos(as). E deve ter responsabilidade para usá-los ou evitá-los também. Guia É uma tira de corrente ou outro material destinada a prender na argola da coleira de sessão para com ela o Dom puxar e guiar a escrava. Hard Domme Designado as dommes que não tem piedade, tem mão pesada e gosta de cenas consideradas exageradas. Não significando que estas Dommes não respeite o SSC. Honra Virtuoso sentimento de fama que leva a glória do DOMME e a merecida consideração pública dentro da família BDSM pela dignidade e honestidade de seus atos e palavras. Hood (inglês) Capuz. Fetiche por capuzes, normalmente em látex ou couro. Humilhação É o ato de provocar a dor moral. Redução deliberada do ego para propósitos eróticos, variando de embaraço moderado a degradação. Infantilismo – Age Play O sub é tratado como uma criança. Comumente usa uma fralda, sucks numa garrafa ou mama feeds. Interrogatório Oral questionamento ao sub pela Domme que normalmente vem como em toda a tortura ou cross exame. Luta Livre Luta entre duas ou mais pessoas para a excitação sexual. Com uso de gel, almofadas, etc. Látex Utilizado em diversos produtos de borracha sintética. Algumas roupas e brinquedos são feitos de látex.Algumas pessoas sentem atração por látex. Leilões Normalmente é a venda de uma cena / tipo de jogo ou sub / slave para o maior lance (geralmente durante um determinado período de tempo). Life-stylers Aqueles que vivem e estão ativamente envolvidos em S / m ou D / s, numa base diária. Limites As fronteiras das atividades no BDSM acordadas e conversadas entre dominador e submissa, definindo o que e até onde uma prática ou uma cena ou um relacionamento podem ir. Limites devem ser obrigatoriamente respeitados. O limite se aplica às regras, cenas, práticas, níveis de dominação e submissão, duração das cenas, etc. Looners Adeptos de fetiche por balões (Inglês: Balloon fetish) é um fetiche sexual onde o portador é fascinado e se excita ao ver e tocar balões de latex (bexigas, bolas de festa). Masoquismo É a pessoa que busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. “Ménage à trois” É de origem francesa que significa “casal a três” e é para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas Mentor É uma amiga e instrutora, tanto para a parte técnica como para a parte conceitual do BDSM. Mestre É o termo utilizado para identificar aqueles que controlam e/ou humilham o parceiro (numa ação consentida). Mumificação É a prática de se imobilizar o submisso (a),enrolando-o com ataduras, plástico, filme de PVC transparente, impossibilitando qualquer movimento. Não Consensual Contra a vontade, sem permissão. Não admitito no BDSM. Palmatória É similar á uma raquete de ping-pong de madeira ou borracha, pesada, as vezes furada. Parafilia Quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Plug É um objeto em forma de pênis, mas com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus. Podolatria É um tipo particular de fetiche cujo desejo se concentra nos pés. No Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra. Ponyboy ou Ponygirl É o submisso treinado para agir como um cavalo. Privação sensorial Para bloquiar um ou mais sentidos da sub. Blindfold ou seja, gag, auriculares para bloquear ou reduzir audição e por vezes olfactiva (odores). Privação Sexual É o ato de impedir física ou mentalmente que o(a) submisso(a) tenha prazer. Proprietário Um termo utilizado para aqueles que “vivem” como um Dono de sua propriedade (sub). Regras São normas de conduta preliminares e básicas impostas num convívio BDSM. Ritual- Cerimonial Conjunto de formalidades e regras que devem ser observadas em qualquer cena, sessão ou até em cumprimentos e abordagens entre participantes. Sadismo Envolve actos (reais, não simulados) nos quais o indivíduo deriva excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) do parceiro. Safer Sex – sexo Seguro Sexo mais seguro. Como o uso de camisinhas ou luvas p/fisting. Scat ou chuva marrom São jogos com fezes, onde os participantes se lambusam ou até existe a ingestão de fezes. Serviçal Pessoal É o escravo dedicado a tarefas domésticas e pessoais da Dona. Sessão Pode ser definida como um conjunto de cenas. Shibari Significa literalmente amarrar ou ligar e é usado no Japão para descrever o uso artístico na amarração de objetos. Slave Escravo. Spanking Utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater, notadamente na região das nádegas. Spread Bar – Barra de Separação São barras longas, usualmente de metal madeira com argolas e/ou furos em cada ponta, usadas em situações de imobilização para manter os braços ou pernas do submisso(a) afastadas. SSC São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM. Sucção Feita na pele ou órgãos genitais, realizado com o auxílio de bomba de vácuo manual ou eletro-mecânica. Sufocamento (Smother ) O ato de sufocar o submisso seja com as mãos, com lenços e tantos outros objetos Suspensão Técnica de imobilização onde o peso da escrava é total ou parcialmente suspenso. Switcher Pessoa que tem prazer em atuar como dominador(a) e/ou submisso(a). Restrição Limitar alguém do movimento ou ação. Terror play A Domme usa o terror ou medo para levar ao sub(a) excitação sexual e / ou eles próprios. Tickling – Cócegas Fetiche por cócegas com uso de penas, plumas ou mãos. Trampling É o ato de ser pisado, por pés descalços ou com sapatos. Mais comumente observado no fetiche por pés. Vergar É o ato e subjugar e dominar o escravo e assim conseguir sua entrega e/ou obediência. Vistas Baixas Usualmente imposta ao escravo no BDSM como forma de demonstrar submissão. Voyeurismo É uma prática que consiste num indivíduo (Voyeur),conseguir obter prazer sexual através da observação de outras pessoas, em atos sexuais, nuas, ou em roupa íntima. Wax play Prática dentro do BDSM onde a parafina (cera)de uma vela é gotejada no corpo do masoquista. Zelofilia Prazer derivado do ciúme. Jogos e cenas que envolvam ou provoquem ciúme.

