Resultados da busca
Resultados encontrados para busca vazia
- BDSM NÃO É ABUSO!
No BDSM tudo é consensual, feito para o prazer de ambos e há limites claros estabelecidos entre as partes. Costumo dizer que uma dominadora bate, mas nunca machuca. Ela tem preocupação com seu sub(a) e não faz nada que possa lhe provocar qualquer dano permanente o princípio básico de uma dominadora é a preocupação com segurança. Da mesma forma, do ponto de vista psicológico. Abusadores destroem psicologicamente suas vítimas. Enquanto após uma sessão de BDSM o submisso irá sair feliz, realizado, após o abuso a vítima irá sair depressiva, insegura, com a alma quebrada. No entanto, existem relações que começam dentro dos parâmetros do BDSM e evoluem para abuso e é sempre bom estar atento a isso. A superação de limites é normal dentro do BDSM, mas é sempre muito conversada, dialogada e negociada. Eu deixo que o submisso me diga: estou pronto para superar esses limites. Mas são limites normais. Limites rígidos são aqueles intransponíveis e se a dominadora exige que o submisso os supere pode ser um indício de abuso. Outro indício é como o submisso (a) se sente. Se a relação o deixa triste, depressiva, machucada física e mentalmente, pode ser um indício de que deixou de ser BDSM para se tornar abuso.
- DICIONÁRIO BDSM
Sabe quando você ainda não conhece tudo de um assunto, vê a pessoa falando ou escrevendo algo e não sabe o que significa? Pois foi para isso que criamos este Dicionário BDSM. Veja abaixo os principais significados e nunca mais fique boiando no assunto! 24/7 Relacionamento BDSM que dura, 24 horas por dia 7 dias por semana. Abrasão ou Escarificação É a estimulação da superfície da pele por materiais abrasivos, como: couro cru, lixa fina, escovas com cerdas metálicas ou não, etc. Com a intenção de provocar sensações intensas no(a) masoquista(a). Pode ou não deixar marcas temporárias. Adestrar (Adestramento) Impor regras e normas de comportamento, bem como padronizar algumas respostas para determinadas ordens ou estímulos. Agulhas São utilizadas em jogos e cenas, tem forte efeito psicológico, superior ao da dor. Não é recomendada para praticantes ativos com pouca experiência. Algemas Sendo de metal ou de couro, estas com clips para prender e soltar facilmente. Amarelo É uma safeword comum para indicar a necessidade de se diminuir a intensidade de uma atividade. Analingus É o termo “científico” para o sexo oral-anal, ou popularmente Beijo Negro. Anal Training (Treinamento Anal) – Toda e qualquer atividade que vise a preparação do ânus para o “Anal Play”. Pode durar dias ou semanas, como um exercício de dilatação do ânus, preparando-o para ser usado, o que demora pelo menos 2 semanas. Arnica Substância utilizada para aliviar a dor e as marcas resultantes de torturas. Asfixia ou asfixiofilia É a prática onde é reduzida intencionalmente a emissão de oxigênio para o cérebro durante uma estimulação sexual com o intuito de aumentar o prazer do orgasmo. Auto-flagelo Prática que consiste em impor e efetuar torturas em si próprio.Na Dominação Virtual acaba sendo amplamente utilizado o auto-flagelo sob ordens expressas da Dona à distância. Avaliação É usual a escrava passar por uma avaliação visual e táctil de seu corpo, seja para sua aprovação inicial como escrava, seja para revisão prévia a cada sessão. Bastinado É o ato de bater nas solas dos pés. Baunilha É o termo usado para indicar o sexo convencional. Pessoas que não estão envolvidas em BDSM. BBW São as iniciais de “Big Beautiful Woman”, ou seja, mulheres gordas e bonitas ou atraentes. Essas mulheres estão se tornando cada vez mais “objeto” de desejo de milhares de homens ao redor do mundo. Os admiradores de mulheres com esse tipo físico se chamam Fat Admirer ou simplesmente “FA”. Biting A Domme morde em várias partes do corpo. Blindfold Utilizado para bloquear o sentido da visão e aumentar a vulnerabilidade da sub. Bukkake Japonês Receber uma chuva de esperma. Pode ser de um ou vários homens. Body Art Corpo nu, exceto por adornos como piercings, tattoos, tinta. Bolas Tailandesas Objeto de prazer que consiste numa seqüência de bolas presas a uma fina corda utilizadas para inserção anal ou vaginal. Bondage É um fetiche e consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida,usando cordas,adesivos ou algemas. Bottom(inglês) O mesmo que Passivo. Calabouço Aposento projetado e especificamente decorado e equipado para sessões BDSM. Também conhecido como masmorra. Cane É uma vara de bambu ou rattan, usada para spanking. Cat Fight Duas ou mais mulheres combatem sem regras. Costumam rasgar roupas uma das outras. É comum que as mulheres tenham algum tipo de atividade sexual durante a luta. Cena É uma atividade/jogo específico dentro de uma sessão ou relacionamento. Uma cena de spanking, uma cena de chuvas, de sexo, de disciplinamento, etc. Chibata É uma peça composta de um cabo e uma haste semi-flexível, normalmente utilizada para montaria. Consegue-se bastante precisão no spanking. Chicote É composto de um cabo, uma única longa tira de couro, podendo ter na ponta um pedaço triangular de couro. É o instrumento usado pelos domadores de feras nos circos. Chuva Dourada É a excitação no ato de urinar ou receber o jato urinário, em alguns casos beber a urina (Urofagia). A urina pode ser depositada no ânus ou vagina. Chuva Prateada Jogos e fantasias envolvendo suor, saliva, gozo e(ou) esperma. Clamp São usados para prender em mamilos, lábios vaginais, escroto, etc. Cock and Ball Torture (CBT) (tortura do pênis e dos testículos) É uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinas. Mantem a erecção. Coleira É um símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega. Coleira Virtual É uma representação no nick de uma escrava da coleira que ela usa, podendo ser real ou puramente virtual. Para representar geralmente envolve o uso de chaves ( { e } ) para denotar a coleira e um ( _ ) para a guia da coleira. Ex. { Nina }_MESTRE KIM. Contrato É um acordo escrito e/ou formal entre as partes domme e sub(a) ,definindo direitos e obrigações de cada um. Crossdressing / Feminização / Sissy É o ato de se vestir um homem de mulher ou mulher de homem. Crush (esmagar) Geralmente usado no trampling,é o ato de pisar na genitália. Cruz de Santo André É uma cruz em forma de X, com argolas em todas as extremidades. Utilizada dentro do BDSM para imobilizar o escravo(a). Cumming em Command (Psycholagny) Orgasmos induzido por estímulo mental ou acionado por palavras ditas pelo Domme ao sub (a). Cunnilingus Lamber ou chupar o clítoris, vulva e lábios. Cunt tortura Intensa estimulação ou dor ao genitais femininos. Disciplina É o uso de regras e punições para controlar o comportamento. Dogplay Práticas e cenas que consistem em transformar o escravo(a) em cachorrinho. Dominação Psicológica Prática que consiste em jogos de humilhação e subjugo verbal e psicológico, muitas vezes mediante disciplinamento rígido. Dominador (fem. Domme) em BDSM, É uma pessoa que tem o papel dominante pela duração de uma cena ou é o o parceiro dominante dentro de um relação de troca de poder. Dominatrix Normalmente uma profissional que exige tributos para o seu serviço. Dorei É o nome dado á mulher submetida ao Shibari. D/s Dominação e submissão. Eletroestimulação Se difere de Eletrochoque por não ter a aplicação de choques elétricos de alta voltagem, e sim de pequenas voltagens controladas através de aparelhos próprios para estimulação involuntária de nervos e músculos do corpo, gerando reações diversas, não havendo a presença de amperagem pelo risco de vida. Requer diversos cuidados com a forma, local de aplicação e estado de saúde do escravo(a) . Empréstimo É a prática que consiste no empréstimo do escravo(a) a outra Dominadora, com ou sem a presença da Dona. Enema ou clister ou chuca É a introdução de água ou qualquer outro líquido no intestino através do anus, por higiene ou ainda por estímulo sexual. Escárnio Cena BDSM que consiste em escrever nomes injuriosos, humilhantes e agressivos no corpo da escravo (a), com uso de tinta, geralmente antes de sua exposição ou empréstimo. Escravo (slave) Refere-se a uma pessoa que cedeu sua propriedade pessoal e suas liberdades e tornou-se propriedade de sua Dona ou Mestre. Espéculo Vaginal/Anal Instrumento médico usado para se examinar a vagina, dilatando-a mecanicamente. Usado em práticas de exposição e jogos médicos. Estrangulamento Prática que consiste em fantasiar o estrangulamento. Estupro Concedido É uma teatralização onde o intuito está em dar prazer, fingindo uma prática que é contra lei, podendo usar de força e humilhação para o ato. Etiqueta – (respeito) Regras principais: são que tocar em qualquer um sem permissão, ou qualquer forma de abuso são completamente proibidos. Exame