  • Candaulismo - prática sexual ou fantasia em que um homem expõe sua parceira

    O candaulismo é uma prática sexual ou fantasia em que um homem expõe sua parceira, ou imagens dela, a outras pessoas por seu prazer voyeurístico . O termo também pode ser aplicado à prática de se despir ou expor de outra forma uma parceira para outras pessoas, ou exortando ou forçando-a a se engajar em relações sexuais com uma terceira pessoa, como durante uma atividade de balanço . Do mesmo modo, o termo também pode ser aplicado à publicação de imagens pessoais de uma parceira na internet ou exortando a usar roupas que revelem sua atratividade física para outras pessoas, como usar roupas muito breves, como microskirt , roupas bem ajustadas ou transparentes ou um topo baixo. #candaulismo #voyerismo

  • Sexo Baunilha ou com sabor extra forte?

    A designação "Sexo Baunilha", refere-se à relação sexual convencional, por oposição ao sexo praticado em relações de BDSM. A expressão deriva do inglês "vanilla sex", por analogia com o sabor de gelados: aqueles que têm medo de arriscar podem pedir baunilha, pois será sempre aquele sabor familiar, sem surpresas nem riscos. Há, contudo, muitas pessoas para quem "extra forte" nunca é picante demais. Qualquer relação sexual beneficia do "amor" e dos gestos e momentos de puro carinho e troca de carícias com meiguice e cuidado. No entanto, a vida sexual de dois adultos pode, de vez em quando, precisar de alguns elementos mais picantes e de arrebatamentos de paixão para não cair na rotina, que leva à monotonia e, por consequência, ao arrefecimento e à apatia. Nem todas as pessoas gostam de gestos impetuosos ou de soltar a fera que há em si quando têm relações sexuais, e as relações BDSM (com e sem sexo) não são para toda a gente. É importante, antes de mais, ter bem claro que nunca deve ir além daquilo que realmente deseja fazer. O prazer de magoar O sadismo é uma das atividades do BDSM, e define o prazer em infligir dor no outro, retirando deleite e satisfação do facto de estar a fazer sofrer. Para descanso dos mais suscetíveis, saiba que assim como existem sádicos, há também masoquistas, pessoas que sentem real prazer na dor que lhes é causada. Enquanto que no domínio o dominador procura ter controlo sobre o submisso, no sadismo é na dor que assenta o foco de prazer. Esta dor não é, contudo, cruel: é uma dor apaixonada, na medida em que o que a provoca deseja que ela seja sentida com paixão, e o que a sofre deseja que ela seja infligida com paixão. A excitação é aqui retirada do facto de estar submetido à vontade do outro, no caso dos masoquistas, e de humilhar, fazer sofrer, no caso dos sádicos. O facto de dominar os sentidos do outro excita o que pratica o sadismo, que se sente estimulado pelo seu próprio poder. Este é um jogo de contornos extremos, em que pode haver limites negociáveis e outros indiscutíveis, por serem mais pesados. Uma questão de confiança Tenha sempre presente que a confiança é a pedra basilar que sustém este tipo de relação. Os praticantes de