Íntimo Pode ser uma parte de uma cena de brincadeira médica onde o dominante inflinge um ou mais procedimentos que lembram exames médicos humilhantes ou embaraçosos no submisso. Exibicionismo É uma forma de excitação erótica, a mesma é proveniente da exposição dos órgãos genitais. Face sitting Prática mais ligada à dominação feminina, que consiste em sentar-se sobre o rosto do escravo(a), para seu próprio estimulo ou para provocar falta de ar na sub. Fetiche É o desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno etc. Figging É uma prática sexual que envolve a inserção (parcial) de um “dedo” de gengibre nos anus ou na vagina, provocando uma sensação de “fogo” dito de prazer indescritível. Ela é praticada por adeptos de sexo SM. Não é aconselhável à iniciantes, pois não se deve introduzir totalmente o gengibre, podendo levar á emergência hospitalar. Finger fucking Repetida inserção e retirada do (s) dedo (s) na vagina ou reto. Fist Fucking Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria). Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Também conhecido como Fisting. Felação ou frotteurismo É a excitação sexual resultante da fricção dos órgãos genitais no corpo de uma pessoa completamente vestida (popularmente conhecido como encoxar), no meio de outras pessoas, como nos trens, ônibus e elevadores. Flogger É um tipo de chicote com várias tiras de couro. Se as tiras forem trançadas, leva o nome de rabo de gato. Foley cateter Um cateter com um balão que pode ser inflado com água estéril para manter no ânus ou vagina. Gag Ball São Instrumentos que são inseridos na boca para evitar que um submisso(a) possa falar. Podem ter a forma de bola, freio; podem ser rígidas ou moles. “Gatilhos Emocionais” Associações de palavras, gestos, ações, comportamentos ou situações que provocam e desencadeiam reações emocionais. Uma boa dominadora deve possuir tato para perceber quais são os gatilhos que desencadeiam reações positivas e negativas em seus submissos(as). E deve ter responsabilidade para usá-los ou evitá-los também. Guia É uma tira de corrente ou outro material destinada a prender na argola da coleira de sessão para com ela o Dom puxar e guiar a escrava. Hard Domme Designado as dommes que não tem piedade, tem mão pesada e gosta de cenas consideradas exageradas. Não significando que estas Dommes não respeite o SSC. Honra Virtuoso sentimento de fama que leva a glória do DOMME e a merecida consideração pública dentro da família BDSM pela dignidade e honestidade de seus atos e palavras. Hood (inglês) Capuz. Fetiche por capuzes, normalmente em látex ou couro. Humilhação É o ato de provocar a dor moral. Redução deliberada do ego para propósitos eróticos, variando de embaraço moderado a degradação. Infantilismo – Age Play O sub é tratado como uma criança. Comumente usa uma fralda, sucks numa garrafa ou mama feeds. Interrogatório Oral questionamento ao sub pela Domme que normalmente vem como em toda a tortura ou cross exame. Luta Livre Luta entre duas ou mais pessoas para a excitação sexual. Com uso de gel, almofadas, etc. Látex Utilizado em diversos produtos de borracha sintética. Algumas roupas e brinquedos são feitos de látex.Algumas pessoas sentem atração por látex. Leilões Normalmente é a venda de uma cena / tipo de jogo ou sub / slave para o maior lance (geralmente durante um determinado período de tempo). Life-stylers Aqueles que vivem e estão ativamente envolvidos em S / m ou D / s, numa base diária. Limites As fronteiras das atividades no BDSM acordadas e conversadas entre dominador e submissa, definindo o que e até onde uma prática ou uma cena ou um relacionamento podem ir. Limites devem ser obrigatoriamente respeitados. O limite se aplica às regras, cenas, práticas, níveis de dominação e submissão, duração das cenas, etc. Looners Adeptos de fetiche por balões (Inglês: Balloon fetish) é um fetiche sexual onde o portador é fascinado e se excita ao ver e tocar balões de latex (bexigas, bolas de festa). Masoquismo É a pessoa que busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. “Ménage à trois” É de origem francesa que significa “casal a três” e é para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas Mentor É uma amiga e instrutora, tanto para a parte técnica como para a parte conceitual do BDSM. Mestre É o termo utilizado para identificar aqueles que controlam e/ou humilham o parceiro (numa ação consentida). Mumificação É a prática de se imobilizar o submisso (a),enrolando-o com ataduras, plástico, filme de PVC transparente, impossibilitando qualquer movimento. Não Consensual Contra a vontade, sem permissão. Não admitito no BDSM. Palmatória É similar á uma raquete de ping-pong de madeira ou borracha, pesada, as vezes furada. Parafilia Quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Plug É um objeto em forma de pênis, mas com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus. Podolatria É um tipo particular de fetiche cujo desejo se concentra nos pés. No Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra. Ponyboy ou Ponygirl É o submisso treinado para agir como um cavalo. Privação sensorial Para bloquiar um ou mais sentidos da sub. Blindfold ou seja, gag, auriculares para bloquear ou reduzir audição e por vezes olfactiva (odores). Privação Sexual É o ato de impedir física ou mentalmente que o(a) submisso(a) tenha prazer. Proprietário Um termo utilizado para aqueles que “vivem” como um Dono de sua propriedade (sub). Regras São normas de conduta preliminares e básicas impostas num convívio BDSM. Ritual- Cerimonial Conjunto de formalidades e regras que devem ser observadas em qualquer cena, sessão ou até em cumprimentos e abordagens entre participantes. Sadismo Envolve actos (reais, não simulados) nos quais o indivíduo deriva excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) do parceiro. Safer Sex – sexo Seguro Sexo mais seguro. Como o uso de camisinhas ou luvas p/fisting. Scat ou chuva marrom São jogos com fezes, onde os participantes se lambusam ou até existe a ingestão de fezes. Serviçal Pessoal É o escravo dedicado a tarefas domésticas e pessoais da Dona. Sessão Pode ser definida como um conjunto de cenas. Shibari Significa literalmente amarrar ou ligar e é usado no Japão para descrever o uso artístico na amarração de objetos. Slave Escravo. Spanking Utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater, notadamente na região das nádegas. Spread Bar – Barra de Separação São barras longas, usualmente de metal madeira com argolas e/ou furos em cada ponta, usadas em situações de imobilização para manter os braços ou pernas do submisso(a) afastadas. SSC São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM. Sucção Feita na pele ou órgãos genitais, realizado com o auxílio de bomba de vácuo manual ou eletro-mecânica. Sufocamento (Smother ) O ato de sufocar o submisso seja com as mãos, com lenços e tantos outros objetos Suspensão Técnica de imobilização onde o peso da escrava é total ou parcialmente suspenso. Switcher Pessoa que tem prazer em atuar como dominador(a) e/ou submisso(a). Restrição Limitar alguém do movimento ou ação. Terror play A Domme usa o terror ou medo para levar ao sub(a) excitação sexual e / ou eles próprios. Tickling – Cócegas Fetiche por cócegas com uso de penas, plumas ou mãos. Trampling É o ato de ser pisado, por pés descalços ou com sapatos. Mais comumente observado no fetiche por pés. Vergar É o ato e subjugar e dominar o escravo e assim conseguir sua entrega e/ou obediência. Vistas Baixas Usualmente imposta ao escravo no BDSM como forma de demonstrar submissão. Voyeurismo É uma prática que consiste num indivíduo (Voyeur),conseguir obter prazer sexual através da observação de outras pessoas, em atos sexuais, nuas, ou em roupa íntima. Wax play Prática dentro do BDSM onde a parafina (cera)de uma vela é gotejada no corpo do masoquista. Zelofilia Prazer derivado do ciúme. Jogos e cenas que envolvam ou provoquem ciúme.
- Candaulismo - prática sexual ou fantasia em que um homem expõe sua parceira
O candaulismo é uma prática sexual ou fantasia em que um homem expõe sua parceira, ou imagens dela, a outras pessoas por seu prazer voyeurístico . O termo também pode ser aplicado à prática de se despir ou expor de outra forma uma parceira para outras pessoas, ou exortando ou forçando-a a se engajar em relações sexuais com uma terceira pessoa, como durante uma atividade de balanço . Do mesmo modo, o termo também pode ser aplicado à publicação de imagens pessoais de uma parceira na internet ou exortando a usar roupas que revelem sua atratividade física para outras pessoas, como usar roupas muito breves, como microskirt , roupas bem ajustadas ou transparentes ou um topo baixo. #candaulismo #voyerismo
- Sexo Baunilha ou com sabor extra forte?