BDSM (Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo) regem-se por três princípios básicos: ser são, ser seguro e ser consensual. Como tal, existem códigos de conduta que são respeitados. Numa relação de sado-masoquismo, por exemplo, aquele que exerce o domínio apresenta ao que se submete a ele um contrato, onde todos os limites são definidos, assim como o tempo durante o qual o submisso está sob o domínio do seu dominador. A palavra de segurança, que tem de ser acordada entre os dois, é no caso do sado-masoquismo ainda mais importante, pois é ela que define até onde o sádico pode ir. Esta palavra deve ter um significado distanciado do ato praticado, como por exemplo "tangerina" ou "amarelo", pois neste contexto dizer "pára!" ou "não!" pode ser um incentivo a prosseguir… #bdsm #baunilha #sexo #relação

  • Cera Quente, essa é a prática do Wax Play!

    Wax Play (em tradução livre: Jogo de Cera) é um jogo de temperatura praticado no contexto BDSM. A intenção do Wax Play é reproduzir uma sensação de queimação na pele. A brincadeira consiste em pingar a vela acesa no corpo do bottom (a parte que cede o poder). Esta é considerada uma prática moderada no BDSM, devido ao risco de queimaduras graves. As velas indicadas para essa prática são as que derretem a no máximo 65 °C. Acima disso, estas velas não são recomendadas para Wax Play. Abaixo listarei alguns tipos de velas recomendadas e outras não recomendadas. Velas Seguras (recomendadas) Soja Velas feitas de soja derretem a temperaturas de 46-57 °C. Parafina Velas feitas de parafina derretem a temperaturas de 47-65 °C. Cera de Abelha Velas feitas de cera de abelha derretem a temperaturas de 62-65 °C. Velas Inseguras (não recomendadas) Microcristalina Velas feitas de microcristalina (óleo proveniente da refinação de petrõleo) derretem a temperaturas de 63-93 °C (tornando-as inseguras para Wax Play). Estearina Velas feitas de estearina derretem a temperaturas de 80 °C (tornando-as inseguras para Wax Play). Obs: o ponto de derretimento da vela pode ser abaixado adicionando óleo mineral. Alguns cuidados com cera quente: Alguns cuidados devem ser tomados antes de começar a praticar esta brincadeira estimulante e satisfatoriamente sensual. Como cada tipo de vela citada acima (entre as recomendáveis, claro) possui um ponto de derretimento particular, elas devem ser usadas de acordo com a resistência do bottom (o que pode variar, dependendo de onde a vela for aplicada). A vela pode respingar nos olhos, então é prudente evita-los (e a região próxima a eles). Dicas para remoção da cera quente É difícil retirar a cera de áreas com pêlos, para tal, pode ser necessário um pente de pulgas ou uma faca afiada (esta, por sua vez, requer habilidade). Usar óleo mineral ou um hidratante antes de praticar Wax Play, pode facilitar na sua remoção ao final da diversão. Obs: certifique-se de não haver objetos inflamáveis por perto. Ceras são especialmente difíceis de tirar de tecidos (roupas e roupas de cama).

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