A designação "Sexo Baunilha", refere-se à relação sexual convencional, por oposição ao sexo praticado em relações de BDSM. A expressão deriva do inglês "vanilla sex", por analogia com o sabor de gelados: aqueles que têm medo de arriscar podem pedir baunilha, pois será sempre aquele sabor familiar, sem surpresas nem riscos. Há, contudo, muitas pessoas para quem "extra forte" nunca é picante demais. Qualquer relação sexual beneficia do "amor" e dos gestos e momentos de puro carinho e troca de carícias com meiguice e cuidado. No entanto, a vida sexual de dois adultos pode, de vez em quando, precisar de alguns elementos mais picantes e de arrebatamentos de paixão para não cair na rotina, que leva à monotonia e, por consequência, ao arrefecimento e à apatia. Nem todas as pessoas gostam de gestos impetuosos ou de soltar a fera que há em si quando têm relações sexuais, e as relações BDSM (com e sem sexo) não são para toda a gente. É importante, antes de mais, ter bem claro que nunca deve ir além daquilo que realmente deseja fazer. O prazer de magoar O sadismo é uma das atividades do BDSM, e define o prazer em infligir dor no outro, retirando deleite e satisfação do facto de estar a fazer sofrer. Para descanso dos mais suscetíveis, saiba que assim como existem sádicos, há também masoquistas, pessoas que sentem real prazer na dor que lhes é causada. Enquanto que no domínio o dominador procura ter controlo sobre o submisso, no sadismo é na dor que assenta o foco de prazer. Esta dor não é, contudo, cruel: é uma dor apaixonada, na medida em que o que a provoca deseja que ela seja sentida com paixão, e o que a sofre deseja que ela seja infligida com paixão. A excitação é aqui retirada do facto de estar submetido à vontade do outro, no caso dos masoquistas, e de humilhar, fazer sofrer, no caso dos sádicos. O facto de dominar os sentidos do outro excita o que pratica o sadismo, que se sente estimulado pelo seu próprio poder. Este é um jogo de contornos extremos, em que pode haver limites negociáveis e outros indiscutíveis, por serem mais pesados. Uma questão de confiança Tenha sempre presente que a confiança é a pedra basilar que sustém este tipo de relação. Os praticantes de BDSM (Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo) regem-se por três princípios básicos: ser são, ser seguro e ser consensual. Como tal, existem códigos de conduta que são respeitados. Numa relação de sado-masoquismo, por exemplo, aquele que exerce o domínio apresenta ao que se submete a ele um contrato, onde todos os limites são definidos, assim como o tempo durante o qual o submisso está sob o domínio do seu dominador. A palavra de segurança, que tem de ser acordada entre os dois, é no caso do sado-masoquismo ainda mais importante, pois é ela que define até onde o sádico pode ir. Esta palavra deve ter um significado distanciado do ato praticado, como por exemplo "tangerina" ou "amarelo", pois neste contexto dizer "pára!" ou "não!" pode ser um incentivo a prosseguir… #bdsm #baunilha #sexo #relação
- Cera Quente, essa é a prática do Wax Play!
Wax Play (em tradução livre: Jogo de Cera) é um jogo de temperatura praticado no contexto BDSM. A intenção do Wax Play é reproduzir uma sensação de queimação na pele. A brincadeira consiste em pingar a vela acesa no corpo do bottom (a parte que cede o poder). Esta é considerada uma prática moderada no BDSM, devido ao risco de queimaduras graves. As velas indicadas para essa prática são as que derretem a no máximo 65 °C. Acima disso, estas velas não são recomendadas para Wax Play. Abaixo listarei alguns tipos de velas recomendadas e outras não recomendadas. Velas Seguras (recomendadas) Soja Velas feitas de soja derretem a temperaturas de 46-57 °C. Parafina Velas feitas de parafina derretem a temperaturas de 47-65 °C. Cera de Abelha Velas feitas de cera de abelha derretem a temperaturas de 62-65 °C. Velas Inseguras (não recomendadas) Microcristalina Velas feitas de microcristalina (óleo proveniente da refinação de petrõleo) derretem a temperaturas de 63-93 °C (tornando-as inseguras para Wax Play). Estearina Velas feitas de estearina derretem a temperaturas de 80 °C (tornando-as inseguras para Wax Play). Obs: o ponto de derretimento da vela pode ser abaixado adicionando óleo mineral. Alguns cuidados com cera quente: Alguns cuidados devem ser tomados antes de começar a praticar esta brincadeira estimulante e satisfatoriamente sensual. Como cada tipo de vela citada acima (entre as recomendáveis, claro) possui um ponto de derretimento particular, elas devem ser usadas de acordo com a resistência do bottom (o que pode variar, dependendo de onde a vela for aplicada). A vela pode respingar nos olhos, então é prudente evita-los (e a região próxima a eles). Dicas para remoção da cera quente É difícil retirar a cera de áreas com pêlos, para tal, pode ser necessário um pente de pulgas ou uma faca afiada (esta, por sua vez, requer habilidade). Usar óleo mineral ou um hidratante antes de praticar Wax Play, pode facilitar na sua remoção ao final da diversão. Obs: certifique-se de não haver objetos inflamáveis por perto. Ceras são especialmente difíceis de tirar de tecidos (roupas e roupas de cama).




